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“169 Como Desenvolver sua Inteligência Financeira”

Quando nós começamos a lidar com o mundo das finanças, e até para quem já tem algum tempo de estrada, nos deparamos com uma variedade de assuntos, desde os mais simples até os mais elaborados – coisa que quem é leigo na área financeira nem se atreve a entender.

E tudo bem, você não precisa saber de tudo: você precisa saber como funciona sua vida financeira, ao menos o básico, e saber usar bem o dinheiro que produz – e claro, dentro do possível melhorar aos poucos nos aspectos que são relevantes para você nesse momento de sua vida.

Muito cedo nós nos deparamos com o conceito de inteligência financeira. E passa-se a impressão de que quem é inteligente, no conceito tradicional, é quem vai conseguir lidar bem com dinheiro. Vamos entender melhor o que se trata inteligência financeira e como você pode desenvolvê-la.

O Investidor Inteligente é o podcast que todas as semanas te ajuda a dar um upgrade na sua vida financeira te provocando a ampliar sua visão e te oferecer informações de qualidade sobre dinheiro, além de orientações e estratégias claras e específicas que podem mudar e melhorar completamente a relação com suas finanças seja para solucionar seus desafios, seja para alcançar seus mais ambiciosos objetivos, tanto de forma conceitual quanto de forma prática.

 

Eu sou Phillip Souza, terapeuta financeiro especialista em inteligência financeira, treinador e palestrante, consultor e educador financeiro, o expert em Finanças e Investimentos do Dicas Curtas. Você me encontra nas diferentes redes sociais através do @phillipsouzabr.

Meu propósito é te ajudar a destravar a sua mentalidade e entender que a prosperidade também é para sua vida: ao usar bem o seu dinheiro você pode desfrutar de qualidade de vida, fazer com que ele sobre e investi-lo para realizar seus sonhos e objetivos! Se comportando de forma mais sábia e próspera em relação às suas finanças você se transformará em um investidor ainda mais inteligente!

Esse e os outros podcasts do Dicas Curtas são gratuitos. Portanto, você pode acompanhar e assinar agora o Investidor Inteligente nas diferentes plataformas de podcast seja através do seu dispositivo Apple ou Android, sendo que você também pode encontrar o Investidor Inteligente pelos apps Spotify ou Deezer.

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Sendo bastante objetivo e para alinharmos algumas ideias, vamos entender primeiro o conceito de inteligência.

Inteligência tem sido definida popularmente e ao longo da história de muitas formas diferentes, tais como em termos da capacidade de alguém para lógica, abstração, memorização, compreensão, autoconhecimento, comunicação, aprendizado, controle emocional, planejamento e resolução de problemas.

Dependendo do enfoque dado a esse conceito acabamos nos limitando àquela pessoa que é o melhor aluno da turma, o que tem mais capacidade de fazer provas, de acertar mais naquilo que é ensinado na escola. E isso não é completamente verdade.

Você já deve ter ouvido falar da teoria das inteligências múltiplas, desenvolvida pelo psicólogo Howard Gardner que inicialmente identificou sete diferentes tipos de inteligência: lógico-matemática, linguística, espacial, musical, cinemática, intrapessoal e interpessoal – sendo que essas duas últimas são largamente discutidas por Daniel Goleman, autor do best-seller Inteligência Emocional. Mais recentemente, Gardner expandiu seu conceito acrescentando à lista a inteligência naturalista e a inteligência existencial. E ainda existem outros tipos de estudos que mostram que podemos ter uma variedade de mais de 120 tipos de inteligência.

Estou dizendo tudo isso porque não podemos limitar a ideia de inteligência ao conceito que somos ou não taxados na escola: o entendimento é bem mais abrangente.

Mas, se pudermos colocar uma base em comum, podemos afirmar que

inteligência é a faculdade de conhecer, compreender e aprender; a capacidade de compreender e resolver novos problemas e conflitos e de se adaptar a novas situações.

