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“154 Análise de perfil do investidor: como fazer da forma correta!”

Você está iniciando sua jornada no mundo dos investimentos ou mesmo já tem algum tempo de estrada. E depois de abrir a conta na corretora (ou depois de algum tempo como investidor) você é solicitado a preencher um questionário de perfil de investidor, também conhecido como questionário de suitability ou análise de perfil de investidor (API), seja para iniciar os investimentos, seja para atualizar seu perfil.

Responde algumas perguntas, a maioria de múltiplas escolhas, algumas de seleção múltipla, outras você é solicitado a escrever o que tem de valor patrimonial. Dali poucos minutos você tem um resultado que indica qual é o seu perfil como investidor (classicamente: conservador, moderado ou arrojado) e quais produtos são adequados e indicados ou até mesmo estão liberados para serem acessados de acordo com o seu perfil.

Mas, sinceramente: você já se sentiu colocado em uma caixinha, como se não pudesse acessar um ou outro produto porque está classificado como um ou outro perfil? Pois bem, nesse podcast vamos conversar sobre isso e trabalhar a sua percepção para que você saiba fazer essa análise de perfil de forma correta, que vai além do que os questionários de suitability de bancos e corretoras oferecem atualmente.

O Investidor Inteligente é o podcast que todas as semanas te ajuda a dar um upgrade na sua vida financeira te provocando a ampliar sua visão e te oferecer informações de qualidade sobre dinheiro, além de orientações e estratégias claras e específicas que podem mudar e melhorar completamente a relação com suas finanças seja para solucionar seus desafios, seja para alcançar seus mais ambiciosos objetivos, tanto de forma conceitual quanto de forma prática.

Eu sou Phillip Souza, palestrante, consultor e educador financeiro especialista em inteligência financeira, o expert em Finanças e Investimentos do Dicas Curtas. Meu propósito é te ajudar a destravar a sua mentalidade e entender que a prosperidade também é para sua vida: ao usar bem o seu dinheiro você pode desfrutar de qualidade de vida, fazer com que ele sobre e investi-lo para realizar seus sonhos e objetivos! Se comportando de forma mais sábia e próspera em relação às suas finanças você se transformará em um investidor ainda mais inteligente!

Esse e os outros podcasts do Dicas Curtas são gratuitos. Portanto, você pode seguir e assinar agora mesmo o Investidor Inteligente nas diferentes plataformas de podcast em seu smartphone para não perder nenhuma dica, ficar por dentro com todas as informações e acompanhar todas as semanas os novos episódios para poder alcançar um bom desenvolvimento na sua vida financeira tanto no presente quanto no futuro!

Quando você começa a investir precisa preencher um questionário de análise de perfil de investidor, seja através do banco ou da corretora. Essas instituições são obrigadas a realizar esse teste tanto para poder te orientar melhor sobre o que fazer em relação aos seus recursos para investimentos, mas também para se resguardarem de possíveis aplicações da sua parte que se desenquadrem do seu perfil. Sinceramente eu nunca vi uma corretora ou um banco serem penalizados por desrespeito ao perfil do investidor, mas eles são obrigados a realizar tais testes.

Só que essas análises são muito superficiais; eu tenho comigo que não é possível definir um perfil de investidor com apenas meia dúzia de perguntas de múltipla escolha. Tampouco o resultado deveria ser dividido em apenas três perfis: conservador, moderado e agressivo.

Então, qual é o caminho? Além de falar um pouco sobre cada um dos perfis, vamos tratar de fazer perguntas melhores para definir o seu verdadeiro perfil de investidor.

Quais são os estereótipos dos perfis de investidor?

Ao responder um questionário de perfil do investidor você pode encontrar um conjunto de 6 ou pouco mais que 6 perguntas bem simplistas, como: “O que você prioriza na hora de investir?”. E também vai encontrar alternativas de resposta simplistas, como: “priorizo rentabilidade e diversificação” ou “priorizo segurança e tranquilidade”. Isso não traduz muito o seu perfil, não é?

