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“168 Como as emoções podem interferir na sua vida financeira?”

Nós somos influenciados por vários tipos de afetos: medo, culpa, alegria, angústia, amor, inveja, tristeza, compaixão e vários outros afetos. 

O ser humano é emocional, por mais que se diga por aí que alguém é extremamente racional é mentira! A pessoa usa de processos racionais, mas a base de suas decisões é emocional, pois a linguagem interna (sim, a voz que está em sua cabeça) pode traduzir em palavras determinadas decisões emocionais dando a impressão de estar sendo racional.

Porém, se identificarmos quais afetos podem estar interferindo em nossa vida emocional, podemos mudar o rumo de como o dinheiro vai fluir em nossas vidas. O que te atrapalha sabota o seu desejo e, consequentemente, as suas decisões.

Continue acompanhando esse episódio, pois hoje vamos valar um pouco sobre emoções e dinheiro.

Esse é o podcast do Investidor Inteligente que todas as semanas traz para você informações valiosas sobre sua vida financeira, respostas sobre como usar melhor o seu dinheiro de maneira mais harmônica, procurando te ajudar na importante tarefa de se tornar mais sensível à sua vida financeira para cuidar bem do seu dinheiro.

 

Eu sou Phillip Souza, terapeuta financeiro especialista em inteligência financeira, treinador e palestrante, consultor e educador financeiro, o expert em Finanças e Investimentos do Dicas Curtas. Você me encontra nas diferentes redes sociais através do @phillipsouzabr.

 

Tenho o nobre e ousado objetivo de te ajudar a destravar a sua mentalidade e entender que a prosperidade também é para sua vida: ao usar bem o seu dinheiro você pode desfrutar de qualidade de vida, fazer com que ele sobre e investi-lo para realizar seus sonhos e objetivos! E, dessa forma, poderá se comportar de forma mais sábia e próspera em relação às suas finanças, transformando-se em um investidor ainda mais inteligente.

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Dinheiro é extremamente afetivo. Talvez você não tenha consciência, mas tudo o que você faz ou deixa de fazer com o seu dinheiro tem um embasamento emocional, seja ele simples ou altamente complexo.

Provavelmente você já me ouviu falando um pouco sobre isso.

Contudo, geralmente quando escutamos algo relacionado a afeto, tendemos a pensar apenas nas sensações boas, como amor, carinho, afeição. Afeto tem a ver com emoções e sentimentos: e sabemos que existem emoções e sentimentos mais baixos (que chamamos de ‘negativos’) e mais elevados (que chamamos de ‘positivos’) que podem variar de acordo com uma série de circunstâncias e atitudes internas e externas.

Nenhum extremo na vida é saudável, pois ambos limites podem nos levar a fazer muita, mas muita besteira. Levante a mão quem nunca fez uma compra porque estava muito feliz e queria extravasar? Ou fez aquela comprinha porque queria se animar um pouco, depois de um dia estressante ou mesmo depois de um momento de tristeza? Eu já fiz, você provavelmente também já.

Uma coisa que é muito importante desmitificar é que não existe controle emocional: existe gestão emocional. Você não controla suas emoções, mas pode condicioná-las bem como pode condicionar diferentes reações a partir de diferentes situações: em um processo terapêutico isso pode ser desenvolvido quando você entende o que precisa fazer, como pode fazer isso e pratica por tempo suficiente até que se torne automático – você já escutou um pouco sobre esse processo de mudança no podcast anterior, lembra?

Emoções são mensageiras, servem para nos guiar, como uma bússola precisa, para o nosso verdadeiro lugar. Elas nos mostram o quanto estamos ligados ou desligados de nosso verdadeiro EU e quando você resiste às emoções, resiste à sua verdadeira natureza.

Mas existe gente que resiste às boas emoções?

Claro que sim! São as pessoas que não se sentem merecedoras da felicidade, são as pessoas que se sabotam, que sempre que sentem bem-estar pensam “ta bom demais pra ser verdade” e arranjam algo para estragar. Então, resistir às emoções positivas é resistir ao seu EU INTERIOR.

Mas não devemos resistir à raiva, ao medo, à insegurança, etc…?

Claro que não. As emoções negativas nos mostram exatamente em que pontos estamos desconectados com o nosso EU INTERIOR e de Deus, uma vez que todas as emoções negativas são derivadas do medo que é um claro indicativo de falta de fé na vida.

Portanto, antes de mudar alguma coisa precisamos tomar consciência do que está acontecendo. E tomar consciência sobre as emoções que estão permeando nossas decisões financeiras é essencial para o começo do processo de mudança, principalmente quando estamos com dificuldade de progredir ou de executar aquilo que nos propomos em relação à nossa vida financeira.

