Ouça agora este podcast! “059 Dióxido de cloro – Uma esperança para o Autismo!”

Você já imaginou se a cada 2 pessoas que nascesse, 1 ser diagnosticada com ”TEA” – transtorno espectro autista? Já pensou se existisse uma forma de prevenir essa doença? Imagina se tivesse uma solução, ou melhor, um gás com cheiro de Ki-boa, aquele desinfetante famoso usado nos banheiro para eliminar germes e que pudesse melhorar a sua saúde, a do autista e de tantas outras pessoas?

Olá, aqui é Abílio Seronni, o Doutor Saúde, do Dicas Curtas e se você quer saber mais sobre esse milagroso gás fique comigo para aprender 5 dicas para prevenir o autismo.

Então vamos lá!

Tentando descobrir um remédio que pudesse tratar a malária, Jim Humble, por acidente descobriu uma forma de combater este mal. dentro de um garimpo na Guiana em 1997 onde havia um surto desta doença. Já havia tentado de tudo quando deparou com um frasco de solução de clorito de sódio, um purificador de água, com cheiro de água sanitária e ofereceu aos doentes ali presentes e vejam só, 4h após estes doentes estavam curados e rindo do seu estado enfermo já passado.

A água oxigenada tem uma molécula de oxigênio a mais em sua estrutura molecular em relação a água de torneira e são nutrientes totalmente diferentes, logo, a água sanitária, nome científico – hipoclorito de sódio, também se difere do clorito de sódio por uma ausência de oxigênio a menos apesar de terem cheiros parecidos, são nutrientes bem diferentes. Veja só como muda a estrutura molecular de uma substância quando introduzimos por exemplo uma molécula de oxigênio.

Vamos usar como exemplo o sal de cozinha – cloreto de sódio, se colocarmos mais 1 oxigênio, se transforma na água sanitária (hipoclorito de sódio); se colocarmos 2 oxigênio, se transforma em um potente purificador de água chamado clorito de sódio, parece até primo do peróxido de hidrogênio por se assemelhar tanto em ajudar a tratar tantas outras enfermidades. Colocando 3 oxigênios se transforma em um herbicida, veneno de planta chamado clorato de sódio. Por fim, se colocar 4 oxigênio se transforma em um explosivo usado em pirotecnia chamado perclorato de sódio.

De lá pra cá, Humble, pessoalmente já curou mais de 2mil pessoas como relata em sua entrevista em 2008 pelo projeto Camelot. Indiretamente ele curou mais de 100 mil pessoas de diversas doenças desde resfriados, gripes, AIDS, lúpus, autismo, doenças bucais e sobretudo o câncer quando utilizado da forma correta.

Infelizmente a ANVISA proibiu a comercialização do dióxido de cloro, não sabemos ainda o motivo, pois, o governo nem se quer teve o trabalho de comprovar se o dióxido de cloro tem um efeito positivo ou negativo no corpo, porém, você consegue encontrar os ingredientes para fabricar o produto na internet. “Para você obter o dióxido de cloro ele é formado a partir do clorito de sódio na presença de um ácido, podendo ser o limão (ácido cítrico) ou acido clorídrico como preconiza o alemão Dr. Andreas Kalcker em seu livro ‘‘CDS – A saúde é possível”, assim, formará um gás que deverá ser armazenado a solução dentro de um vasilhame que por sua vez deverá ser armazenado dentro de um frasco com agua e fechado hermeticamente por 5 a 12 dias em ambiente escuro, assim o gás passará para a água e você poderá fazer uso diário de acordo com protocolos descrito por Humble.

A fórmula inicial se chamava MMS ( Solução milagrosa mineral) e depois passou a ser chamados de CDS (Solução de dióxido de cloro) quando passou a ser usado o acido cítrico. No livro da maior autoridade em cura do autismo, da americana Dra Kerri Rivera chamado ” Healing Autism (Curando o Autismo)”, utiliza o protocolo MMS para tratar o autismo.