 

Deixa eu te falar uma coisa: independente do que já podem ter dito para você no passado (se foram seus professores, colegas, pai, mãe, tios, quem quer que seja) falando que você não era inteligente, eu afirmo que você é sim, inteligente. O que pode acontecer é que naturalmente você pode ter mais facilidade de se desempenhar bem com algum tipo específico de inteligência, mais do que outro – só que o ser humano é uma máquina de aprender. E inteligência é algo que pode ser aprendido. E você pode usar a inteligência que você já tem aptidão para aprender as outras, se quiser: só tem que saber como fazer ou mesmo usar sua criatividade.

 

Então, a partir da nossa definição,

 

inteligência financeira é a faculdade de conhecer, compreender, aprender e resolver novos problemas e conflitos e de se adaptar a novas situações que envolvam finanças, dinheiro, crédito, investimentos.

 

Simples assim. Inteligência financeira é um conceito que vai muito além de ter dinheiro na conta bancária. É a habilidade de lidar com as finanças de forma equilibrada e sensata, de maneira a manter a segurança financeira no presente e, também, prosperar no futuro. É como eu falo sempre no início dos podcasts, quando sugiro que você assine o Investidor Inteligente: o que é transmitido aqui é para que você possa alcançar um bom desenvolvimento na sua vida financeira tanto no presente quanto no futuro! O meu propósito, o tempo todo, é te ajudar a desenvolver a sua inteligência financeira!

Eu quero lembrar que é só uma definição e ela pode mudar, pode evoluir.

Mas vamos lá…

 

Quais são as habilidades básicas para uma pessoa se tornar mais financeiramente inteligente?

 

A habilidade mais básica não só nas finanças, é a habilidade de gestão, no nosso caso, a gestão do dinheiro. Você pode produzir muito dinheiro, ganhar valores bem altos, mas por não fazer uma boa gestão, por não saber usar bem o próprio dinheiro, talvez usando apenas para seus desejos e vontades do presente, não importa quanto dinheiro produza: não constrói muita coisa. Você pode adotar essa forma de gestão precária como estilo de vida, mas se seu futuro chegar você pode vir a ter sérios problemas além do financeiro.

Gerir bem o dinheiro (e observe, eu não falei “controle”) tem a ver com fazer o dinheiro trabalhar a seu favor; saber de onde ele está vindo e principalmente para onde ele está indo, identificando como você utiliza seu dinheiro. Para isso nós precisamos fazer algum tipo de registro, mesmo que mais simples, para ter ao menos uma noção de quais são os nossos principais gastos e ir monitorando se nossa vida financeira está equilibrada.

Uma outra habilidade básica para fazermos bom uso do dinheiro, para progredirmos material e financeiramente e realizar nossos sonhos, é a habilidade de saber construir de forma adequada nossos objetivos de vida que envolvam dinheiro. Isso envolve ter bastante clareza das suas prioridades, aquilo que realmente é importante para você na sua vida. Aquilo que é prioridade você vai dar um jeito de se ajustar para fazer acontecer – seja aprendendo mais, seja se instruindo, seja pedindo ajuda. Aquilo que você diz ser prioridade, mas não é, vai ficar de lado ao longo do caminho.

Tem muita gente que deseja chegar no primeiro milhão de reais (e essa uma meta louvável, o sonho importado dos Estados Unidos), mas não tem nem R$1.000 poupados! Antes de ser milionário você precisa aprender a ser milhário! O topo da escada pode ser o R$1 milhão, mas existem vários degraus até chegar lá: olha para o topo, olha para seu objetivo final para não perder o rumo, mas presta atenção ao próximo pequeno passo para não escorregar.

E por que estou falando isso? Seu objetivo não precisa ser o “R$1 milhão”; você pode querer mais, ou querer menos – lembrando que, dependendo do seu padrão de vida, você pode ter independência financeira antes do milhão. O ponto é que essa é uma habilidade básica na vida, inclusive na vida financeira: devemos estabelecer de forma adequada nossos objetivos. Um de cada vez, até chegar onde almejamos.