Quase sempre as coisas não funcionam na nossa vida financeira por conta de autossabotagem (imagino que você também tenha pensado nas suas autossabotagens sobre saúde, mas isso é assunto para o Super Nutricionista e para o Cara da Academia – dois podcasts do Dicas Curtas que são excelentes sobre o assunto). E é claro: imprevistos acontecem e temos que nos ajustar e eles podem atrapalhar o plano original; mas mesmo quando imprevistos surgem, se existem processos de autossabotagem você acaba deixando suas resoluções de lado e nunca alcança o seu propósito.

E autossabotagem nada mais é do que conflitos internos: parte de você quer muito poupar para poder comprar ou fazer aquela coisa bacana no futuro, mas outra parte quer torrar tudo hoje, naquele novo brinquedinho que poderia esperar um pouco mais para ser comprado, e outra parte ainda pode ficar paralisada porque não sabe que decisão tomar: então não toma nenhuma. Você já sentiu essa confusão interna? Na programação neurolinguística chamamos isso de conflito de partes.

Mas como disse, antes de saber se é ou não algum tipo de autossabotagem (porque pode não ser), precisamos investigar e seguir as evidências. E as evidências estão nas decisões financeiras que sempre deixam rastros emocionais.

 

Poxa Phillip, mas que tipo de emoções eu tenho que ficar atento?” Como eu falo para milhares de seguidores ao redor do mundo, eu não tenho como precisar que tipo de emoção de baixa qualidade que está te atrapalhando. Cada pessoa experimenta o mundo de uma forma muito peculiar e cabe a você ser o seu próprio vigia, investigador e juiz: por mais que eu tenha a capacidade de te ajudar em sua jornada de autodescoberta e te ajudar a superar bloqueios financeiros e emocionais, seja aqui no podcast, seja em um atendimento personalizado, todas as respostas estão dentro de você. Eu só conduzo: você quem faz a mágica acontecer!

 

Porém, existe um conjunto muito comum de estados emocionais que permeiam as decisões financeiras da maioria das pessoas e que atrapalham o progresso nessa área. Vamos passar um pouco por eles para que, quem sabe, desperte em você um nível mais profundo de consciência!

Lembre-se: não existe controle emocional, existe gestão emocional. E identificar os afetos que podem estar te prejudicando pode te ajudar a começar a canalizar de forma mais eficiente tempo, energia, dinheiro, emoções que antes estavam direcionados para os impedimentos e bloqueios, mas depois de identificados, resolvidos e recondicionados podem ser direcionados para seus sonhos e objetivos.

Eu disse que as emoções são mensageiras. Então, por exemplo: a impotência e o desespero nos mostram que perdemos o rumo em algum momento e devemos procurar ajuda para pegar a estrada certa.

A insegurança nos mostra que não nos sentimos preparados o suficiente ou que estamos nos comparando com padrões fora da realidade, quando as pessoas pensam que se fossem boas de verdade mudariam tudo de uma vez.

A culpa nos mostra que nos afastamos de nossos valores fundamentais, daquilo que achamos certo ou que estamos com padrões rígidos demais e regras impossíveis de cumprir.

Não vou listar toda a escala das emoções negativas porque você já entendeu: sempre tem uma mensagem acompanhada da emoção.

De forma bem básica somos guiados por dois sentimentos maiores: medo ou amor. A partir deles desmembram-se todas as outras emoções, sendo que damos nomes e significados diferentes, mas as raízes essenciais são essas. Você já deve ter ouvido isso: “o perfeito amor lança fora todo medo”.

Vamos falar sobre medo, vergonha, culpa e um tipo de medo específico: o medo de perder dinheiro.

 

Medo

Medo é uma emoção extremamente poderosa. No mundo em que vivemos essa emoção pode ser altamente lucrativa, já que na mídia, remédios e segurança são produtos em que as pessoas compram nas ondas de pânico.

Entenda: não estou falando para ser imprudente e muito menos para não tomar cuidado com o que quer que seja, pois todos estamos sujeitos a questões de segurança e de doença. Mas com tanta informação circulando sobre possibilidades de evitar doenças e sobre situações inseguras ficamos temerosos com essas questões.

O medo pode promover o consumo. Quer um exemplo? Não, eu não vou falar de coronavírus. Lembra quando teve um acidente aéreo aqui no Brasil? O que aconteceu com as viagens de avião? Despencaram. Se você procurar informações, muita gente preferiu ir para as estradas para viajar (seja de ônibus ou de carro) e isso mudou e aumentou o consumo no setor automobilístico e setores correlatos.