Geralmente quando preencho um questionário de suitability o meu perfil se encaixa como “agressivo”. Nesse caso, a resposta ao perfil agressivo vem como: “O investidor agressivo está associado a clientes que possuem total conhecimento e domínio do mercado. Este investidor busca retornos expressivos, suportando quaisquer riscos”.

Se meu perfil de investidor fosse conservador, essa descrição seria algo como: “O perfil conservador possui segurança como ponto decisivo para suas aplicações. Em razão de sua baixa tolerância ao risco, busca retorno a longo prazo e produtos que objetivam a preservação do patrimônio”.

Reparem que os perfis de riscos agressivo e conservador parecem estar em dois extremos: o primeiro suporta quaisquer riscos e o segundo não tem nenhuma tolerância ao risco. Na vida real, porém, os investidores não são tão extremos assim; não são o chamado “oito-ou-oitenta”.

Nos perfis definidos pelas corretoras, o investidor conservador deveria investir somente em renda fixa (juros pós-fixados em CDI). A própria Caderneta de Poupança é considerada como alternativa de investimento. Enquanto isso, do outro lado, o investidor agressivo deveria investir 100% do seu patrimônio em ativos de alto risco, tais como renda variável (bolsa) e derivativos.

E a gente sabe que não é assim que funciona… Então…

Como definir o seu perfil de risco?

Na teoria moderna de finanças, existe uma lei básica que diz: “Quanto maior o grau de incerteza, maior o risco, e maior o retorno esperado; e quanto menor o grau de incerteza, menor o risco, e menor o retorno esperado.” De forma simples, que você já me ouviu falando diversas vezes: “quanto maior o risco, maior o potencial de retorno, positivo ou negativo”.

Mas aí está um ponto importante: TODO investidor deve escolher suas aplicações entre o menor risco possível e o maior retorno possível. Pensa comigo, independente se você tem o perfil conservador, moderado ou agressivo: você escolheria uma aplicação que rendesse 10% ao ano com o risco de perder 1% no processo ou uma aplicação que rendesse 10% ao ano com o risco de perder 5% no processo? Certamente a que tem menor risco, mesmo que você tenha o perfil arrojado (e sim, eu sei que não funciona assim na prática, mas todo investidor busca aplicações com o MENOR risco possível com o MAIOR retorno possível, independente do perfil).

Na linguagem popular: “não existe almoço de graça” ou “sem esforço, sem benefício” (da expressão em inglês: no pain, no gain).

Primeiro passo: defina qual a rentabilidade real deseja buscar

O primeiro passo para o investidor é definir qual rentabilidade real (acima da inflação) deseja buscar, sempre lembrando: quanto maior for esse retorno, maior costuma ser o risco.

Assim como no caso dos perfis antagônicos definidos pelas corretoras, vou usar dois exemplos extremos de perfis de investidores.

O perfil conservador destina 100% dos recursos para a renda fixa, com investimento em títulos do Tesouro Direto indexados à inflação — o IPCA+ que atualmente está pagando por volta de 3% ao ano acima da inflação.

Por outro lado, o perfil agressivo tem 100% dos recursos aplicados em ações, com retorno esperado de 10% ao ano acima da inflação no longo prazo, desempenho comparável à média de retorno nos últimos 10 anos na bolsa dos EUA.

Aqui, estamos falando de um perfil de investidor no extremo oposto do outro: o conservador, com retorno anual esperado de 3% acima da inflação, e o agressivo, com retorno esperado de 10% ao ano acima da inflação.

A pergunta que o investidor deve responder é: qual o seu objetivo de rentabilidade anual acima da inflação? Quanto maior for essa meta de rentabilidade, maior deverá ser a tolerância ao risco.

