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“088 Debêntures, Debêntures Incentivadas e Bonds”

No podcast #87 falamos sobre como funcionam as debêntures. De forma bem sucinta, podemos definir esse investimento em renda fixa como títulos de dívidas emitidos por empresas, que podem ser de médio ou longo prazo e que tornam o investidor um credor da empresa (se quiser mais detalhes sobre títulos de dívidas, consulte o podcast #76).

Esses títulos existem e são emitidos para que a empresa seja capaz de captar recursos para realizar uma série de investimentos e atuações que são necessárias ao seu funcionamento.

Além das debêntures comuns também existem as debêntures incentivadas e os bonds. Vamos entender melhor o que se trata esses investimentos em particular.

Eu sou Phillip Souza, o expert em Finanças e Investimentos do Dicas Curtas e todas as semanas apresento nesse podcast, várias dicas, informações e orientações para ajudar a fazer com que você use bem o seu dinheiro para construir seus resultados de forma financeiramente saudável com foco em qualidade de vida, aproveitando o presente e cuidando do futuro, transformando-se em um investidor inteligente.

Para você ficar por dentro com todas as informações e não perder nenhuma dica, basta assinar gratuitamente o podcast e acompanhar todas as semanas o Investidor Inteligente do Dicas Curtas.

 

Quais as diferenças entre Debêntures Comuns e Debêntures Incentivadas?

A diferença entre as duas é muito simples: no caso das debêntures incentivadas elas são emitidas por empresas que pretendem realizar projetos de infraestrutura (como estradas, portos e aeroportos) e por isso há uma vantagem sobre as comuns: elas possuem isenção de imposto de renda, o que pode valorizar o seu rendimento.

Já as debêntures comuns possuem tributação de acordo com uma tabela regressiva de imposto de renda em relação ao tempo de investimento, indo desde 22,5% de IR (para aplicações abaixo de 180 dias) até 15% de IR (para aplicações acima de 720 dias).

Para definir qual a debênture mais vantajosa é necessário calcular e comparar a rentabilidade líquida de cada uma. Por exemplo: se você vai fazer um investimento de R$30.000 em 1 ano e precisa escolher entre uma debênture comum com rendimento de 12% ao ano e uma debênture incentivada de 10% ao ano, o resultado do cálculo entre as duas seria:

Debênture comum: lucro bruto de R$ 3.600,00; retenção de 20% de IR (que são R$ 720,00); lucro líquido de R$ 2.880,00

Debênture incentivada: lucro bruto de R$ 3.000,00; isenção de IR; lucro líquido de R$ 3.000,00

Neste caso, o melhor título seria a debênture incentivada.

Vamos pensar em uma simulação diferente, só para criar um contraste. Digamos que você vai fazer um investimento de R$50.000,00 para um prazo de 3 anos com a mesma rentabilidade, 12% para debêntures comuns e 10% para debêntures incentivadas.

Debênture comum: lucro bruto de R$ 20.246,40; retenção de 15% de IR, R$ 3.036,96; lucro líquido de R$ 17.209,44

Debênture incentivada: lucro bruto de R$ 16.550,00; isenção de IR; lucro líquido de R$ 16.550,00

Nesse caso a debênture comum já seria mais interessante.

 

Qual o Rendimento das Debêntures?

De forma similar aos tipos de títulos públicos disponíveis no Tesouro Direto, as debêntures podem ser de três tipos diferentes:

Debêntures prefixadas

Essas debêntures têm sua rentabilidade acordada no momento da emissão do título. Sendo assim, você saberá, ao investir, qual será o retorno exato da debênture escolhida (por exemplo, 10% ao ano).

Debêntures pós-fixadas

Assim como acontece em outros investimentos pós-fixados, essas debêntures têm seu rendimento atrelado a algum tipo de indicador, normalmente o CDI ou a taxa Selic. Por serem pós-fixados, você não sabe previamente quanto o seu investimento irá render. Vai depender de como estará o indicador no vencimento da aplicação.