Isso significa que voar de avião, depois de um acidente aéreo, se torna algo extremamente perigoso? Não mesmo. Mas todo mundo fica com medo e só se fala nisso, não é? Porém, voar é estatisticamente mais seguro do que dirigir pelas estradas, ainda mais no Brasil.

E o setor automobilístico? Seguros, combustível, novos carros… tudo isso aquece o setor. Mas observe: nesse exemplo, o que desencadeou a mudança mesmo? O medo.

Um ponto muito importante relacionado ao medo é a insegurança sentida ou percebida com a possibilidade de assassinatos, roubos, pandemias, desempregos. São consequências reais? Sim, são – disso ninguém tem dúvidas. Mas o hiperconsumo motivado pelo medo traz uma sensação de perigo constante, um medo ininterrupto, e isso, além de consequências desastrosas para nossas vidas emocionais (também tem impacto negativo no cérebro), traz consequências desastrosas para o nosso bolso.

 

Vergonha

De forma bem objetiva, a vergonha tem a ver com o medo do ridículo, tem a ver com a desonra humilhante provocando uma sensação de insegurança, do medo de julgamento dos outros, trazendo também a sensação de inferioridade. Fisiologicamente, quando sentimos vergonha, o rosto cora, fica vermelho – e isso tem a ver com a desvalorização da própria imagem diante dos outros. A vergonha é uma manifestação de autodepreciação.

E qual o problema relacionado com dinheiro, quando sentimos vergonha? Geralmente consumimos alguma coisa para que nós possamos nos sentir mais valorizados, por nós mesmos. Quantas vezes você já deparou com algo que outra pessoa tem, que é melhor do que aquilo que você possui e não sentiu vergonha? E para diminuir ou resolver essa sensação desconfortável você não foi lá e comprou a mesma coisa ou até algo melhor do que o outro? Se não aconteceu com você, tenho certeza que você já viu isso acontecendo com alguém. Esse tipo de decisão financeira é para que a pessoa tentar se valorizar através de algo externo; é para tentar diminuir ou eliminar a sensação de vergonha, tirar a ideia de julgamento dos outros (seja esse julgamento real ou imaginário).

A vergonha demonstra a falta de auto apreciação da pessoa, além da falta de autoconhecimento e da falta do entendimento da própria essência. E por não se saber com clareza quem você é, inconscientemente, você tenta suprir ou resolver a vergonha se equiparando. Você já deve ter entendido que esse caminho pode levar às dívidas, mas também pode levar a problemas com relação aos investimentos.

Quem investe vai errar. Sinto muito, mas não existe 100% de acerto. Investimento lida com o futuro, que é completamente imprevisível. Porém, quem é investidor de sucesso, erra, assume o erro, assume rapidamente a perda e transforma o significado da experiência em aprendizado. Quem ainda não está emocionalmente amadurecido com a vida de acertos, erros e aprendizados com os investimentos, erra, sofre derrotas e vivem sob o domínio da culpa. Não se perdoam, se corroem internamente, misturam vergonha, medo, culpa, raiva, tristeza, ressentimento: e fica deitado no chão, ao invés de se levantar e tentar de novo.

 

Culpa

Você já comprou um presente ou decidiu fazer um agrado para alguém porque se sentiu… CULPADO?

A culpa é uma acusação ou autoacusação por algum ato inadequado, uma falta ou um crime, seja isso real ou imaginário. Esse sentimento está ligado à uma peculiar forma de audição da nossa implacável voz interior que acompanha o culpado, mesmo que ele se enfie em uma caverna sozinho.

Às vezes a culpa é real: você pode ter feito algo para prejudicar alguém, mesmo que sem querer, e se sente mal com isso – e quer reparar ou ao menos diminuir o grau de dano provocado.

Mas tem gente que sente culpa por outras coisas que estão apenas na cabeça dela: talvez, você possa se sentir culpado por dar um jantar bacana ou por ter algumas coisas que sua família de origem não pode ter devido a restrições.

E assim, nesse processo, a pessoa pode fazer MUITO dinheiro, mas ela logo arranja um jeito (inconsciente) de se livrar dele. Não é um processo racional, afinal: quem, em sã consciência, torraria rios de dinheiro por se sentir culpado?

Se você briga com seu companheiro, se você fica menos tempo com os filhos, se esquece alguma data importante, se fez ou deixou de fazer algo que considere importante em relação aos seus amigos, colegas de trabalho e/ou família, provavelmente sentirá culpa: e é muito comum tentar reparar aquilo que você considera como erro ou falha com algum presente.

