Investidor inteligente, nesse podcast você vai ter a oportunidade de ouvir Milton Machado, que é CEO da fintech Atlantis Pagamentos Eletrônicos dona da marca dolareasy que é a plataforma de remessas de recursos entre pessoas físicas. Ele vai nos apresentar informações importantes sobre como mandar dinheiro para fora do Brasil de forma segura, além de poder desmitificar mitos e trazer informações que simplifiquem o processo de transferências de recursos.

O Investidor Inteligente é o podcast sobre Finanças e Investimentos apresentado todas as semanas com um propósito muito especial: te ajudar a desenvolver uma visão mais elaborada em relação às suas finanças e te oferecer informações relevantes de qualidade sobre dinheiro, além de orientações e estratégias valorosas que podem te dar o clique necessário para você usar bem seus recursos financeiros seja para solucionar seus desafios, seja para alcançar seus mais ambiciosos objetivos.

Eu sou Phillip Souza, consultor de finanças pessoais e terapeuta financeiro, e mentor em educação psicofinanceira especialista em inteligência financeira, o expert em Finanças e Investimentos do Dicas Curtas. Você me encontra nas diferentes redes sociais através do @phillipsouzabr.

E qual o meu propósito com o podcast? Meu propósito é destravar a sua mentalidade e te ajudar a entender que a prosperidade também é para sua vida: ao usar bem o seu dinheiro você pode desfrutar de qualidade de vida, fazer com que ele sobre e investi-lo para realizar seus sonhos e objetivos! Assim você poderá aprender a evoluir e a se comportar de forma mais sábia e próspera em relação às suas finanças, transformando-se em um investidor ainda mais inteligente.

Esse e os outros podcasts do Dicas Curtas são gratuitos. Portanto, você pode acompanhar e assinar agora o Investidor Inteligente nas diferentes plataformas de podcast seja através do seu dispositivo Apple ou Android, sendo que você também pode encontrar o Investidor Inteligente pelos apps Spotify ou Deezer. Siga agora para não perder nenhuma dica, ficar por dentro com todas as informações e acompanhar todas as semanas os novos episódios para poder alcançar um bom balanço na sua vida financeira tanto hoje quanto no futuro!

Ouça “187 Como enviar dinheiro para fora do Brasil de forma segura? – Entrevista com Milton Machado, CEO da Atlantis Pagamentos Eletrônicos” no Spreaker.

PHILLIP SOUZA: Esse é um assunto que muitos ouvintes querem saber, sobre envio de recursos para fora do Brasil e a sua contribuição é muito auspiciosa! Portanto, seja muito bem-vindo ao podcast dO Investidor inteligente, Milton!

MILTON MACHADO: Olá Phillip! Muito obrigado por me receber! É um prazer falar com você! Olá a toda sua audiência! Vamos a esse assunto interessante e realmente cheio de informações que precisam ser corrigidas ou desmistificadas.

PHILLIP: Antes da gente entender como que envia recursos para fora do Brasil, me diz uma coisa, Milton: por que nós deveríamos ter uma conta no exterior?

MILTON: O motivo principal é que Isso facilita a qualquer transação comercial qualquer operação que se queira fazer com o exterior e o motivo é simples: a legislação cambial brasileira, a regulamentação cambial brasileira, é bastante restritiva e burocrática. Acredite se quiser, mas No Brasil existem 200 naturezas cambiais diferentes que o Banco Central listou em uma circular e é uma regulamentação bastante pesada e mandar dinheiro do Brasil diretamente para a finalidade que se quer no exterior pode ser demorado, pode ser caro e a gente ainda está sujeito a flutuações cambiais.

No momento em que se mantém os recursos numa conta no exterior, que é perfeitamente legal e regulamentado pelo Banco Central, uma das naturezas cambiais, inclusive, é essa – disponibilidades no exterior –  o dinheiro já está em dólar ou em outra moeda forte, e no momento em que se quiser fazer uma operação, o dinheiro já está lá, é mais rápido e mais fácil movimentar dinheiro que já está fora do Brasil do que manda-lo direto daqui para a finalidade que se pretende.

