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“125 Como abrir conta em corretora?”Uma corretora de valores mobiliários, popularmente chamada apenas de corretora de valores, é responsável por intermediar aplicações financeiras entre investidores e instituições, como bancos de investimentos, fundos de investimentos de gestoras independentes, bolsa de valores, entre outros. Anos atrás as corretoras eram conhecidas principalmente pela negociação de ações e de outros ativos negociados em bolsa de valores (opções, derivativos, fundos de índices, etc). Porém, atualmente são negociados nas corretoras de valores também outros produtos, como títulos públicos, fundos investimentos, CDBs, LCA e LCI, CRA, CRI, debêntures, ações, fundos de investimentos imobiliários, e mais um tanto de outros ativos.

Diante deste cenário, cada vez mais pessoas perguntam sobre “como abrir uma conta em uma corretora?”. É sobre isso que vamos tratar nesse episódio!

Ah, sim! No decorrer desse episódio vou te passar uma informação bônus interessante. Fique atento!

Eu sou Phillip Souza, o expert em Finanças e Investimentos do Dicas Curtas e todas as semanas apresento o Investidor Inteligente, o podcast que te traz informações relevantes, orientações e estratégias valiosas que podem te ajudar a usar bem o seu dinheiro, seja para solucionar problemas financeiros ou potencializar sua vida financeira, de modo que você possa construir seus resultados com foco em qualidade de vida, aproveitando bem o presente e sempre cuidando do futuro, transformando-se em um investidor ainda mais inteligente.

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Um ouvinte do podcast do Investidor Inteligente enviou uma pergunta que muitos também já fizeram e que nesse momento cabe aprofundar. Ele disse assim: “Phillip parabéns pelos podcasts! Tenho aprendido muito, são muito bem explicados e bastante didáticos com linguagem clara. Confesso que deixava meu dinheiro na Caderneta de Poupança e em fundos que o gerente do banco me indicava, mas tenho ficado mais afiado quanto à minha vida financeira. Agora quero começar a dar outros passos e fazer novos investimentos, como comprar títulos do Tesouro Direto e até algumas ações de empresas. O problema é que não faço ideia de como comprar esses títulos ou ações. Pode me ajudar com esta informação?”.

Cada um sabe o quanto trabalha ou trabalhou para juntar o dinheiro que tem. Em todo processo de planejamento de investimentos que faço, eu tomo isso como premissa, me colocando no lugar da pessoa que estou atendendo. E é natural amadurecer enquanto vamos nos nutrindo de mais e melhores informações, fazendo aquele upgrade! Contudo, muita gente ainda tem dúvidas sobre como abrir uma conta em corretora de valores para investir melhor.

Abrir uma conta em corretora é importante para o investidor porque abre um leque enorme de opções de investimentos financeiros que não são acessíveis em grandes bancos comerciais. Diferentemente do que muitos pensam, abrir conta em uma corretora de valores é acessível para pessoas com qualquer patrimônio. A abertura de contas costuma ser um processo gratuito e é possível começar a investir com valores abaixo dos R$100.

O processo na maioria das corretoras (senão em todas) é muito simples, rápido e em todas as corretoras que tenho conta aberta tudo foi feito online, sem papelada (e sim, eu tenho quase 10 contas em corretoras diferentes). Vamos tratar de forma objetiva sobre esse assunto para que você possa partir para investimentos mais eficazes do que a Caderneta de Poupança (se é que ainda podemos chamar esse produto de investimento nos tempos atuais).

