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“105 Como funcionam os Fundos de Investimento?”

Os fundos de investimento são um dos tipos de investimento ou aplicação financeira mais comuns no país. Um fundo reúne os recursos de diversos investidores, chamados de cotistas, para que possam juntos aplicar em uma série de ativos financeiros, que vão variar de acordo com o tipo e estratégia do fundo. Eles são carteiras ou cestas de investimento que podem ser compostas por títulos públicos, títulos de renda fixa, ações, derivativos, commodities e até mesmo cotas de outros fundos.

Em janeiro de 2019, cerca de R$4,7 trilhões estavam aplicados em fundos. É possível que você tenha dinheiro aplicado em fundos de investimento e, ainda assim, tenha dúvidas sobre como eles funcionam. Nesse podcast vamos tratar sobre o funcionamento desse tipo de investimento.

Eu sou Phillip Souza, o expert em Finanças e Investimentos do Dicas Curtas e todas as semanas apresento o Investidor Inteligente, o podcast que te traz informações relevantes, orientações valiosas que podem te ajudar a usar bem o seu dinheiro, seja para solucionar problemas ou potencializar sua vida financeira, de modo que você possa construir seus resultados de forma financeiramente saudável com foco em qualidade de vida, aproveitando bem o presente e sempre cuidando do futuro, transformando-se em um investidor inteligente.

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O que são fundos de investimento?

Fundos de investimentos são aplicações que coletam valores de diversos investidores (cotistas), com o objetivo de obter lucro com a compra e venda de títulos e valores mobiliários, de cotas de outros fundos ou de bens imobiliários, no Brasil ou no exterior.

Os fundos de investimentos são constituídos como condomínios, podendo ser um condomínio aberto, em que os resgates das cotas podem ser solicitados pelos investidores, de acordo com o regulamento do fundo, ou condomínio fechado, em que os resgates acontecem no prazo de vencimento do fundo.

Os fundos de investimento podem ou não determinar um objetivo de desempenho (também chamado de benchmark), caso em que normalmente é atrelado a um indicador como o CDI (Certificado de Depósito Interbancário).

O investimento em fundo pressupõe a existência de uma gestão profissional, ou seja, o investidor ao investir seu dinheiro no fundo, o deixa a cargo de um gestor, que definirá a alocação do fundo em renda fixa e variável, sempre limitadas às regras e limites estabelecidos no regulamento do fundo.

Existem diferentes tipos de fundos de investimentos, como de ações, de renda fixa, cambiais e multimercados.

Cada um deles investe de acordo com certas regras determinadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), em sua Instrução n.º 555/2014, que estipulam limites mínimos e máximos para aplicação em determinados ativos e derivativos.

Um fundo de ações, por exemplo, precisa ter no mínimo 67% de seu patrimônio alocado em renda variável. Já os cambiais devem destinar 80% do dinheiro a contratos relacionados a moedas estrangeiras.

 

O que é uma cota?

Um fundo de investimentos é dividido em cotas. Quando você faz um aporte de capital, está na prática adquirindo cotas (ou seja, uma fração, uma parte) desse fundo. A soma de todas as cotas compradas pelos investidores é o valor do patrimônio total.

Assim, o valor da cota se altera a cada dia, mas a quantidade de cotas que você possui é sempre a mesma. A quantidade só vai se alterar caso seja realizado um resgate, uma nova aplicação ou em caso de haver recolhimento de Imposto de Renda antecipado, o chamado come-cotas.

 

Como funcionam os fundos de investimento?

Para o investidor, os fundos de investimentos podem funcionar como uma aplicação normal, em que é feito um aporte e os rendimentos podem ser monitorados pelo investidor periodicamente.

É preciso, porém, ficar atento às peculiaridades desse tipo de investimento, como o recolhimento do Imposto de Renda, as taxas (administração, performance e saída), prazos de resgate, política de investimentos, entre outros detalhes.

 

Como investir em fundos de investimentos?

Para investir em fundos de investimentos, o investidor precisa antes procurar uma corretora ou um banco de investimentos confiável, que tenha taxas atraentes, retornos interessantes e, de preferência, uma assistência confiável em todas as suas aplicações. Então ele deve abrir uma conta nessa instituição financeira e pesquisar a respeito de seus fundos de investimentos.