Vou dar um exemplo: se eu quiser fazer investimento numa bolsa de valores no exterior, na bolsa de Nova York, na NYSE, na NASDAQ ou em alguma outra bolsa, de Frankfurt, enfim – se eu quiser mandar dinheiro direto para uma corretora no exterior do Brasil é um processo um pouco complicado, vai ter uma série de formulários, de complicações, envolve CVM, relatório de formulário de suitability, é algo que pode levar bastante tempo, e eu vou perder a oportunidade de investimento que eu queria fazer. Agora, se eu já tenho uma conta no exterior, seja no banco ou na própria corretora e os meus recursos já estão lá fora, eu posso através de um home broker comprar as ações que eu quiser ou opções, os ativos que eu quiser de uma maneira muito mais rápida porque o dinheiro já está fora. E tendo dinheiro, por exemplo, uma conta nos Estados Unidos ou no banco da União Europeia é muito mais fácil transitar dinheiro entre essas duas regiões do que do Brasil para qualquer outra. Enfim: o dinheiro se move muito mais facilmente já estando fora do Brasil.

PHILLIP: Milton, como que um brasileiro pode ter uma conta no exterior? Quais são as burocracias envolvidas nessa etapa?

MILTON:  Isso é uma coisa que há 10, 15 anos era muito mais fácil. Com o aumento das fraudes financeiras, do terrorismo, tráfico de armas, pessoas e drogas isso passou a ser bastante controlado por todos os governos – o governo americano foi principal, que começou a mobilizar todos os governos para ter controle e introduziu determinados protocolos; tem uma sopa de letrinhas aí. Basicamente são três siglas ou acrônimos que se usa em inglês: KYC (Know Your Costumer), ou seja, toda instituição financeira precisa saber quem é o seu cliente e isso inclui saber a origem dos recursos que ele está mandando para o exterior ou investindo e a destinação também; existe um outro acrônimo que é AML (Anti-Money Laudering) que significa combater a lavagem de dinheiro porque as contas no exterior são muito usadas para ocultar patrimônio, para evitar imposto, evitar ilegalmente –existe uma forma legal de se pagar menos imposto, mas existem formas Ilegais; e a outra é CFT (Countering the Financing of Terrorism) que é evitar o financiamento do terrorismo. O rigor dessas medidas é proporcional aos valores enviados.

Então vamos lá: se eu quero abrir uma conta em um banco e eu afirmo para o banco onde eu vou abrir a conta que a minha movimentação mensal vai ser US$5.000, US$10.000, US$15.000, o banco vão avaliar isso como um risco pequeno de eu financiar terrorismo. Agora se eu tenho um grande patrimônio, se eu tenho empresa, se eu vou movimentar quantias em torno de centenas de milhares ou até milhões de dólares, aí o papo é outro: porque eu posso estar fazendo atividades ilegais, vamos dizer assim, com consequências desastrosas –então o cuidado é redobrado.

Então respondendo diretamente à pergunta: para abrir uma conta no exterior a pessoa precisa, primeiro, comprovar origem ilícita dos recursos; segundo, ela precisa comprovar a finalidade do porque ela quer abrir essa conta: se ela quer investir; se ela tem um filho ou familiar direto estudando, residindo no exterior fazendo algum tipo de treinamento; se ela quer comprar um imóvel no exterior; enfim é preciso justificar o porquê que ela está querendo essa conta exterior. Feito isso se não existe nenhum outro empecilho.

Durante uma época era muito fácil abrir conta pela internet, mas, como eu disse, ao longo dos anos isso foi ficando mais rígido e hoje em dia muitos países e muitos bancos em alguns países não permitem. Com essa pandemia e essas restrições todas de viagem, os bancos mudaram as suas rotinas. Vou dar um exemplo prático: o HSBC, quando operava no Brasil, tinha um escritório aqui chamado IBC (International Bank Account) que era só para abrir conta no exterior para os correntistas do HSBC.

Eu, por exemplo, tenho uma conta no HSBC no exterior e foi aberto via o IBC, o escritório. Depois que HSBC vendeu as suas operações de varejo no Brasil para o Bradesco, ele não tem mais esse escritório. Durante um bom tempo não tinha como abrir conta no HSBC no exterior a não ser indo até uma agência, mas esse ano, por exemplo, desde o ano passado, no site do HSBC ele já tem um banner, um anúncio, em que se a pessoa tiver interesse nos Estados Unidos e quiser abrir uma conta HSBC ele abre totalmente online. E assim é com vários países, não só nos Estados Unidos, mas também na União Europeia tem alguns países que permitem abertura de conta totalmente online.

PHILLIP: Como que uma pessoa pode mandar o seu dinheiro de forma segura para o exterior, Milton?

MILTON:  Toda operação de câmbio e a remessa de recursos para o exterior pela legislação brasileira precisa ser feita através de uma instituição financeira autorizada pelo Banco Central a operar no mercado de câmbio.