Segundo passo: defina quanto se suporta perder

Como disse, retorno e risco são dois lados da mesma moeda. Portanto, além de entender quanto espera ganhar, também é preciso estabelecer quanto se suporta perder. Para ajudar nessa missão, elaborei algumas perguntas. Não existe certo nem errado, mas vai começar a te dar uma noção mais emocional sobre qual é o seu atual perfil como investidor (se imagine em cada situação e avalie a sua reação emocional diante delas para ter maior precisão):

  • A alegria de ganhar 10% com a alta de uma ação é menor que a tristeza de perder 10%?
  • Você fica olhando o preço das ações no home broker a todo momento?
  • A queda no preço das ações tira o seu sono à noite?
  • O seu horizonte de investimento é definido em dias ou em meses?
  • Você analisa o retorno de seus investimentos mensalmente?
  • Você se incomoda muito se o rendimento mensal da carteira for negativo?
  • Você não sabe o nível de risco do investimento em determinada ação ou fundo de ações?

Se você respondeu sim para quase todas essas perguntas, você tem pouca tolerância ao risco e deveria investir somente cerca de 5% a 10% em renda variável. Para você ampliar sua tolerância ao risco, primeiro deve estudar mais e testar com menos capital: talvez você possa acostumar sua percepção emocional e, no futuro, se tornar mais arrojado. Mas, nesse caso, é melhor ser mais conservador.

Dessa forma, a sua carteira de investimentos, conforme o exemplo (com apenas duas classes de ativos), deveria ser composta, por exemplo, por 90% em Tesouro Direto IPCA+ e, no máximo, 10% em Ibovespa, provavelmente investindo em um fundo ETF com baixa taxa de administração.

Com isso, temos uma nova pergunta:

Quais são as características de cada perfil de investidor?

Não existe problema nenhum em manter a nomenclatura usada no mercado (conservador, moderado e agressivo) para fins didáticos. Isso ajuda o investidor a entender em que ponto do espectro ele está. A questão é que o investidor conservador não deve alocar 100% do seu patrimônio financeiro em baixo risco, da mesma forma que o investidor agressivo não deve ter apenas ações e derivativos em sua carteira.

Dessa forma, vamos entender melhor quais são as características de cada um desses perfis.

Investidor conservador

O investidor conservador é aquele que privilegia a segurança. Não gosta de ver retornos negativos, não se sente confortável com o risco e, por isso, não consegue manter o sangue frio quando vê uma desvalorização em suas aplicações. Por isso, pode tomar decisões que, no fim, acabam o prejudicando.

Porém, isso não quer dizer que esse perfil de investidor não deva ter nenhuma parcela do seu portfólio em aplicações de risco. Como disse, com o fim dos ganhos fáceis de baixo risco no CDI, quem quiser ter algum ganho vai precisar ter uma pequena parcela (cerca de 10%) dos seus investimentos em ativos de maior risco.

No caso do investidor conservador, essa parcela não deve ser muito grande. Além disso, vale destacar que, quando falamos em risco, não necessariamente estamos falando de renda variável. Existem opções na renda fixa que oferecem rentabilidade maior do que, por exemplo, Tesouro Selic ou fundos DI, mas ainda assim são menos arriscadas do que ações. É o caso das LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) e LCAs (Letras de Crédito do Agronegócio) e das debêntures, dependendo da nota de risco da empresa emissora do título. Também podem ser fundos de renda fixa ou fundos de inflação ou fundos de crédito privado. Dependendo do caso, também pode ter uma pequena parcela em renda variável.

Vale reforçar que a reserva de emergência deve continuar em ativos de alta liquidez e baixo risco – e isso vale para todos os perfis não apenas para o perfil conservador.

Investidor moderado

Se, antes de mais nada, o investidor conservador quer preservar o seu patrimônio, o investidor moderado já mostra alguma tolerância a riscos, especialmente de longo prazo. Ele certamente não é o trader da bolsa, mas a parcela da carteira alocada em investimentos de maior risco pode ser um pouco maior, na faixa dos 20%.

Dá para notar que ele ainda concentra a maior parte da carteira em investimentos conservadores, mas já admite a possibilidade de ter perdas no curto prazo em troca de uma rentabilidade maior no longo prazo.

Assim, além das opções de investimentos que já mencionei (Tesouro Direto, LCI, LCA, debêntures, dentre outros produtos da renda fixa), a carteira do investidor moderado também comporta outros produtos, como fundos multimercados, fundos imobiliários e até mesmo ações.