Corretora de Valores

A maioria das pessoas já ouviu falar das corretoras de valores, mas proporcionalmente à quantidade de pessoas que existe no Brasil, são poucos os investidores que realmente fazem uso delas para investir. A corretora de valores funciona como uma “ponte” entre você e estes investimentos mais eficazes, que podem ser:

  • Títulos do Tesouro Nacional (Tesouro Selic, Tesouro IPCA, Tesouro Pré);
  • Letras de Câmbio (LC);
  • Letras de Crédito do Agronegócio (LCA);
  • Letras de Crédito Imobiliário (LCI);
  • Certificado de Depósito Bancário (CDB);
  • Debêntures;
  • Fundos de Investimento;
  • Certificado de Operações Estruturadas (COE);
  • Fundos de Investimento Imobiliário (FII);
  • Ações de empresas listadas na Bolsa de Valores;
  • Contratos Derivativos de Índice, de Dólar e de Commodities;
  • Opções de ações e opções de derivativos.

Existem outros tipos de títulos e operações possíveis e inventáveis dentro do mercado financeiro, mas por essa listinha já dá para ter uma noção da possível variedade, dos produtos mais conservadores aos produtos mais arrojados que poderão ser utilizados quando você se tornar cliente de uma corretora de valores.

Com o que devo me preocupar ao abrir uma conta em uma corretora de valores?

A maioria dos bancos tem uma corretora ligada à ele, e se você consultar seu gerente sobre um destes tipos de investimento ele vai dar um jeito de te ajudar com isso. O problema é que, em geral, as taxas cobradas pelos bancos e suas corretoras para administrar ou intermediar estas operações de investimentos são mais altas que aquelas das corretoras independentes. Muita gente ainda faz esses e outros investimentos via banco porque acham que o banco é mais seguro (e tem gerente que constrói um medo tremendo na mente de quem é leigo, sendo que isso não é necessariamente verdade). Corretoras também são instituições financeiras como os bancos e têm uma série de órgãos fiscalizadores e protetores do investidor que ficam em cima. Mas é claro, assim como os bancos, temos que procurar boas corretoras.

Para a escolha da corretora ideal para você é preciso fazer alguns questionamentos:

  • Os produtos financeiros que você precisa investir para constituir sua carteira de investimentos são oferecidos pela corretora?
  • Quais serão as taxas cobradas pela corretora nos investimentos que irão compor sua carteira de investimentos?
  • A corretora cobra taxa de manutenção da conta? Essa taxa compensa os serviços prestados?
  • Quais serão os custos de transação que você terá para enviar recursos do seu banco para a corretora de valores? Haverá custo da TED do seu banco para a conta da corretora?
  • O site e os sistemas disponibilizados pela corretora são completos e de fácil usabilidade?
  • A corretora disponibiliza ferramentas de apoio ao investidor, como gráficos, informações relevantes sobre o mercado, informes de rendimentos para a declaração de imposto de renda, entre outros?

Por que ter isso em mente e esclarecido é importante? Pensa só…

Se o propósito for construir uma carteira focada em fundos de investimentos, então é importante que a corretora distribua fundos de boas gestoras independentes.

Se o objetivo for por exemplo investir em ações, então o homebroker (sistema da corretora vinculado à B3 em que as operações no mercado de ações são realizadas) deve ser prático e fácil de usar. Além disso, vale a pena considerar o custo da taxa de corretagem.

Se o investidor pretende aplicar em títulos públicos, vale checar o ranking de agentes de custódia do site do Tesouro Nacional, pois lá é divulgada a lista com as taxas cobradas por cada uma das corretoras.

Vale lembrar que alguns investimentos precisam, obrigatoriamente, ser intermediados por uma corretora de valores. Por isso, se o investidor optar por “não abrir conta em uma corretora de valores”, mas quiser investir em títulos públicos ou ações por exemplo, pelo próprio banco em que é correntista, na verdade estará aplicando por meio da corretora do banco, mesmo que não se dê conta disto. Este é um ponto importante, pois as corretoras dos grandes bancos comerciais costumam cobrar taxas mais elevadas que as demais corretoras do mercado.