Qualquer coisa fora disso é ilegal: eu não recomendo a ninguém que faça qualquer coisa minimamente ilegal ou com a possibilidade de ser vista como ilegal porque a última coisa que alguém deve querer é problemas com Banco Central para Receita Federal – e eles controlam muito isso. Como eu disse a legislação brasileira é bastante restrita e a bastante pesada.

Dito isso, existem empresas, existem atualmente as fintechs e Atlantis é um bom exemplo que oferecem interfaces ou experiências para o usuário mais agradáveis, mais simples, mais rápidas do que é em uma agência bancária e solicitar uma transferência.

O cenário é o seguinte: os grandes bancos, e muitas pessoas já sabem que no Brasil cinco maiores bancos são responsáveis por 80% mais ou menos das contas bancárias e da movimentação financeira que tem no país, esses grandes bancos não têm muito interesse em remessas de pequeno valor – e aí foi que se abriu espaço para as fintechs. Então, para remessas até US$3.000 entre pessoas físicas é possível se fazer transferência de forma simplificada porque a própria legislação do Banco Central,  regulamentação do Banco Central, ela atribui baixo risco de crimes financeiros ou financiamento ao terrorismo, conforme comentei, então é preciso uma documentação mínima só identificando a pessoa que está enviando e acima desses valores é que se exige uma comprovação da origem dos recursos, geralmente através da Declaração de Imposto de Renda para pessoas físicas.

A forma de enviar essencialmente é sempre a mesma: através de uma instituição financeira. O que varia e que pode ser muito mais fácil, muito mais barato, inclusive, para a pessoa que está enviando dinheiro é a interface, a empresa parceira dessa instituição financeira que vai interagir diretamente com o consumidor. No nosso caso, por exemplo, nós desenvolvemos uma plataforma para remessa de pessoas físicas até US$3.000 por operação e até US$20.000 por ano em que a experiência do usuário é semelhante a mandar uma TED para dentro do Brasil. Ou seja: depois eu vou explicar em mais detalhes, mas é bem diferente das outras empresas de remessas que tem no Brasil. A forma mais desvantajosa e ir até uma agência bancária de um banco grande, de um banco convencional, porque a tecnologia que eles usam é uma tecnologia um pouco ultrapassada (depois eu posso dar detalhes sobre isso também) a pessoa vai acabar pagando mais caro e talvez demore mais.

PHILLIP: Nós sabemos que, tratando-se de moeda estrangeira, existe o risco cambial; é algo inerente a esse tipo de operação. Como a elevação ou queda do dólar impacta nas remessas de dinheiro? Quais seriam os benefícios de ter uma conta no exterior, pensando nessas oscilações?

MILTON: Depende do caso que nós estamos falando. Uma pessoa física que vai enviar dinheiro para o exterior normalmente ela envia para cobrir algum gasto periódico; manutenção de um filho tá estudando; eu tenho clientes, por exemplo, em que o marido é empresário e a família reside no exterior e ele atua no Brasil, a empresa dele, então ele envia regularmente recursos para manutenção da família; tem clientes que são pessoas , por exemplo, que tem renda de aluguéis no Brasil e manda esse dinheiro para o exterior para se manter porque estão estudando ou alguma atividade esportiva, algum treinamento.

Então para pessoas físicas normalmente a pessoa já tem aquele compromisso, ela não tem muita escolha, muito planejamento: ela envia quando precisa. Então a flutuação cambial pode ser realmente uma grande desvantagem porque a pessoa vai ter que mandar quando precisa e se der azar do dólar estar alto ela vai gastar mais, se tiver mais baixo ela ganha um pouco. Para empresas é um pouco diferente: a empresa geralmente escolhe quando fazer negócios e depois que ela assumir compromissos que normalmente são de maiores valores é bom também ela poder administrar isso.

Então a grande vantagem de se ter uma conta no exterior são planejamento, controle e previsibilidade. O que eu quero dizer com isso: como qualquer investimento ou qualquer ativo de valor variável, assim como instrumento em bolsa por exemplo, é preciso que a gente compre e venda este ativo quando quer, quando é conveniente, e não quando precisa. Vou dar um exemplo: uma pessoa resolve investir em ações de uma determinada empresa; se ela investe dinheiro que ela vai precisar daqui um mês ou dois meses e ela dá o azar da ação dela ter o seu preço reduzido, vai perder dinheiro. Não há o que fazer. Se por outro lado se investiu um dinheiro do qual não se vai precisar e que eu posso escolher quando é que eu vou realizar, quando é que eu vou vender aquele ativo, realizar o lucro, isso é bom planejamento, isso é saudável.