Outra capacidade essencial é a habilidade de planejamento. Não precisa ser algo tão elaborado, pelo menos não a princípio. É bem naquela ideia: “eu quero isso; como que eu vou alcançar, quais são os meios, o que precisa ser feito?”. Definição de objetivos e planejamento andam de mãos dadas, senão trata-se apenas de sonhos.

Uma outra capacidade básica é a habilidade de monitoramento e análise da sua vida financeira. Lembra, começa pelo registro, pois como pode corrigir desvios se você não tem noção de como está sua vida financeira? Se um mês foi melhor do que o outro, o que pode ter acontecido para ter conseguido um resultado melhor? Será que isso pode ser repetido? Ou se não foi tão bom, por algum motivo gastou mais do que devia: o que aconteceu? O que você tem que tomar cuidado para evitar o deslize ou o erro novamente?

Junto com as habilidades de analisar e monitorar vem a habilidade de correção: corrigir suas estimativas e, principalmente, corrigir os desvios, caso você tenha exagerado em algum momento no seu último ciclo financeiro. Lembra: o foco é no topo, mas durante o caminho temos inúmeras variáveis importantes que podem acelerar o processo de conquista e construção ou trazer impedimentos que precisam ser solucionados.

Com isso que descrevi você adquire as habilidades básicas de inteligência financeira. Qual o próximo passo? Repetição. Fazer uma e outra vez, uma e outra vez, até conseguir o que se almeja.

Não tem glamour, a vida não é um morango. Mas o significado que você dá para todo esse processo é que vai fazer com que sua vida e seus esforços sejam doces ou amargos. É dádiva divina você desfrutar daquilo que você ganha bem como desfrutar do trabalho que você faz. Aproveite o caminho e se delicie no topo, com o objetivo realizado.

Quer mais uma habilidade básica importante? Habilidade de revisão. Mesmo que de forma mais simples, se você se propuser a desenvolver mais inteligência financeira, as suas finanças já estarão sendo monitoradas. Mas é essencial você rever os seus objetivos de tempos em tempos: tanto para você namorar mais aquilo que quer alcançar, quanto para fazer mudanças, alterações. Planejamento é feito a lápis: se você precisar mudar, você pode mudar. A vida é sua: você faz o que quiser dela!

Além de desenvolver metas para o longo prazo você também pode construir metas mais próximas, de curto e médio prazo. E isso precisa ser revisto de tempos em tempos: a cada 4 meses, a cada 6 meses, você define; mas pelo menos uma vez por ano tem que rever o rumo que sua vida está tomando – gosto de usar o ano novo ou o meu aniversário – que é em agosto – para fazer essas coisas.

Isso tudo o que foi tratado até agora costuma te trazer saúde financeira e te dá base para implementar as habilidades complementares de inteligência financeira.

 

Até agora, entendemos muitas das habilidades básicas de inteligência financeira: gestão, definição de objetivos, planejamento, monitoramento e análise, correção, repetição e revisão. Parece ser muita coisa, mas uma está ligada à outra. Talvez você tenha um pouco mais de dificuldade em alguma delas. Mas é uma questão de manter na consciência e ser consistente na prática até que fique inconsciente e se torne um aprendizado real (lembra do podcast 167? Pois é, se você não escutou, escuta que vai entender bem do que estou falando).

 

Quais são as habilidades complementares para uma pessoa se tornar mais financeiramente inteligente?

 

Talvez de forma direta ou indireta nas habilidades básicas já lidamos com isso.

Contudo, podemos aprender a consumir melhor: fazer compras mais vantajosas, mais inteligentes, evitando o mau uso e o desperdício do dinheiro que produzimos. Usar o dinheiro, de forma planejada para comprar aquilo que precisamos e, dentro do que foi previamente pensado, comprar aquilo que desejamos, desde que não nos prejudique ou prejudique nossos planos.