Existem boas corretoras no Brasil. Porém, o investidor deve ficar sempre atento a possíveis conflitos de interesse (taxas e comissionamentos) em produtos ofertados pelas corretoras. Esse, inclusive, é um dos motivos que eu não me associo com corretora alguma: meu trabalho de planejamento de investimentos é isento de conflito de interesses – o melhor para o cliente é o que importa. Pode ser que isso mude em algum momento, mas atualmente não tenho vínculo nenhum com instituição financeira alguma. Investimentos financeiros devem estar alinhados ao perfil e aos objetivos do cliente, não ao percentual de comissão ou de taxas pagas à corretora.

Em relação às taxas são basicamente duas de maior relevância que você deve dar atenção: taxa de corretagem (que é cobrada por operação) e taxa de custódia (que é a taxa que a corretora pode cobrar por manter a custódia, por guardar seus títulos). A taxa de corretagem costuma ser um custo bem relevante especialmente se o investidor realiza muitas operações ou se ainda está investindo com pouco capital. Algumas corretoras atualmente não realizam a cobrança dessa taxa, o que faz com que o investimento em ações, em fundos imobiliários e outros títulos que podem ser investidos via homebroker fique bem mais atrativo, pois já se começa com possibilidade de ganho sem ter que recuperar o custo da operação. Em relação à taxa de custódia muitas corretoras atualmente têm deixado de cobrar com o intuito e atrair mais clientes com o incentivo de desonerar os retornos das aplicações.

Em uma pesquisa rápida na internet você descobre as corretoras que isentam o investidor dessas e de outras taxas. Até a gravação desse podcast, a corretora que tem taxa zero tanto de custódia quanto de corretagem é a Clear Investimentos, que pertence ao Grupo XP Investimentos; em relação aos bancos, a instituição que não possui nenhuma das duas taxas é o Banco Inter. As outras corretoras, em sua maioria oferecem planos bem diversos algumas com corretagens baixinhas, outras com planos e pacotes, com cobranças de percentuais; os bancões têm custo bem elevado de corretagem e também com propostas mistas… é bem diversificado. Mas como a ideia é reduzir custo, a Clear e o Banco Inter estão na frente com essa proposta.

Quem fica com seu dinheiro ao investir por uma corretora de valores?

A corretora de valores é uma intermediária de operações financeiras. Ela oferece produtos financeiros para clientes que tem recursos para investir. Entre as dúvidas que muitas pessoas têm estão: quem fica com esse dinheiro? Qual é a segurança que o investidor tem de enviar seu dinheiro para a corretora?

Os recursos enviados para a corretora continuarão nominais e sob propriedade do investidor. Dependendo do investimento escolhido a custódia poderá ser de uma instituição diferente, mas a propriedade dos recursos sempre será do investidor. Isso significa que no momento em que o investidor quiser trocar de corretora ele não precisa resgatar seus investimentos para que ele possa gerenciar sua carteira de investimentos na nova corretora. Isto vale para ações, títulos públicos e todos os títulos privados, como LCI, LCA, CRI, CRA, CDB, debêntures, entre outros. Para o caso de fundos de investimentos cada caso deve ser analisado separadamente, pois fundos não possuem a figura do “custodiante”.

 

Como eu abro minha conta? Tenho que ir até uma corretora?

Felizmente hoje é muito fácil abrir uma conta em uma corretora de valores. Com as facilidades oferecidas pela internet, basta você entrar no site da corretora e procurar por algum botão do tipo “Abra sua conta”. O cadastro costuma ser gratuito e você não precisa depositar um valor mínimo para realizá-lo.