Com moeda estrangeira é a mesma coisa: a moeda estrangeira varia de preço, às vezes tem uma volatilidade bastante grande quando ocorrem eventos – está sujeito a geopolítica, está sujeito a muitos acontecimentos internacionais, existe uma série de fatores que afetam a oferta de moeda na política monetária e cambial do próprio Banco Central. Então essencialmente a vantagem é que se os recursos já estão fora, a pessoa já tem o dinheiro que ela vai precisar em moeda estrangeira convertido nesta moeda estrangeira, ela pode planejar melhor as suas atividades. Ela manda dinheiro para fora: ela compra moeda estrangeira quando a moeda estrangeira está baixa e depois quando ela precisar usar no exterior o dinheiro já está comprado: não vai sofrer o pênalti de ter que comprar a moeda estrangeira por um preço mais alto.

Da mesma forma se ela precisar para alguma eventualidade ou for vantajoso trazer essa moeda de volta para o Brasil, ela também pode comprar reais quando for vantajoso quando o preço da moeda estrangeira for alto e vai render muito mais reais. Essa é a vantagem. Resumindo: controle, planejamento e previsibilidade.

PHILLIP: Agora falando de pessoa jurídica, de empresa: quais os principais gargalos para as empresas abrirem escritórios fora do país e enviarem seus recursos?

MILTON: Aqui a gente tem uma situação semelhante ao da abertura da conta bancária. Só que não é tão rigoroso assim.

Abrir uma empresa no exterior em si não é difícil. Abrir empresa na maior parte dos países (claro eu não estou falando de países que vão ser menos conhecidos ou menos visitados, tá? Vamos nos ater aos Estados Unidos, Canadá, União Europeia). É uma coisa relativamente simples: em alguns países a gente abre empresa de um dia para o outro. Eventualmente, até algum tempo, a dificuldade, vamos dizer, o empecilho de se abrir uma empresa no exterior era justamente a dificuldade de se abrir a conta bancária. Porque abrir empresa é fácil; abrir conta bancária que é um pouco mais difícil.

O principal gargalo, eu diria, é que são duas coisas, duas palavrinhas que às vezes são confundidas: falta de informação e desinformação. Falta de informação simplesmente o cara não sabe; e desinformação é quando ele tem uma informação que lhe foi dada, mas foi dada errada seja por desconhecimento de quem deu a informação ou às vezes até por má intenção.

Eu diria o seguinte: a palavra offshore. por exemplo. na maior parte dos círculos financeiros quando uma pessoa fala em offshore isso é associado a crime, a propina, a desvio de dinheiro e não tem nada a ver com isso: pela definição da OCDE, offshore simplesmente é uma empresa ou uma conta bancária em uma jurisdição, em um país, onde a pessoa não tenha cidadania fiscal. Só isso. Então essa conta que eu tenho nos Estados Unidos, por exemplo, é uma conta offshore. “Ah mas isso aí não é no Caribe, não é não sei aonde, não é em um país assim e assim, não é paraíso fiscal”. Não, não tem nada a ver com isso. Offshore simplesmente é isso: é uma conta em um país onde eu não tenho cidadania fiscal.

Então abrir uma empresa offshore, abrir uma empresa em outro país, dependendo do país, é facílimo, é barato, é muito mais fácil do que no Brasil. Agora porque abrir essa empresa? Pelos motivos que a gente já falou antes: se eu quiser fazer operações no exterior e quiser manter recursos eventualmente algumas dessas operações vão ser mais facilmente efetuadas se forem feitas por uma empresa. Então essa é uma vantagem. E depois enviar o dinheiro para essa empresa offshore pode-se fazer através de uma instituição financeira e através de uma fintech, de preferência a Atlantis.

PHILLIP: Poxa vida, Milton… tem vários assuntos, vários detalhes sobre esse assunto e imagino que tenha várias outras coisas que não caibam nesse podcast e que penso que você pode vir em um outro momento trazer mais informações para mais detalhes para o ouvinte dO Investidor Inteligente. Quero te agradecer pela sua participação e pela sua contribuição para o ouvinte do podcast! E claro, se o ouvinte quiser saber mais detalhes como que ele pode fazer?

MILTON: Muito obrigado, Phillip! É um prazer ter participado desse podcast e algumas informações úteis então para os ouvintes: quem quiser entrar em contato com Atlantis e descobrir mais, o nosso site é www.atlantispay.comAtlantisPay, tudo junto, pay (P-A-Y), de pagamentos.