Debêntures híbridas

O rendimento dessas debêntures tem, ao mesmo tempo, um componente pós-fixado e um prefixado. O mais comum é que as debêntures híbridas tenham uma taxa prefixada mais a correção pelo IPCA, o principal indicador da inflação.

 

Quais as vantagens de investir em Debêntures?

As debêntures são uma opção de investimento muito atrativa para investidores com diferentes perfis. Dependendo da opção escolhida, elas podem fornecer mais ou menos rentabilidade e mais ou menos risco, o que garante adaptação a diferentes perfis. Dentre as vantagens desse tipo de investimento estão:

O investidor está em posição de credor

Quando uma pessoa compra ações, ela se torna parte da empresa ao fazer parte do quadro de acionistas. Embora isso signifique desfrutar dos bons resultados da empresa, ao comprar ações o investidor também se torna parcialmente responsável pelas obrigações e também tem que lidar com as consequências de resultados ruins.

Como credor, entretanto, o investidor passa a ter a chance de desfrutar apenas do retorno sobre o seu investimento, que vem em forma de pagamento e quitação das debêntures. Isso garante uma posição relativamente mais confortável para o investidor.

Ampla possibilidade de escolha

Empresas de diferentes tamanhos, atuações e segmentos emitem debêntures, o que cria uma ampla possibilidade de escolha no mercado. Como cada empresa possui um rendimento e uma projeção de mercado, as taxas de remuneração das debêntures também são diferentes e o investidor pode escolher a que mais fizer sentido para seu perfil e para seus objetivos.

Essa é uma vantagem porque os outros investimentos possuem condições relativamente fixas, impedindo que o investidor faça a melhor escolha para a sua carteira. Dependendo da situação da empresa, inclusive, as debêntures podem ser ainda mais atrativas e aumentar ainda mais a possibilidade de escolha.

São investimentos de renda fixa

O fato de as debêntures serem investimentos de renda fixa é uma característica importante para garantir a remuneração do investimento. No caso de ações, por exemplo, não há nenhuma certeza sobre o retorno dos valores investidos. Se uma decisão errada for tomada, o resultado é que o investidor pode sair perdendo.

Com as debêntures, não apenas há maior proteção ao investimento do que em relação a investimentos de renda variável como também existe a garantia de remuneração. Assim, ao se tornar credor de uma empresa— e não acionista — o investidor tem a garantia de que será remunerado pelo seu investimento.

Favorece a diversificação de carteira

Por ser um investimento rentável, mas mais seguro do que os de renda variável, as debêntures também trazem como vantagem a possibilidade de atuarem na diversificação de carteira.

Para um investidor que acredita que suas opções de renda fixa já atingiram o seu máximo, por exemplo, as debêntures podem funcionar como uma alternativa extra para garantir mais rentabilidade. Do mesmo modo, quem tem muitos investimentos em renda variável se beneficia do relativo aumento de segurança trazido pelas debêntures.

Têm rendimento elevado

Para garantir a atratividade e conseguir captar recursos, as empresas normalmente emitem debêntures com um rendimento mais elevado e, frequentemente, acima da média de outros investimentos em renda fixa. Somente assim as debêntures conseguem competir com o CDB ou com as letras de crédito, por exemplo.

Assim, é bastante comum encontrar debêntures que rendam em valores mais elevados do que o CDI e com taxas que não se equiparam a praticamente nenhum outro investimento de renda fixa.

Guardadas as proporções, as debêntures em alguns casos podem ser tão ou mais vantajosas e mais rentáveis do que os investimentos em renda variável. Ao aliar rentabilidade e relativa segurança, acabam se tornando opções mais vantajosas.

 

Quem pode investir em debêntures?

De um modo geral, o investimento em debêntures pode ser feito por qualquer pessoa que tenha escolhido a compra de um desses títulos. Apesar disso, é preciso ter em mente que há a necessidade de investimento mínimo, que varia de empresa para empresa.