Investidor agressivo

O investidor agressivo é o que aceita correr mais risco. Assim, a parcela da carteira em aplicações mais arriscadas vai ser maior que a dos outros perfis. Contudo, isso não significa não ter nenhum controle sobre o que pode acontecer: os riscos precisam ser calculados.

O percentual alocado em risco pode variar dependendo não apenas do perfil daquele investidor, mas também das condições de mercado. Ainda assim, a recomendação para a manutenção de uma reserva de emergência permanece – você jamais vai me escutar falando que não precisa ter reserva de emergência e que deve coloca-la em ativos voláteis; esse deve ser o primeiro objetivo de qualquer investidor: ter sua reserva de emergência em produtos de baixíssimo risco, com altíssima liquidez, com os recursos muito bem aplicados respeitando prioritariamente essas duas características.

Vale destacar que, além do apetite por risco, esse investidor também precisa contar com duas outras características: conhecimento de mercado e capacidade de tomar risco. Eu sempre digo que quanto mais elaborados forem os investimentos que se quer ter em carteira, mais conhecimento e entendimento prático é necessário para que o investidor não enfie os pés pelas mãos e se machuque feio.

O conhecimento é o que vai garantir que ele assuma riscos calculados, com plena ciência de quais são as chances de ganhos e de perdas. Isso vai impedi-lo de tomar decisões emocionais que joguem por terra a sua estratégia.

Já a capacidade de tomar risco tem a ver com o fato de sua vida comportar que ele aja dessa forma com os seus investimentos. Para exemplificar, vamos pensar em duas pessoas. Uma é um jovem de 20 e poucos anos, que mora com os pais, não tem grandes compromissos financeiros nem ninguém que dependa dele. A outra, por sua vez, tem dois filhos em idade escolar, está pagando um financiamento imobiliário e ainda dá suporte financeiro aos pais idosos. Quem você acha que pode assumir mais risco?

Entre as aplicações que podem fazer parte da carteira de um investidor agressivo estão ações, fundos de ações, fundos cambiais e operações com derivativos. Além de investir em renda variável, a forma de aplicar na bolsa também pode variar, chegando a ser, por exemplo, um trader de operações de curto prazo.

Poxa vida… agora esse entendimento mudou completamente minha percepção sobre perfil de investidor”, você deve estar pensando. E deve estar se perguntando: “como que te encontro, Phillip?” É muito simples: você pode me encontrar através das redes sociais (como o Instagram ou o Facebook) através do @PhillipSouzaBR; se preferir, também pode acessar meu site www.PhillipSouza.com.br e me enviar um e-mail com sua demanda ou mesmo uma mensagem no WhatsApp. Os links estão na descrição do episódio e na transcrição do podcast no blog do Dicas Curtas.

Vai ser um prazer te escutar, entender quais são seus desafios e necessidades, pensar em como posso te ajudar e desenhar uma proposta única e personalizada para que você possa destravar e curar sua mentalidade e te ajudar a se apossar da prosperidade que já está disponível para você e para sua família, seja através de um trabalho de orientação financeira ou planejamento de investimentos para sua vida financeira pessoal ou através de palestras, cursos, wokshops ou treinamentos na área de inteligência financeira em seu negócio ou empresa.

Vamos lá, ainda não acabou:

Como construir o seu portfólio de investimentos?

Eu acho bem interessante a proposta do livro The Safe Investor, de Tim McCarthy, que utiliza um modelo de três bolsos para investimentos: reserva de curto prazo (emergência), aposentadoria e negociações de maior risco (trading) com prazos variáveis. Eu utilizo muito esse modelo de bolsos para fazer a alocação de uma carteira de investimentos por classe de ativos.

Assim como no futebol, sua carteira de investimentos tem três setores bem definidos: defesa (reserva de emergência), meio de campo (Tesouro Direto, fundos multimercado) e ataque (que utiliza a renda variável: fundos imobiliários, fundos de ações e ações na bolsa). Eu até produzi na época da Copa do Mundo um podcast ilustrando essa ideia. Não é uma narração profissional, mas ficou legal: depois confere lá: Time de Investimentos, episódio #42.