Então lá no site existe link para plataforma dolareasy, e existe também uma descrição dos outros serviços que nós prestamos; porque a plataforma dolareasy é uma plataforma de remessas rápidas entre pessoas físicas. Agora a Atlantis, através das parcerias que nós temos com instituições financeiras regulamentadas e autorizadas pelo Banco Central a operar no mercado de câmbio, nós oferecemos operações de câmbio para empresas de qualquer natureza e valor, de acordo com a legislação cambial. E nós temos as redes sociais também: nós estamos no Instagram no Facebook e @atlantispay e @dolareasy; temos no Linkedin também a página da dolareasy.

E eu gostaria só de fazer uma descrição sucinta da diferença da grande vantagem que existe de fazer remessas através da nossa plataforma dolareasy. A maioria das fintechs de câmbio que tem no Brasil, para fazer remessa através delas, é preciso se logar na plataforma – vamos partir do princípio que já tenha o cadastro aprovado –, é preciso se logar na plataforma, simular a quantia, ver qual é a cotação, escolher forma de pagamento, responder a uma série de perguntas (se é conta conjunta, se não é), aí depois de tudo isso a plataforma vai informar qual é o valor e para onde tem que mandar o dinheiro aqui no Brasil para ser enviado. Aí a pessoa precisa sair dali, vai no seu aplicativo, no seu internet banking, faz o pagamento (seja um boleto ou uma TED) e depois volta lá e informa para a plataforma que fez a remessa; e depois começa a receber atualizações. Na plataforma dolareasy nós criamos um sistema em que a experiência de remessa em tudo semelhante a uma TED ou PIX dentro do Brasil.

Como é que funciona: a nossa plataforma, www.dolareasy.com, só serve para a pessoa fazer o cadastro, ter seus documentos aprovados e verificar a cotação se ela quiser -as porque normalmente a pessoa que tem relacionamento financeiro, uma conta no exterior ela já sabe, ela já acompanha as contações, ela sabe quando é conveniente, quando é que ela pode, quando é que ela tem que mandar. Bom, feito isso, quando a pessoa quiser fazer uma remessa através da dolareasy ela só precisa ir direto no seu Internet Banking ou no seu aplicativo do banco, faz um PIX para a chave que ela vai receber quando concluir o cadastro (ela vai receber um e-mail com os dados da conta, e a chave PIX), ela faz essa remessa, recebe imediatamente uma notificação como a taxa de câmbio, valor efetivo total (que é um requisito legal que o Banco Central exige que se informe, qual é que vai ser a taxa de câmbio final, incluindo impostos, taxas, enfim) e ela só precisa confirmar.

Então comparativamente com as outras, em vez de um vai-e-vem, de um site para o outro, do banco para a plataforma da fintech, a nossa é mais simples: a pessoa faz a remessa do dinheiro por PIX ou TED e responde na notificação ali e confirma alguns dados e a remessa está feita. É bem mais simples e nós oferecemos uma segurança que nenhuma plataforma oferece: nós armazenamos todos os dados dos nossos clientes com uma chave criptográfica para cada cliente. Então mesmo que a gente sofra um ataque por um hacker, alguém quebre a criptografia, ele vai roubar dados de um único cliente. Ele vai desistir, vai para uma outra que seja mais fácil coletar mais dados porque na nossa é muito difícil e não vale a pena.

Você sabia que o podcast dO Investidor Inteligente também pode ser um pouco seu? Acesse a transcrição no blog do Dicas Curtas caso queira deixar algum comentário para esse episódio! E você também pode participar mais fazendo a mesma coisa encontrando a postagem no perfil do Dicas Curtas tanto no Instagram (siga @dicascurtas) quanto na fanpage dO Investidor Inteligente no Facebook. Aproveita para seguir o perfil, curtir a página e as postagens, marcar seus amigos e compartilhar com eles o que você está aprendendo aqui!

Caso queira, você também pode participar da comunidade exclusiva do Investidor Inteligente no Facebook, expondo suas dúvidas, dando suas sugestões de novos temas e apresentando postagens que agreguem à comunidade: leia e esteja consciente das regras antes de ingressar no grupo, ok?!

Todos os links estão na transcrição no blog e na descrição dos episódios.

Pense sobre o que tratamos aqui e coloque em ação o que você aprendeu, pois sem prática é só informação na sua cabeça.

Lembre-se de cuidar bem de você, de sua família e de suas finanças!

Que Deus te abençoe! Aqui é Phillip Souza, e esse é o podcast dOInvestidor Inteligente!

Investidor Inteligente do Dicas Curtas

 

Pin It on Pinterest

Share This