Contudo, normalmente são solicitados uma série de informações e documentos para a efetivação da abertura da conta na corretora:

  • Documentos e dados pessoais. Cadastro simples que pede documentos como CPF, RG e dados pessoais como endereço, informações de contato e informações profissionais.
  • Informações financeiras e patrimoniais. É preciso cadastrar uma média dos seus rendimentos da sua profissão (salário, distribuição de lucros, pró-labore), valores e rendimentos obtidos com aplicações financeiras e também dados patrimoniais (soma dos valores em bens móveis e imóveis). Esses valores não precisam ser rigidamente exatos. A corretora poderá utilizar estes dados para direcionar produtos mais adequados para cada tipo de cliente, ou até mesmo para ter uma comunicação adequada com cada investidor.
  • Dados bancários. Cadastro dos dados das contas bancárias que serão utilizadas para transferir recursos para a corretora de valores e também para realizar resgates.
  • Declarações. Esta é apenas uma lista com algumas perguntas em que o investidor deverá afirmar se é ou não classificado como investidor qualificado ou profissional, se é pessoa vinculada à corretora, se é ou não pessoa politicamente exposta, entre outras declarações.
  • Termos e cadastramento de assinatura. O investidor precisa confirmar que concorda com os termos da corretora.
  • Perfil do investidor (suitability). Toda instituição financeira é obrigada a coletar dos seus clientes o preenchimento de um questionário de suitability, que irá definir o perfil do investidor. Com as respostas desse questionário a corretora irá definir os produtos que serão ofertados para o cliente. Por exemplo, clientes com perfil conservador não terão acesso a investimentos em ações, a menos que ele atualize suas informações de perfil de investidor.
  • Documentos adicionais. Após o cadastro, a corretora escolhida pode pedir ainda o envio de alguns documentos digitalizados, como RG, CNH, CPF e comprovante de residência. Depois de tudo preenchido e enviado a corretora pode levar alguns poucos dias para analisar o cadastro e liberar o login para o investidor.

Um ponto interessante é o seguinte: exceto em relação aos bancos digitais (em que as contas também são feitas eletronicamente, sem papel), o processo é muito mais simples e bem menos burocrático do que abrir uma conta bancária (onde você obrigatoriamente precisa ir até a agência e ainda depositar algum valor em dinheiro no ato de abertura da conta). Praticidades e facilidades da vida moderna!

Conta aberta, e agora?

Depois da conta aberta, para começar a aplicar pela corretora, o investidor terá que fazer uma transferência eletrônica (TED) do seu banco para a corretora. A conta corrente da corretora não é em nome do investidor, mas é uma conta em que todos os depósitos devem ser identificados senão são devolvidos. Sendo assim, o investidor somente conseguirá fazer a transferência a partir de uma conta bancária com seu próprio CPF, caso contrário a TED será devolvida à conta de origem. Isso traz mais segurança ao investidor.

Portanto, para começar basta realizar uma transferência bancária no valor em dinheiro que você deseja começar a investir. Se você tiver conta no mesmo banco da corretora, não terá custos para realizar essa transferência.

Caso contrário, pode ser que tenha que pagar uma tarifa de DOC ou TED a cada vez que for enviar dinheiro para a corretora; e isso é custo que não pode ser deduzido de nenhuma operação. Portanto, tente evitar isso, por exemplo, abrindo uma conta em bancos que a corretora utiliza ou em bancos que não tem cobrança desse tipo de taxa, como a maioria dos bancos digitais. Já tratamos sobre TED e DOC no episódio #101 e sobre Bancos Digitais no episódio #116; confere lá!

A maioria das corretoras trabalha com pelo menos três bancos diferentes para facilitar as transferências e cobrir um número maior de clientes, deixando assim os custos mais baixos possíveis. Bancos como Itaú, Bradesco e Banco do Brasil são os mais comuns.

Uma vez que você fez a transferência do dinheiro, você passa a ter este “crédito” na corretora, e a partir deste momento poderá comandar suas aplicações no produto financeiro que desejar. Desde que você respeite a regra de fazer transferência via TED (nunca depósito em dinheiro ou cheque ou mesmo DOC), tudo ocorrerá de forma automática.

E se eu precisar pegar o dinheiro de volta?