Todas as instituições financeiras fazem o questionário de suitability, que é para identificar o seu perfil como investidor. Depois, baseado nessa avaliação (que inclui patrimônio, visão de risco, etc.), o investidor poderá escolher fundos que se encaixem melhor no seu perfil de investimentos.

Nas instituições financeiras (bancos de investimento e corretoras) que possuem uma carteira de fundos, é natural também ter uma plataforma que apresentam os fundos e que dê para filtrar as informações mais importantes. Geralmente nessas relações o investidor encontra o nome do fundo, o tipo, o histórico, o perfil de risco, o investimento mínimo – tudo em detalhes para que ele possa se informar melhor e tomar as melhores decisões. Após escolher um fundo interessante, o investidor pode fazer o investimento inicial pelo homebroker e, a partir daí, pode acompanhar os resultados diariamente e analisar relatórios periódicos de desempenho.

 

Tipos de fundos de investimentos

A Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) apresenta uma classificação de fundos de investimentos que se divide em quatro tipos principais: renda fixa, ações, multimercados e cambiais. Vamos passar por cada um deles para termos uma noção melhor do que se tratam.

 

Fundos de renda fixa

Os fundos de renda fixa têm foco em retornos por meio de investimentos em ativos de renda fixa (também são aceitos títulos sintetizados via derivativos), com estratégias que impliquem risco de juros e de índice de preços. Não são aceitas estratégias com exposição em renda variável, como ações.

 

Fundos de ações

A carteira dos fundos de ações é composta principalmente por ativos de renda variável, ações à vista, certificados de depósito de ações, bônus ou recibos de subscrição, cotas dos fundos de índice de ações, cotas de fundos de ações e Brazilian Depositary. Devem ter, no mínimo, 67% da carteira nessas aplicações.

 

Fundos multimercados

Os fundos multimercados são os mais dinâmicos e podem ter estratégias bem amplas e complexas, sem as restrições específicas de alocações em determinados ativos ou derivativos.

São fundos com políticas de investimento envolvendo diversos fatores de risco, sem o compromisso de foco em um ou outro fator em especial.

 

Fundos cambiais

Os fundos cambiais reúnem aplicações com pelo menos 80% da carteira em ativos (qualquer risco de crédito) relacionados diretamente ou sintetizados, via derivativos, a moedas estrangeiras. São interessantes para quem tem contratos em moeda estrangeira, por exemplo, com o propósito de proteção.

 

Vantagens dos fundos de investimento: por que investir em fundos?

Os fundos de investimentos oferecem a possibilidade de diversificar bastante seu portfólio de aplicações sem definir as alocações uma a uma, podendo contar com um gestor capacitado para a tarefa, para a qual é remunerado.

A aplicação em fundos faz muito sentido, já que ele possibilita a exposição a ativos e derivativos menos acessíveis ao investidor comum.

Um fundo multigestor, por exemplo, permite que você coloque seu dinheiro onde os maiores e mais famosos administradores de fortunas do país estão deixando seu capital – algo que seria inacessível se você estivesse atuando por conta própria. Essa diversificação é muito mais difícil quando necessita de seu envolvimento direto em todas as etapas.

Além da exigência de um capital mínimo, há a necessidade de grande conhecimento sobre finanças e economia e o monitoramento constante de todos os índices, indicadores e notícias do mercado – o que para um investidor individual, é praticamente impossível.

E há vantagens específicas em cada fundo, que vão depender de seu perfil de investimento. Para quem busca alguma aplicação com alta liquidez, por exemplo, Fundos DI perseguem o CDI com liquidez diária. Para aquele dinheiro com o qual o investidor pode precisar a qualquer momento, os fundos de renda fixa de alta liquidez costumam se tratar de um destino muito mais interessante do que a Caderneta de Poupança.

Outra situação específica se refere a investidores que possuem contratos em moeda estrangeira. Imagine que você tem uma obrigação elevada em dólares com vencimento para dois anos. Se você tiver todas as suas reservas em reais, estará sujeito a flutuações bastante perigosas até o momento do pagamento. Se o dólar disparar, você perderá muito dinheiro. Para esse caso, os fundos cambiais podem ser alternativas muito interessantes, já que investem boa parte de seu patrimônio em ativos e derivativos relacionados a moedas.