A reserva de emergência geralmente é definida em termos absolutos (por exemplo: R$20 mil), o que deve equivaler a 6 meses de salário ou despesas fixas – você sabe também que eu trato esse assunto de forma particular: dependendo do seu risco profissional, a reserva pode ser maior ou menor – tratamos disso no episódio #25 (Qual deve ser o tamanho do seu fundo mínimo de emergência) e no episódio #103 (Como prosseguir após formar sua reserva de emergência). A reserva de liquidez deve ser investida, preferencialmente, em ativos sem risco e com liquidez (pelo menos D+1) — o ideal é ou o Tesouro Direto Selic ou um CDB100%CDI.

No atual nível de taxa de juros de 2% ao ano, ou seja, essa reserva “custa caro” em termos de rendimento a longo prazo, pois a inflação é muito similar ao nível de remuneração pela Taxa Selic, portanto, o ganho real no longo prazo é quase nulo. Mas reforço, mesmo sendo redundante: reserva de emergência é dinheiro que deve ser protegido da inflação, mas não devemos pensar muito em termos de rentabilidade.

Uma vez estabelecido o patamar da reserva de emergência, é preciso definir o apetite pelos ativos de maior risco: fundos imobiliários e ações na bolsa, com percentual da carteira total. Os ativos de maior risco vão representar 10% da carteira toda? Ou 20%? Ou uma fatia maior? Aqui que você define até onde você vai conforme o seu entendimento de perfil de investidor.

Por último, é escalado o meio de campo da carteira de investimentos, composto pelos títulos públicos do Tesouro Direto, tanto atrelados à inflação (IPCA+) quanto prefixados, e os fundos multimercado, que podem investir em diversas classes de ativos, podendo ser tanto os fundos mais conservadores quanto fundos mais arrojados – porém, flexíveis nas aplicações, devido sua característica multimercado.

Exemplo: perfil moderado de carteira de investimentos

Para finalizar, quero te apresentar uma sugestão de carteira de investimentos de perfil moderado dividida em seis classes de ativos (juros pós-fixados; inflação; pré-fixados; multimercado; fundos imobiliários; renda variável) com os seus respectivos índices de referência (benchmark) para ilustrar como você pode fazer em seu caso particular. Lembre-se: se você tem o perfil mais conservador ou arrojado, essa composição vai ser diferente.

Depois de formada sua reserva de emergência, em termos de participação do patrimônio total, começando do ativo de menor risco para o de maior risco, a escalação é a seguinte:

  • Ativos com juros pós-fixados (CDI) com 5%;
  • Ativos de inflação (IPCA) com 30%;
  • Ativos prefixado com 10%;
  • Fundos multimercado com 15%;
  • Fundos imobiliários com 10%; e
  • Ativos de renda variável (fundos de ações, fundos cambiais, fundos de índice e/ou ações) com 30%.

Atualmente, a média ponderada do retorno bruto esperado de uma carteira desse tipo é de aproximadamente 11%, com rendimento real (acima da inflação) de 6% ao ano. O risco medido pela volatilidade anual dos ativos ponderado pela participação é de 8% ao ano.

Para saber esses percentuais para sua carteira, ou seja, saber qual o retorno bruto esperado, qual o retorno real e qual o risco medido pela volatilidade, tudo isso ponderado pela participação de cada ativo na sua carteira, é necessário realizar cálculos mais elaborados, que pode fazer parte de um trabalho de planejamento de investimentos específico para você como investidor.

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Todos os links estão na transcrição no blog e na descrição dos episódios.

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Coloque em prática, na ação e na mente, sobre aquilo que você entendeu e já refletiu que vai fazer a diferença em sua vida. Só assim você alcança aquilo que realmente deseja construir. Lembre-se de cuidar bem de você, de sua família e de suas finanças – e se torne um investidor cada vez mais próspero! Que Deus te abençoe!

Aqui é Phillip Souza, o Investidor Inteligente!

Investidor Inteligente do Dicas Curtas

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