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“161 Aprenda a discernir quando uma dívida é boa para você!” .

No momento em que falamos de dívida nós tendemos a pensar em alguma coisa que vai nos prejudicar, que é algo extremamente nocivo.

Isso é parcialmente verdade.

Dívidas sem propósito ou um endividamento descontrolado pode trazer inúmeros problemas que vão além das finanças: podem corroer a confiança das pessoas, destruir relacionamentos e casamentos e arruinar a saúde mental, física e emocional de qualquer ser humano responsável.

Mas nem toda dívida é ruim. Algumas dívidas podem mudar completamente a qualidade da sua vida e te trazer mais oportunidades do que prejuízos.

E é sobre isso que vamos tratar de distinguir nesse podcast!

Continua comigo!

O podcast do Investidor Inteligente é apresentado todas as semanas com o propósito de ajudar em seu desenvolvimento financeiro trazendo informações claras e relevantes, orientações e estratégias valiosas para solucionar seus desafios financeiros, te ajudando a ampliar sua visão sobre dinheiro e refinar seu ponto de vista de modo que você possa realizar seus sonhos e construir com bases bem firmes seus resultados

Eu sou Phillip Souza, terapeuta financeiro especialista em inteligência financeira, palestrante, consultor e educador financeiro, o expert em Finanças e Investimentos do Dicas Curtas e tenho propósito ousado de te ajudar a destravar a sua mentalidade e entender que a prosperidade também é para sua vida, provocando desconstrução, reconstrução e transformação da sua mentalidade para que você possa aprender a evoluir e se comportar de forma mais sábia e próspera em relação às suas finanças, transformando-se em um investidor ainda mais inteligente.

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Certamente em algum momento você já deve ter me escutado falar que dívida tem que ser estancada e que não combina com investimento. Isso é verdade. Água e óleo não se misturam.

Mas assim como água e óleo não se misturam, em algumas receitas ambos itens são importantes, em momentos distintos com finalidades distintas, na medida adequada para se produzir uma boa refeição. Dívida e investimento não se combinam, mas em algumas situações pode ser estratégico ter a existência de dívidas para que você possa alcançar determinados resultados mais rapidamente de modo a construir sua vida e seu patrimônio financeiro.

É estranho, talvez, você me escutar falando sobre isso, porque eu também sou um defensor da ideia de poupar e investir – e isso deve ser uma tarefa básica essencial de qualquer pessoa próspera e bem organizada. Mas também podemos fazer uso do crédito para potencializar nossa qualidade de vida, desde que saibamos manuseá-lo e direcioná-lo a determinados fins com muita, mas muita sabedoria. O fogo pode provocar um incêndio e destruir uma casa, mas também serve para ligar o fogão para cozinhar.

Muita gente acha que o problema de suas vidas são as dívidas. Mas as dívidas não deveriam ser um problema: dívidas são uma dádiva. Eu sei que você deve achar que eu fiquei doido, mas continua acompanhando para que você possa entender onde eu quero chegar. Nada melhor que contar com o dinheiro dos outros quando o seu acaba. Ter dívidas significa que você está contando com o dinheiro de alguém para manter um padrão de vida que não caberia somente no seu bolso.

Então dívidas é algo positivo; o problema começa acontecer quando as dívidas não são pagáveis, quando seu pagamento não cabe no orçamento. Isso acontece quando elas são contraídas por falta de planejamento ou quando elas fogem ao controle.

Dívidas ou crédito sempre serão positivos quando estão construindo renda. Por exemplo: posso contrair uma dívida para comprar um equipamento em que eu vou usar no meu trabalho; ou para comprar um veículo que vai me levar ao trabalho com mais rapidez e segurança (e talvez até gerar renda com esse carro); ou que vai permitir montar um negócio; ou que vai permitir que meu filho ou eu mesmo estude e pague um curso que vai ampliar e melhorar minha capacidade profissional e, provavelmente, aumentar minha renda.

Quando estou criando renda com a dívida que é contraída ou estou agregando valor à minha vida aquele custo da dívida se paga com a renda que virá a mais; por outro lado, dívida é uma opção quando ela preserva algum tipo de planejamento.

Digamos que eu esteja poupando dinheiro regularmente para faculdade do meu filho, ou um intercâmbio ou um projeto futuro para minha aposentadoria. Para não deixar de contribuir regularmente com um projeto que é muito importante para mim, mas aconteceu um imprevisto, eu posso vir a recorrer ao cheque especial ou à um empréstimo, um recurso que me ajuda a manter o equilíbrio.

É ruim? É mais caro: o quanto você gasta com esse crédito, o quanto você paga de juros, é o custo da falha que você cometeu no seu planejamento. O mais importante é ter a consciência do motivo de você estar recorrendo a esse tipo de crédito.

Quando essa dívida acontece por falha no planejamento, quando ela custa caro, que é o caso de empréstimo pessoal, cheque especial, é importante reagir rapidamente: você não deve conviver com a sua dívida.

No caso, uma opção possível, se eu me ver no vermelho, pois podem acontecer imprevistos e de repente a gente percebe que está faltando recurso na conta, eu posso tentar vender alguma coisa que tenha em casa, posso entrar em um desses mercados virtuais, em algum mercado de segunda mão para me desfazer de algo que eu tenha e que possa virar dinheiro e quitar minha dívida; ou posso tentar substituir a dívida por outra mais inteligente.

Então eu posso conviver com cheque especial, conviver com empréstimo por alguns dias, mas se eu percebo que é algo recorrente, posso, de repente, refinanciar meu veículo, posso tomar um empréstimo um pouco mais organizado, mais disciplinado com prestações que caibam no meu bolso, para poder eliminar essa dívida mais cara e ter prestações futuras que vão funcionar melhor no meu orçamento.

O mais importante aqui é entender que o custo do crédito é o custo da falta de planejamento ou o custo da oportunidade que você pode estar se dando para ter algo melhor em sua vida. Se você usa com sabedoria e inteligência os recursos alternativos que você tem, crédito, dívidas sempre serão uma alavanca para aumentar sua riqueza e viver melhor.

É claro que é preferível ter investimentos, poupança e reservas, mas nem sempre é estratégico se descapitalizar para comprar ou pagar por algo que você precise e que vá gerar qualidade de vida ou aumento de renda para você. Então sem aquela loucura de não contrair qualquer tipo de dívida e ficar vidrado apenas em poupar e não ter nenhum tipo de obrigação.

Se você tem um bom planejamento financeiro, se você gasta bem o seu dinheiro, se você consome bem e se você tem bons planos para o futuro, as dívidas, o crédito pode ser um aliado, desde que ele esteja sob controle e que você saiba o que está fazendo.

Utilizando com inteligência o instrumento do crédito, as dívidas sempre serão uma alavanca para que você possa aumentar sua riqueza e viver melhor; se você tem um bom planejamento financeiro, se você gasta bem seu dinheiro, se você tem bons planos para o futuro e aconteceu um imprevisto você pode também contar com recurso de terceiros para manter seu equilíbrio.

Tenha consciência dessa dívida e livre-se dela o quanto antes ou substitua por algo melhor.

Lembrando: isso não é um incentivo para que você viva endividado e sim para que você possa pensar e avaliar se o instrumento do crédito pode te ajudar a melhorar a sua vida e te ajudar a construir meios de ter mais dinheiro fluindo para a sua vida, ok?!

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Aqui é Phillip Souza, o Investidor Inteligente!

Investidor Inteligente do Dicas Curtas

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