Após a cura de várias pessoas com malária, muitas pessoas começaram a procurar o garimpeiro para saber se a solução funcionava para resfriados, para infecções por vírus, bactérias, microrganismos em geral, para parasitas, para oxidar metais tóxicos, para neutralizar venenos, curar queimaduras, tratar doenças ditas como incuráveis pela medicina convencional como câncer, AIDS, Parkinson, Alzheimer e o Autismo – doença que vamos aprofundar neste podcast. O mais incrível é que funcionava para a maioria das pessoas. Claro que não funciona para todos, afinal, cada corpo reage de uma forma, cada pessoa usa de uma maneira, existem inúmeras variáveis entre a doença até a sua cura.

Agora que você aprendeu que o dióxido de cloro é uma ferramenta poderosa para ajudar a combater as doenças em gerais, vamos conhecer agora 5 dicas para prevenir o autismo.

Antes de falar das dicas, eu te pergunto: você sabia, segundo a The Rise of Autism, Centro de Controle Americano para Portadores de Autismo publicaram as estatísticas da relação de números de pessoas normais em relação ao número de pessoas com autismo nos EUA. Você vai ficar espantada!

Em 1985 essa relação era 1:2500, ou seja, cada 2500 pessoas que nasciam, 1 era autista. Passou se 10 anos e essa relação diminui 1:500. Mais 9 anos se passaram e ela caiu 1:110. A última estatística foi feito ano passado, 2018, e pasmem, essa relação chegou 1: 59. Veja bem, se essa relação continuar nessa proporção, nos próximo 10 anos essa relação pode chegar 1:2, ou seja, cada duas pessoas que nascerem uma será autista, em outras palavras, a metade que nascer terá que sustentar a outra metade que virá. Já parou para pensar nessa calamidade de saúde pública!

Autismo para quem não sabe é um transtorno neurológico caracterizado por comprometimento da interação social, da comunicação verbal e não verbal e comportamento restrito e repetitivo. Seu diagnóstico é feito até os 3 anos de idade quando a criança manifesta estes sinais de comportamento como: dificuldade de relacionamento interpessoal, pouco ou nenhum contato visual com outras pessoas, riso inadequado, busca pelo isolamento social (preferência pela solidão), fixação visual em objetos; aparente insensibilidade à dor; rotação repetitiva de objetos; recusa de demonstrações de carinho (colo, abraços); não respondem pelo nome; dificuldade de expressar necessidades; dificuldade de aprendizado; repetição desnecessária de assuntos; dificuldade de mudança na rotina; não tem consciência de situações de perigo e por aí vai. É claro que tem vários graus de evolução dessa doença, tem pessoas que manifestam poucos sinais e outros vivem em completo estado de ”mundo da lua”.

Agora, preste atenção nas dicas para prevenir o autismo:

Dica 01: Programação neonatal – se você é mulher e está pensando em engravidar, faça como nos países de primeiro mundo, programe-se! A gravidez é um ato de amor, pois doa teu corpo para gerar um ser, da concretização de uma família, pois ela só existe na presença do pai, da mãe e do filho e por fim da sobrevivência da espécie humana. Portanto, a dica aqui é fazer um check up médico e odontológico e certifique se sobre compatibilidade genética com o parceiro, tipagem sanguínea, risco de alguma infecção odontológica, presença de amálgama dentária, siso com risco de inflamação!

Dica 02: Detox – não se sabe a causa do autismo, mas tudo indica ser genético ou adquirido por fatores ambientais, segunda a Dra. Hilda Clark, em seu livro – A cura para todas as doenças, ela relata que crianças autistas na maioria apresenta presença forte de chumbo e que a desparasitose e remoção de metais tóxicos como chumbo e mercúrio podem ajudar a criança a evoluir para um quadro de cura. A dica aqui é fazer uso de iodo na forma de solução de lugol, ou zeolita, ou ainda coentro e algas como chlorella e spirulina, ambas ajudam a quelar os metais tóxicos principalmente o mercúrio, metal que atravessa a parede hematoencefálica permitindo intoxicar o cérebro. Para fazer a desparasitose a dica é usar água de prata coloidal por 30 dias, iniciando na lua minguante e passando pela lua cheia, assim, você consegue eliminar os principais vermes como áscaris, ancilostomíase, strongyloides e trichinellas que entram facilmente no seu cérebro; Evite também todo tipo de produtos de beleza durante a gravidez, principalmente o batom que é rico em chumbo e os shampoos que é pura química;