Em alguns casos, o investimento mínimo pode ser de R$ 1 mil ou R$ 2 mil, por exemplo, enquanto outras empresas exigem investimentos que passam de R$ 100 mil e até R$ 200 mil. Com isso, é possível dizer que qualquer investidor pode investir em debêntures, mas não é todo investidor que pode investir em qualquer debênture.

Também há de se conferir as condições do contrato desse tipo de emissão e investimento, porque em alguns casos as debêntures dão preferência para acionistas em caso de liquidação da empresa, por exemplo. Assim, o investidor comum pode sair prejudicado ou mesmo ter a sua participação vetada. Esses casos, entretanto, tendem a ser mais raros e em geral as debêntures têm bastante acessibilidade.

 

Quais as características dos investimentos em debêntures?

Antes de investir em debêntures, entretanto, é muito importante conhecer quais são as características desses investimentos. Ao fazer isso, você como investidor protege o seu patrimônio de maneira mais efetiva e toma uma decisão de maneira informada. Assim, as principais características a serem observadas incluem: riscos, rentabilidade, condições de pagamento e a tributação. Vamos falar um pouco sobre cada um deles.

Riscos

Não é porque as debêntures são aplicações de renda fixa e mais seguras do que as ações que elas não possuem quaisquer riscos. Na verdade, dependendo do tipo de debênture em que se invista esses riscos podem ser ainda maiores, como é o caso das debêntures sem garantia (garantia quirografária ou garantia subordinada).

O principal risco desse tipo de investimento é o risco de crédito que acontece quando a empresa não possui a capacidade de honrar os seus compromissos e se torna inadimplentes com os debenturistas. Esse tipo de situação é agravado quando a empresa se encontra em dificuldades financeiras ou quando há uma crise econômica no setor, já que há uma queda nos resultados.

Um jeito de diminuir esses riscos é conhecendo o histórico da empresa. Ter em mãos seu histórico de pagamento de debêntures vai permitir que você avalie se a empresa é ou não boa pagadora. Além disso, avaliar o mercado em que a empresa está inserida também é importante, porque quanto pior for a situação atual ou quanto piores forem as projeções, maiores os riscos de inadimplência.

Outros riscos associados ao investimento em debêntures são o risco cambial, financeiro e monetário. Basicamente, esses riscos dizem respeito sobre alterações no mercado ou no fluxo de caixa da empresa que podem diminuir a capacidade ou mesmo impedir que a empresa consiga honrar o pagamento de seus compromissos.

Rentabilidade

Quanto à rentabilidade das debêntures, essa é uma característica que é definida pela própria empresa. Assim, cabe ao investidor procurar qual é a melhor rentabilidade e a melhor relação de rentabilidade e risco.

Embora as rentabilidades mais elevadas sejam o objetivo para garantir um investimento mais lucrativo, muitas vezes elas também estão associadas a mais riscos.

Quanto maior for a necessidade da empresa em captar recursos ou quanto maior for a dificuldade dessa empresa, maior é a rentabilidade. Só que, com isso, maiores também são os riscos associados, já que há indicativos de que a empresa esteja atravessando dificuldades que poderão impactar o pagamento das debêntures.

Condições de pagamento

Outros elementos que são definidos pela própria empresa são as condições de pagamento. É a empresa que estabelece como ocorrerão os pagamentos e quando eles acontecerão, já que isso é feito de forma a coincidir com as movimentações de fluxo de caixa do negócio.

É justamente o fato de as condições serem definidas pela empresa que a emissão desses títulos é tão vantajosa para os empreendimentos. Como as condições são estabelecidas de maneira personalizada, a empresa tem mais facilidade em realizar o pagamento.

Geralmente, entretanto, o prazo de pagamento das debêntures é de 5 anos. Isso gera um problema de relativa falta de liquidez, já que elas são difíceis de serem vendidas e quando encontram compradores normalmente recebem um preço mais baixo, um deságio.

Além disso, o investimento mínimo exigido também depende de cada empresa e da sua necessidade de crédito. Com isso, existem debêntures com investimentos mínimos mais baixos do que outras e que contemplam diferentes investidores.