Outro caso interessante é o dos fundos de ações, que servem como plataforma de aplicação em ações para quem não possui o conhecimento para definir as alocações dos papéis. Assim, o investidor conta com o know-how do gestor, que aplicará naqueles ativos que mais parecem promissores. Isso, contudo, não exclui a necessidade de posteriormente aprender a aplicar seus recursos em ações individuais por conta própria. Mas como sempre gosto de enfatizar: isso já demanda mais estudo, mais análise e mais conhecimento. Enquanto o investidor se prepara, ele pode direcionar os recursos para o mercado acionário de forma indireta, através dos fundos de ações.

 

Desvantagens dos fundos de investimento

As desvantagens dos fundos dependem muito de qual é o seu perfil de investidor. As taxas de administração, as taxas de performance, as taxas de saída, os prazos e a tributação com recolhimento antecipado certamente não soam bem. Mas é preciso calcular o rendimento líquido já descontando todos os custos.

 

Custos

Os custos para investir em fundos de investimentos são mais elevados do que uma aplicação em LCI/LCA, por exemplo. Em fundos há taxa de administração, podendo, ainda, haver cobrança de taxa de performance e taxa de saída. Deve ser considerada, ainda, a tributação, que na maior parte dos fundos é antecipada pelo come-cotas, aquele elemento de apelido curioso que devora parte dos rendimentos.

 

Menor autonomia

Outro ponto que pode ser desvantajoso é a menor autonomia. A perspectiva de deixar as decisões a cargo de um gestor é positiva por um lado e negativa por outro, já que você perde autonomia caso tenha interesses específicos em certas ações ou ativos em determinado momento. Se você ainda está construindo seus conhecimentos talvez essa seja uma boa opção. Porém, ainda assim é bom lembrar que a aplicação em fundos não impede que você atue no mercado à vista, caso desejar.

 

Taxas

Quem pensa em investir em fundos de investimentos deve considerar todos os custos envolvidos. Não se trata de uma aplicação como Caderneta de Poupança ou LCI/LCA, cujo rendimento previsto, mesmo que seja pequeno, é o que de fato você verá no resultado final. Existem diversas taxas, que variam conforme a corretora ou o banco de investimentos. Vamos tratar um pouco sobre cada uma delas.

 

Taxa de administração

Todos os fundos de investimentos cobram uma taxa de administração, que varia conforme o tipo de fundo. Normalmente, fundos multimercados cobram taxas maiores do que de renda fixa, por exemplo. Essa taxa é um percentual anual sobre o valor total do investimento, variando bastante conforme o fundo e a instituição financeira que o oferece. Ao analisar o histórico de um fundo, lembre-se de que o rendimento apresentado já é líquido da taxa de administração.

 

Taxa de performance

Além da taxa de administração, muitos fundos cobram uma taxa de performance, que se trata de um percentual em caso de rendimento superior a um índice previamente informado. Essa meta é conhecida como “benchmark” que geralmente é o CDI, o IPCA ou o Ibovespa – podendo ser outro índice do mercado financeiro. Embora seja vista com maus olhos em algumas ocasiões, a taxa de performance premia o bom gestor por trazer maiores retornos. Particularmente eu prefiro pensar pelo lado bom: se você paga uma taxa de performance, isso significa que o fundo superou a estimativa de valorização, e mais dinheiro entrou para o seu bolso.

 

Taxa de saída

A taxa de saída é cobrada pela administração do fundo quando o investidor decide resgatar os valores antes do prazo de resgate estabelecido pelo regulamento, que varia conforme a instituição financeira e o fundo, que precisa prever essa taxa e permitir o resgate “antecipado” em seu regulamento.

Por exemplo: caso o fundo tenha um prazo de resgate de 90 dias (ou seja: demora 90 dias para você ter o dinheiro disponível após a solicitação de resgate) e você precise do dinheiro no segundo mês terá de pagar a taxa de saída, normalmente expressa em percentual do valor a ser resgatado, que é revertida ao fundo.