Comprar é muito bom; precisamos fazer com consciência e entender que sempre haverá um custo, principalmente na realização de nossos desejos. Não tem problema você realizar seus desejos agora: você vai viver o momento, você vai aproveitar o momento. Mas vale a pena pensar e ponderar se não dá para ter um equilíbrio entre o gastar hoje, agora, e o poupar e investir para gastar amanhã – talvez em um futuro breve ou em um futuro bem distante.

A habilidade de consumir, de comprar, vem com outras capacidades: negociação, comunicação, comparação (entre ofertas e oportunidades), avaliação do custo de oportunidade (a ideia de se eu compro agora, o que posso estar ganhando ou perdendo), de fazer cálculos e verificar se cabe fazer a compra agora e por fim, a tomada de decisão: se sim, se não ou, pelo menos, se agora não.

Se dar a chance de refletir sobre as compras, os gastos que você faz, principalmente os desejos – quaisquer que sejam eles – te dá a oportunidade de verificar se você está usando o seu dinheiro naquilo que realmente faz sentido e importa para você. Às vezes parcelar determinada compra em 10 vezes pode ser desnecessário; portanto você pode se dar a chance de refletir se adquirir aquele item é realmente necessário – ou se é só desejo que não pode ser realizado agora.

Aprender a consumir tem a ver com lidar com os instrumentos, as ferramentas que existem no mercado financeiro: cartão de crédito, empréstimos, financiamentos. São ferramentas que podem te trazer benefícios e talvez até algum custo financeiro. Não sou daqueles de endemonizar o crédito: só existem pessoas que, por não terem desenvolvido as habilidades básicas, convivem com o crédito e isso machuca sua vida financeira de tal modo que pode ser interessante evita-lo, pelo menos até ficarem mais maduras no básico.

Uma habilidade que nem todos precisam desenvolver, que anda junto com a habilidade de consumir, é aprender a sair das dívidas. Essa é uma habilidade dolorida porque estamos falando de uma situação em que nossa vida financeira pode estar uma bagunça. Certamente muitas habilidades básicas que já apresentamos precisam ser melhoradas.

Mas além disso, sair das dívidas está muito relacionado às habilidades financeiras tanto quanto as habilidades comportamentais. Estancar os endividamentos descontrolados; escolher que dívida pagar ou que dívida pagar primeiro; aprender a negociar condições boas para você; saber fazer contas para encontrar pontos de acordo ganha-ganha; aprender a ser firme e dizer não para si e para os outros; aprender a não fechar acordos que não estão justos e que não são bons para você – é um processo de transformação poderoso, mas é dolorido.

Outra habilidade importante é aprender a se proteger. Proteção pode ter a ver com seguros (que devem entrar em seu orçamento), avaliando se tem alguma coisa que precisa ser protegida: carro, casa, sua profissão, sua saúde, sua vida. Você pode ter pessoas incapazes (como filhos pequenos) ou dependentes de você. Um seguro pode vir a proteger em momentos de sinistro ou de falta.

Mas também tem a ver com as reservas de segurança que naturalmente você tende a fazer quando começa a poupar e investir. A reserva de segurança é uma delas: esse, inclusive, deve ser o seu primeiro e mais prioritário investimento para depois pensar em degraus de investimento mais elevados.

E naturalmente a habilidade que a maioria das pessoas tanto quer é aprender a investir. E aqui sabemos que os produtos financeiros são as ferramentas dos investimentos: ações, CDBs, Tesouro Direto, fundos diversos, debêntures e toda gama de produtos financeiros que você puder encontrar são apenas ferramentas para potencializar a conquista dos seus objetivos. Em vários episódios do podcast eu tratei de inúmeros produtos financeiros. Dá uma pesquisada que você encontra.

Você não fica rico investindo: você fica rico empreendendo, criando negócios ou participando de algum já estabelecido.