Tributação

Debêntures são investimentos não isentos, ou seja, elas são tributadas pelo Imposto de Renda, exceto as debêntures de infraestrutura (as debêntures incentivadas) que são totalmente isentas de IR.

Como forma de incentivo, elas estão submetidas à tributação segundo a tabela regressiva do IR. Assim, quanto mais tempo o dinheiro ficar investido, menor é o imposto a ser pago na hora do resgate.

Para debêntures com prazos de até 180 dias, a alíquota é de 22,5%. Entre 181 e 360 dias, o valor é de 20%. A alíquota de 17,5% incide em debêntures com prazo entre 361 e 720 dias. A menor alíquota, de 15%, acontece em investimentos com mais de 720 dias e que são o padrão das debêntures.

 

Quando vale a pena aplicar em Debêntures

Como dito, esse investimento não possui a garantia do Fundo Garantidor de Crédito. A recomendação é investir por meio de corretoras de valores grandes e que avaliam os produtos financeiros antes de disponibilizar aos clientes.

Cada vez mais as empresas têm atuado dentro de regras severas de regulamentação, com adoção de práticas de governança corporativa, relação com investidores, o que confere transparência e desenvolvimento do mercado de capitais.

Para você que está aprendendo sobre debêntures nesse podcast e no podcast anterior, quero te dar um bônus de informação – vamos falar sobre:

 

Qual a diferença entre Debêntures e Bonds?

Assim como as debêntures, os bonds são títulos de dívidas emitidos pelas empresas para que os investidores apliquem dinheiro e financiem suas operações em geral. Nesse tipo de título, a empresa é obrigada a pagar um determinado valor em condições periódicas e o montante inicial investido na hora do resgate.

A diferença, entretanto, é que normalmente os bonds são mais seguros do que as debêntures. Isso porque a principal garantia das debêntures normalmente é justamente o investimento feito pelo debenturista, que se torna credor.

Quanto aos bonds, existem garantias reais de pagamento e que diminuem consideravelmente os riscos de um investimento nesse tipo de título. Apesar disso, uma debênture com garantia real pode ser tão — ou mais — segura do que certos bonds.

Além disso, as debêntures normalmente são emitidas para a captação de recursos em curto prazo, com o pagamento acontecendo em longo prazo. Os bonds, por outro lado, possuem uma estratégia voltada para o longo prazo: além do resgate corrigido do valor inicial, esses investimentos pagam prestações periódicas de rendimento enquanto você deixar o dinheiro investido.

Por causa disso, os bonds possuem maior liquidez do que as debêntures, já que parte do dinheiro retorna em períodos que podem ser anuais, semestrais ou mensais. Já no caso das debêntures, o pagamento costuma acontecer somente no final ou então caso o investidor decida realizar a venda dos papéis, sob o risco de perder dinheiro.

Em alguns países, entretanto, essa diferença não existe. No caso da Índia, falar em bonds é a mesma coisa que falar em investimento em debêntures, enquanto nos Estados Unidos os bonds são considerados bem mais seguros.

 

Como escolher a melhor Debênture

O primeiro passo é ter conta em uma corretora e avaliar as opções disponíveis. É importante também analisar qual é a empresa que está negociando o título. Um importante fator de decisão é a nota de classificação de risco de crédito, também conhecida como rating.

Essa nota é dada de acordo com a avaliação realizada por agência de classificação de risco como Fitch Ratings, Moody’s e Standard & Poor’s. Basicamente, elas avaliam a possibilidade de a entidade emissora do título saldar suas dívidas. A nota varia de A à C, podendo chegar a D. Quanto mais alta a nota, maior a probabilidade de a instituição honrar seus compromissos. Como não há garantia do FGC, essa é uma excelente maneira de tomar uma decisão segura na hora de investir.

 

Como investir em Debêntures?