Quando estamos falando de investimentos é natural que existam imposto de renda e taxas (taxa de administração, corretagem, diferentes tipos de impostos, etc.). Por isso também é muito importante considerarmos o rendimento líquido para avaliar quanto que, de fato, o nosso dinheiro rendeu em uma aplicação.

Quando trabalhava na bolsa, muitos investidores torciam o nariz para o pagamento do imposto de renda. Mas o ponto é o seguinte: se a pessoa está pagando imposto de renda, significa que ela teve lucro (IR só incide sobre lucro). Agora, se depois dos custos o dinheiro valorizou menos do que outras aplicações com menos risco e menos custo, aí pode ter sido falha na estratégia e até mesmo ansiedade por parte do investidor.

Se quer aplicação com custo zero basta ir para a Caderneta de Poupança. Mas contente-se com o baixíssimo retorno que ela tem oferecido: no ano de 2017 rendeu 7,00%; em 2018 rendeu 6,17%; nos últimos 12 meses (de julho/18 a agosto/19), rendeu 5,17%. E a tendência é diminuir mais.

O mercado mudou e é necessário que o investidor amadureça e saia do básico do básico.

 

Tributação nos dos fundos de investimento

A tributação em fundos de investimento varia de acordo com o tempo de aplicação e o tipo de fundo.

Assim como em um CDB (Certificado de Depósito Bancário), em regra geral, no resgate de fundos de investimento de renda fixa a alíquota do Imposto de Renda vai caindo com o tempo. O problema, no caso de alguns fundos, atende por um nome curioso: o come-cotas – que vamos tratar daqui a pouco.

 

Imposto de Renda em fundos de ações

Antes disso queria falar dos fundos de ações: eles são exceção na cobrança do Imposto de Renda. Ao contrário da maioria dos outros fundos, estes têm a incidência do IR de 15% sobre o rendimento bruto apenas no resgate, independentemente do tempo de aplicação. Nesse tipo de aplicação, não há come-cotas, e você vai entender o impacto disso agora.

 

Come-cotas

Come-cotas é o apelido dado à antecipação do recolhimento do Imposto de Renda em fundos de investimentos de longo prazo ou curto prazo, como os fundos cambiais, os fundos de renda fixa e os fundos multimercados. Esse nome se deve à dedução semestral de cotas dos fundos, em alíquotas de 20% ou 15%.

 

Vamos lá, deixa explicar com mais calma, porque é bem simples.

Nos fundos cambiais, nos fundos de renda fixa e nos fundos multimercados, a cobrança de Imposto de Renda segue uma tabela regressiva conforme o tempo de aplicação.

Se forem Fundos de Curto Prazo, o imposto de renda incide na alíquota de 22,5% em aplicações que permanecem por até 180 dias ou 20,0% em aplicações que permanecem 181 dias ou mais.

Se forem Fundos de Longo Prazo, o imposto de renda incide na alíquota de 22,5% em aplicações que permanecem por até 180 dias, 20,0% em aplicações que permanecem de 181 dias a 360 dias, 17,5% em aplicações que permanecem de 361 dias a 720 dias ou 15,0% em aplicações que permanecem por 721 dias ou mais.

Com certeza você já deve ter visto uma tabela demonstrando esse escalonamento de alíquotas de IR.

O come-cotas é um sistema que antecipa esse imposto retido na fonte. Em vez de pagar apenas lá no resgate, como em fundos de ações ou em um CDB, o come-cotas ocorre a cada seis meses, no último dia de maio e no último dia de novembro. Ele se materializa com uma redução no número de cotas (por isso o apelido) equivalente ao percentual do imposto sobre os rendimentos.

A alíquota do come-cotas é a menor possível em cada tipo de fundo. Em fundos de curto prazo, a cobrança é de 20% dos ganhos; nos fundos de longo prazo, 15%, conforme disse agora há pouco.

O que acontece no fim das contas é que, no resgate, acontece um cálculo da diferença entre o valor antecipado pelo come-cotas e a alíquota do Imposto de Renda em que o investimento se encaixa, conforme o tempo de aplicação.

 

Poxa Phillip, mas não daria no mesmo se o imposto fosse cobrado apenas no resgate?” Não, pois aquele valor deduzido do investimento permaneceria rendendo durante toda a aplicação, sob efeito dos juros compostos. Assim, o come-cotas representa um pequeno fardo, que deve ser levado em conta pelo investidor.