A habilidade de investir vai bem além de apenas saber usar ou entender como funcionam as ferramentas. A pessoa precisa aprender a comparar as características de cada produto de investimento, entender como funcionam e quais são os riscos envolvidos, a compreender e estimar o potencial de rentabilidade, ficar atento às taxas cobradas, os impostos envolvidos, as diferentes estratégias e abordagens possíveis. Isso tudo alinhado não só com seu perfil de investidor como, também, com seus objetivos com aquelas aplicações.

A ideia de investir é potencializar a multiplicação do dinheiro poupado de modo que esteja dentro dos padrões de segurança que você admite. Não tem nada de certo nem errado, se você é conservador ou arrojado – são apenas propostas diferentes que costumam caminhar no mesmo sentido; não necessariamente na mesma velocidade ou no mesmo grau de estabilidade.

Mas não bastam apenas habilidades financeiras para desenvolver a plena inteligência financeira: dinheiro é afetivo, dinheiro é emocional.

 

Para ter inteligência financeira plena é necessário desenvolver habilidades emocionais e comportamentais em relação ao dinheiro.

 

No meio disso tudo, tanto habilidades básicas quanto complementares de inteligência financeira, temos que desenvolver diferentes habilidades emocionais. Eu não tenho como enumerar quais habilidades que precisam ser desenvolvidas, pois isso é muito particular: tem gente que é medrosa, tem gente que é ansiosa demais, tem gente que é passiva, tem gente que é inconsequente.

Parte desses processos potencialmente perigosos e exagerados se resolve com informação, mas parte pode estar atrelada à própria identidade desenvolvida ao longo dos anos, ao conjunto de crenças, valores e comportamentos condicionados dos quais a pessoa carrega e que precisam ser trazidos à consciência, avaliados se estão ajudando ou prejudicando e, se for o caso, alterados – e isso tem uma variabilidade infinita.

Você pode resolver isso com terapia, com reflexões sobre si mesmo: basicamente com autodesenvolvimento e autoconhecimento. E são inúmeras abordagens. A que eu uso é através de hipnose e programação neurolinguística, conforme já citei algumas vezes.

 

E como você pode desenvolver sua inteligência financeira?

 

Se você está esperando fórmula mágica, eu já disse: não existe glamour. Você precisa se esforçar, é necessário estudar, praticar ir além das informações que todos têm e questionar se aquele é mesmo o melhor caminho para você. Não é porque todas as publicações e sites indicam que determinado investimento, determinada abordagem é boa que o caminho apresentado seja realmente o mais indicado no seu caso. Não necessariamente.

O processo de educação é um processo de autoaprimoramento, inclusive educação financeira. A grande sacada de todo esse assunto é que você pode e deve se desenvolver para aprender a tomar as melhores decisões financeiras para sua vida. E quem tem mais informação de qualidade, quem tem mais conhecimento organizado e que aplica tende a tomar decisões melhores.

Informação conseguimos pela internet aos montes – tem que tomar cuidado com o excesso de informação; conhecimento também você tem disponibilidade; o que não se costuma encontrar com tanta facilidade é o conhecimento organizado que te ajuda a tomar boas decisões.

Para finalizar, inteligência financeira tem tanto a ver com o processo de aprendizado, com o processo de remodelação da própria identidade, dos próprios hábitos, crenças, valores, emoções, bem como do bom uso das ferramentas e, principalmente, como isso tudo se combina para que você tome as melhores decisões financeiras em sua vida.


Financeiramente inteligente é aquele que aprende a tomar decisões sabias e saudáveis em relação ao seu dinheiro.

 

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Todos os links estão na transcrição no blog e na descrição dos episódios.

 

Coloque em prática, em atitude e na mente, sobre aquilo que você entendeu e já refletiu que vai fazer a diferença em sua vida. Só assim você alcança aquilo que realmente deseja construir, ok?!

 

Lembre-se de cuidar bem de você, de sua família e de suas finanças!

 

Que Deus te abençoe!


Aqui é Phillip Souza, o Investidor Inteligente!

Investidor Inteligente do Dicas Curtas

 

 

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