E qual o problema com isso? Se você sente culpa e tende a compensar o outro financeiramente saiba que está alimentando relações manipulatórias em sua vida, além de se endividar ou deixar de realizar seus sonhos!

A culpa é uma moeda cara, facilmente encontrada, mas dificilmente reconhecida.

O que fazer? Para que a ‘culpa do consumidor’ ou a ‘culpa do endividado’ não sejam fantasmas que te assombrem, analise as motivações que te levaram a tomar tais decisões de consumo.

 Quando a motivação é a culpa, qualquer valor pago por indenização afetiva, além de ser algo inútil, nunca será o suficiente.

 

Medo de perder dinheiro

E por fim, voltamos ao medo, mas um medo específico: o medo de perder dinheiro.

Esse é um dos maiores medos que encontramos na vida financeira. Uma de suas manifestações mais comuns é quando não nos sentimos capazes ou não nos consideramos suficientemente inteligentes para administrar nosso dinheiro e nossos investimentos e delegamos a outra pessoa: geralmente para… o gerente do banco.

Não tenho nada contra gerente do banco, mas quero ressaltar isso daqui novamente: gerente de banco não trabalha para você. Ele defende os interesses da instituição financeira da qual é funcionário. Se ele não fizer isso ele é demitido: então ele tem meta para vender produtos bancários, abrir contas, oferecer e convencer de linhas de crédito – é o trabalho dele. Mas não necessariamente isso é bom para você; na maioria das vezes esses tipos de decisões não são boas para você.

O medo de perder dinheiro está intimamente conectado ao medo de errar. Mas, aos poucos, temos que aprender a abraçar o erro porque ele nos traz a semente valiosíssima do aprendizado. E a gente só cresce se continuar a aprender. Para isso precisamos estudar, ler, escutar bons profissionais, testar com pouco dinheiro quando se está aprendendo, pedir ajuda de quem vai lutar pelos seus interesses – não os próprios interesses.

Muitas pessoas vêm até mim porque ou não sabem fazer alguma coisa e precisam de ajuda ou não estão conseguindo destravar a vida financeira por algum motivo. Mas eu sempre digo que eu não quero que a pessoa se torne dependente de mim; não mesmo! Quero que amadureça, evolua e siga os seus próximos passos. Se tiver algum ponto na caminhada que teve um impedimento e que eu posso ajudar, é só me procurar que vemos o que precisa e pode ser feito.

Mas é essencial aprender: aprender a gerir o próprio dinheiro, fazer uma boa gestão do crédito, da administração de riscos, do direcionamento dos recursos poupados.

Ganhar ou perder faz parte do jogo; mas quanto mais planejadas forem suas ações e mais equilibradas forem suas reações (emocionais) melhor será seu desempenho financeiro.

É importante lembrar que essas são apenas algumas das inúmeras emoções que encontramos e que podem apresentar bloqueios para sua vida financeira. Existem várias outras que podem desencadear reações inadequadas. Quando uma emoção muito ruim de sentir vier com intensidade, identifique-a, reconheça que ela é alguma variação do medo, respire fundo e se pergunte “o que essa emoção está tentando me dizer? O que significa isso?

Se você fugir das emoções ou resistir a elas, sejam quais forem, estará caminhando diretamente para longe da luz e simplesmente atrasando seu crescimento e amadurecimento.

Vamos continuar a conversar sobre esse assunto! Me procura no Instagram @phillipsouzabr e me manda um direct ou faça algum comentário relacionado na publicação referente a esse episódio!

Eu gosto muito de saber das necessidades de quem acompanha o meu trabalho, pois assim eu posso ajustar e alinhar aquilo que apresento aqui para poder te ajudar a dar o seu próximo passo.

Eu não sei se você sabe, mas o podcast do Investidor Inteligente também pode ser um pouco seu! Acesse a transcrição no blog do Dicas Curtas caso queira deixar algum comentário para esse episódio! E você também pode participar mais fazendo a mesma coisa encontrando a postagem no perfil do Dicas Curtas tanto no Instagram (siga @dicascurtas) quanto na fanpage dO Investidor Inteligente no Facebook. Aproveita para seguir o perfil, curtir a página e as postagens, marcar seus amigos e compartilhar com eles o que você está aprendendo aqui!

 

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Todos os links estão na transcrição no blog e na descrição dos episódios.

Aproveite para escutar ou reescutar outros episódios que sejam importantes para você nesse momento. É muita informação e uma acaba se conectando as outras, fazendo uma mistura ainda melhor!

 

Lembre-se de cuidar bem de você, de sua família e de suas finanças!


Investidor Inteligente do Dicas Curtas

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