 

Então, para entender de fato quanto o investidor poderá ganhar com um fundo de investimento, é preciso saber primeiro qual tipo de fundo ele está querendo investir, se é um fundo de longo prazo ou se é um fundo de curto prazo.

E onde que se encontra essa informação? Nas plataformas das corretoras ou dos bancos de investimentos geralmente apresentam-se as lâminas de informações essenciais dos fundos, o material de divulgação (geralmente com comentários dos gestores) e o regulamento. É no regulamento que o investidor terá todos os detalhes de funcionamento, taxas, performance e até a política das aplicações.

 

IOF

Quem pretende resgatar o dinheiro de fundos em curtíssimo prazo deve se preocupar com um imposto bem mais agressivo do que o imposto de renda, o IOF: Imposto sobre Operações Financeiras. Para uma aplicação de um dia, a alíquota é de 96% sobre o rendimento; no segundo dia, a alíquota cai para 93%, no terceiro, 90%; no quarto, 86%; e vai acontecendo assim até completar 30 dias, em que a cobrança de IOF deixa de existir. É importante ressaltar que IOF incidente em resgates de curto prazo não é aplicável no caso de resgate de fundos de investimentos em ações.

Esse é um ponto importante com qualquer investimento inferior a 30 dias, inclusive na composição da Reserva de Emergência, caso ela tenha mais de um ativo.

 

Riscos dos fundos de investimento

Os fundos de investimentos trazem em seus formulários de informações complementares e seus regulamentos a identificação dos seus fatores de risco. Além disso, em suas lâminas de informações essenciais, são classificados em escala de risco por seu administrador, podendo ser considerados conservadores, moderados, arrojados, etc. Esses riscos estão relacionados com as aplicações e a forma de atuação dos fundos.

Há fundos que investem prioritariamente em títulos do governo, por exemplo. Nesse caso, o risco de calote ou desvalorização é baixíssimo. Mas existem fundos multimercados que têm um perfil de risco mais arrojado e investem menos em renda fixa e mais em renda variável, em ações e derivativos. Nesse caso, o potencial de ganhos e perdas é maior.

Uma dúvida muito comum ao falar dos riscos e que é importante lembrar é que não há risco de você perder seu dinheiro devido a uma quebra da corretora ou do banco de investimentos. Isso porque o patrimônio dos fundos é obrigado a ter escrituração contábil própria, devendo as suas contas e demonstrações contábeis ser segregadas das demonstrações do administrador. Assim, é correto afirmar que seu patrimônio é completamente separado do patrimônio da instituição financeira.

 

Espero que tenha gostado do episódio de hoje! Os fundos de investimento são opções muito interessantes de aplicação, que oferecem uma diversificação importante para o seu portfólio. Para escolher um, o investidor deve analisar com calma o regulamento, formulário de informações complementares e lâmina de informações essenciais, que reúnem todos os detalhes de taxas, políticas de investimentos e práticas, como a alavancagem.

Ao analisar essas opções, o investidor deve ficar atento para optar por um fundo que se encaixe com seu perfil, seja ele conservador, moderado ou arrojado. Além disso, deve conferir com atenção o histórico não apenas do último mês ou do último ano, mas, se possível, de todo o período desde sua criação. Geralmente em um processo de planejamento de investimentos do qual faço para meus clientes, verifico no mínimo os últimos 36 meses. Fazendo isso, o investidor terá mais tranquilidade e consciência de que está investindo em um fundo que será um importante componente de seu portfólio.

Eu sei que são muitas informações e muitos detalhes a serem observados; se você tiver necessidade de um planejamento de investimentos profissional, isento de influências, focado na sua realidade pessoal, familiar e financeira e que considere o seu atual momento de vida e seus objetivos de curto, médio e longo prazo, basta entrar em contato comigo para conversarmos, agendarmos uma reunião e combinarmos o trabalho.

 

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Ficamos por aqui e até a próxima semana com mais uma dica!

Aqui é Phillip Souza, o Investidor Inteligente!

 

Investidor Inteligente do Dicas Curtas

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