Neste caso, é muito simples também. Se o dinheiro estiver investido em algum produto financeiro, primeiro é necessário resgatá-lo ou vende-lo para que o valor fique disponível na sua conta corrente da corretora. Alguns tipos de investimento devolvem seu dinheiro no mesmo dia; outros investimentos em até 3 dias após a solicitação do resgate, enquanto outros têm carência ainda maior. Isso varia e cada caso precisa ser analisado.

Uma vez que o dinheiro está na sua conta da corretora, basta procurar o botão “Resgatar” no site da corretora, informar o valor de retirada e, conforme os horários de transferência praticados pela corretora, você terá seu dinheiro na sua conta do banco no mesmo dia ou no máximo no próximo dia útil.

E agora quero te dar uma informação bônus:

 

É possível abrir conta para menor de idade? Se sim, como que abre conta para quem é criança ou adolescente?

Respondendo à primeira pergunta: sim, é possível abrir conta para menor de idade, desde que a criança ou adolescente tenha CPF. De acordo com as informações de Perfil de Investidor disponibilizadas pela B3, 2019 fechou o ano com mais de 6.500 contas de crianças e adolescentes de até 15 anos abertas, com patrimônio estimado em mais de 2 bilhões de reais. Ou seja: criança e jovem também pode investir!

Não importa a idade que a criança ou adolescente tenha, basta ter CPF e seguir o mesmo procedimento de registro em uma abertura normal. Contudo, o responsável legal pela criança também será o responsável pela conta dele, fazendo os investimentos e tomando as decisões até sua maioridade.

Mas como que vai ocorrer a transferência dos recursos para a conta do seu filho?

Na maioria das corretoras existem dois modos:

  1. Se a criança ou adolescente tiver conta bancária, poderá transferir da sua própria conta para a corretora.
  2. Se a criança ou adolescente for 2º titular da conta do responsável pela conta, poderá cadastrar a conta como conjunta na corretora e realizar as transferências normalmente.

Pode acontecer de, em alguns casos, a corretora pedir mais confirmações para a abertura de conta do menor; em algumas situações até solicitar cópias autenticadas de documentos para os responsáveis, visto que todo processo deve ser feito com segurança e transparência. Pode ser um pouco mais burocrático nesse sentido, mas o processo de abertura é basicamente o mesmo.

Espero que tenha gostado do episódio de hoje! Abrir uma conta em uma corretora de valores é algo bem simples e tranquilo. O processo é mais direto e rápido do que parece. O que existe é um certo “tabu” que diz que tudo isso é algo complexo, “coisa de rico” ou de quem tem muito dinheiro. Mas isso tudo é conversa fiada… Se você ainda não investe através de corretora já passou da hora de praticar investimentos mais inteligentes e que proporcionam melhor retorno!

E muita gente me pergunta: “Phillip, qual corretora que você utiliza em seus investimentos?” Depende. Esse podcast não é patrocinado por nenhuma das instituições das quais sou cliente, portanto essa são minhas opções atuais, ok!? Se for para produtos bancários (como CDB, LCI, LCAs e outros), fundos de investimento diversos ou debêntures, eu uso ou a XP Investimentos ou a Easynvest; se for para comprar ações, eu uso a Clear Investimentos. Isso significa que você deve abrir conta nessas corretoras? Não necessariamente. Você abre conta naquela que você achar que for mais interessante para você; por isso recomendo que abra em algumas e teste serviço, resposta, atendimento, a plataforma, etc. Eu pondero muito sobre as questões de custo; se a plataforma da corretora é fácil de mexer e se o homebroker tem as funcionalidades que preciso e é estável; e em relação à variedade de possibilidade de investimentos. E, pelo menos até então, essas corretoras têm me atendido bem – apesar de ter conta em pelo menos mais 5 corretoras diferentes! No dia em que não me atenderem mais, eu mudo. Simples assim.

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O link vai estar disponível na descrição do episódio!

Ficamos por aqui e até a próxima semana com mais uma dica para a sua vida financeira!

Aqui é Phillip Souza, o Investidor Inteligente!

Investidor Inteligente do Dicas Curtas

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