Decidido a investir em debêntures, você precisa conhecer como é esse processo para garantir que tudo aconteça conforme as suas expectativas. Embora ainda não seja um investimento tão popular quanto outros títulos, como o Tesouro Direito, o investimento em debêntures pode ser mais descomplicado do que outras opções. No geral, para investir em debêntures é preciso:

Escolher a forma de investimento

Embora qualquer pessoa física possa investir em debêntures, algumas delas limitam a entrada de investidores para formas que utilizem fundos de investimento ou de pensão, por exemplo. De maneira geral, esses fundos reúnem diversos investidores que compram cotas para investir nas debêntures. O dinheiro movimentado é maior, mas o controle sobre as decisões não existe.

Abrir conta em uma corretora de valores

Independentemente da sua escolha, o investimento em debêntures acontece por meio de uma corretora de valores responsável por movimentar os recursos e alocar os investimentos. Para isso, a corretora cobra uma taxa de administração que não pode ser ignorada. Você deve levantar as opções de corretoras e, dentre as que oferecerem essa opção de investimento, escolher aquela que possuir a melhor taxa de administração.

Levantar diferentes opções

Com a conta criada, é hora de sair em busca das diferentes debêntures oferecidas no mercado. Cada debênture possui sua própria rentabilidade e suas condições específicas, as quais devem estar de acordo com o seu perfil e suas necessidades. Assim, é importante ter diferentes opções para avaliação e até mesmo para a diversificação da carteira de investimentos.

Avaliar os riscos e a emissão

A seguir, devem-se avaliar quais são os riscos de cada debênture, especialmente o risco de crédito. Para isso é preciso fazer uma espécie de análise de crédito da empresa para saber se ela é ou não uma boa pagadora, se ela está enfrentando problemas financeiros e o que mercado diz sobre o futuro.

Também é necessário conhecer os detalhes da emissão, como as garantias e quais serão as condições de pagamento. Se tudo estiver de acordo com as suas expectativas, é só realizar a transferência de valores para a corretora para fazer o investimento.

Acompanhar a evolução do investimento

É muito importante continuar acompanhando a evolução do investimento, especialmente se você estiver investindo fora de um fundo. Ainda que possa ser desvantajoso, se for necessário você poderá vender suas debêntures por meio da própria corretora caso precise de liquidez ou queira eliminar os riscos do não pagamento.

 

Aplicando em Debêntures por meio de Fundos de Debêntures Incentivadas

Uma forma muito prática de terceirizar a gestão do investimento para especialistas que irão trabalhar para obter a melhor performance, é aplicar em debêntures por meio de fundos.

Esses fundos, geralmente, são compostos por debêntures incentivadas de infraestrutura, sendo isentos de imposto de renda. Para investir, é só acessar a plataforma de fundos de sua corretora e selecionar algum fundo de debêntures. Antes de aplicar, é recomendável conferir informações do fundo: e tudo isso você deve ter na plataforma de sua corretora.

Para se ter noção do crescimento dessa forma de investir em debêntures incentivadas, de acordo com a plataforma de análise de investimentos ComDinheiro (www.comdinheiro.com.br) que, dentre várias informações, tem em suas bases de dados as carteiras de fundos de investimento, RPPSs (que são regimes próprios de previdência municipal e estadual) e os EFPCs (que são os fundos de pensão), de janeiro de 2018 a janeiro de 2019, houve um crescimento de 60% do valor investido em debêntures incentivadas a partir de fundos de investimento: saindo de R$ 4,30 bilhões para R$ 6,96 bilhões – um crescimento muito grande.

Para concluir, destaco 3 vantagens no investimento em debêntures:

  • ótima oportunidade de diversificação
  • rentabilidade atrativa e superior ao CDI
  • isenção de imposto de renda para debêntures incentivadas

Terminamos esse podcast por aqui. As debêntures são títulos com grande diversidade de características, apesar de ainda ser um tipo de aplicação que ainda é tímida no mercado brasileiro. Além das debêntures comuns, existem as debêntures incentivadas, que trazem o benefício de não ter mordida do leão, e também os bonds, que geralmente apresentam garantias reais para sua emissão. E como se trata da última fronteira da renda fixa, é muito importante analisar esses títulos com calma, fazer as contas, e avaliar os riscos antes de investir.

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Investidor Inteligente do Dicas Curtas

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