Dica 03: Remoção de restaurações de amálgama dentário – sabemos que existe a liga e o amalgama. Para ser amálgama deve conter mercúrio em sua composição, portanto, essas restaurações pretinhas na boca, hoje, é proibido pelo Ministério da Agricultura pois devido a seu descarte inapropriado por falta de fiscalização, a contaminação do solo e das águas devem ser evitadas através da proibição do mesmo. Logo, se você tem este tipo de restauração a dica é pedir ao seu dentista que substitua por resina ou porcelana a fim de evitar contaminação ao feto e, sobretudo a sua tireoide.

Dica 04: Consumo de peixe – infelizmente nosso peixe está contaminado pelo mercúrio das aguas de garimpo. A dica e evitar o consumo de peixe durante a gravidez!

Dica 05:  Vacinação – se você mora em uma área de risco e sabe a procedência da vacina, está recomendada, mas se você está fora da zona de perigo, longe de áreas endêmicas e não sabe a procedência da vacina, você deve avaliar riscos e benefícios pois aqui o risco pode superar os benefícios, já que usam timerosal, um conservante derivado do mercúrio, já que estamos evitando contaminação por metais pesados. A dica aqui é abusar da melhor vacina que existe – alimentos nutracêuticos, que funcionam como remédios como: alho que tem alicina, poderoso antimicrobiano, azeite de oliva extra virgem que é neuroprotetor juntamente com omega3 – óleo de fígado de bacalhau, indol 3 carbinol das crucíferas, curry – açafrão indiano, extrato de própolis, oleo de copaíba, capsaiscina da pimenta e por aí vai e fuja do glutamato monossodico encontrado em temperos prontos e molhos shoyo pois também foram encontrados em pacientes autistas;

Dica extra 06: Suplementação com Vitamina D – segundo o Dr. Cícero Coimbra, especialista em terapia com vitamina D observou uma resposta jamais vista em 38 anos de terapia com autistas depois que passou a utilizar altas doses de vitamina D, pois em altas doses tem se um efeito imunossupressor, partindo da sugestão que o autismo seja uma doença autoimune, justifica a melhora com esse tipo de suplemento;

Dica extra 07: Gestão do estresse – segundo a neurologista Dra. Polyanna Castro que tem um filho autista, em sua entrevista a Salutis, afirma que a doença foi tratada e hoje seu filho está normal, com ausência de sinais do espectro autista, diz que a melhora significativa se deu com a terapia com o REAC, um tipo de neuromodulação que trabalha remodulando de forma assimétrica a polaridade de membrana das células que foram alteradas as voltagens, suas energias devido à contaminação de fatores ambientais e alimentares como a poluição eletromagnética, caseína do leite, glúten e da soja e sobretudo da frutose dos sucos de fruta, combatendo o estresse e repolarizando as membranas, porém, o espectro autista é comparado a uma alergia, você controla, se os fatores externos voltarem a contaminar, o sinais e sintomas do espectro pode voltar  a parecer como as crises alérgicas e logo o protocolo de detox, nutrição e manutenção deverá ser refeito para controle e remissão da doença.

A lista completa das principais dicas e o link dos livros do Jim Humble, Andreas Kalcker e da Dra. Kerr Rivera você encontra no link da descrição.

link: http://seronni.com.br/dioxidodecloro

Resumindo, o Autismo é sério, é realidade, está batendo na nossa porta e a nossa sociedade ainda não aprendeu a lidar com essa doença e se não aprendermos a prevenir poderá um dia sentir na pele a exclusão de um filho. Caso você já vive esta realidade o dióxido de cloro poderá ser mais uma esperança aliada a inúmeras terapias complementares para trazer de volta a consciência do seu filho.

No próximo episódio vamos falar sobre o MSM – o enxofre orgânico: o mineral da beleza e 5 dicas de consumo.

Então, o que você achou dessas dicas, qual assunto você gostaria de saber mais a respeito?

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Continue acompanhando este podcast eu sou Abílio Seronni, o Doutor Saúde do Dicas Curtas.

Um abraço e até a próxima semana.

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