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Você já parou para pensar que pode participar de operações de financiamento de empresas emergentes e lucrar tão bem quanto as instituições financeiras?

Mas Phillip, tem como fazer isso? Tem. E uma das formas é através de uma modalidade chamada peer-to-peer lending.

Nesse podcast, convidei Cadu Guerra, CEO da Allugator para explicar melhor esse modelo de investimento e apresentar a Allugator Invest, uma plataforma de investimentos peer-to-peer lending direcionada para o financiamento de assinaturas de celulares. Fique atento a mais essa oportunidade e possibilidade para diversificar sua carteira de ativos!

O podcast do Investidor Inteligente é apresentado todas as semanas com o propósito de ajudar em seu desenvolvimento financeiro trazendo informações claras e relevantes, orientações e estratégias valiosas para solucionar seus desafios financeiros, te ajudando a ampliar sua visão sobre dinheiro e refinar seu ponto de vista de modo que você possa realizar seus sonhos e construir com bases bem firmes seus resultados.

Eu sou Phillip Souza, consultor em finanças e terapeuta financeiro, mentor em educação psicofinanceira especialista em inteligência financeira, o expert em Finanças e Investimentos do Dicas Curtas. Você me encontra nas diferentes redes sociais através do @phillipsouzabr e também no meu canal no YouTube, Phillip Souza.

Tenho propósito ousado de te auxiliar a destravar a sua mentalidade e te ajudar a entender que a prosperidade também é para sua vida, provocando desconstrução, reconstrução e transformação da sua mentalidade para que você possa aprender a evoluir e se comportar de forma mais sábia e próspera em relação às suas finanças, transformando-se em um investidor ainda mais inteligente.

Esse e os outros podcasts do Dicas Curtas são gratuitos. Portanto, você pode acompanhar e assinar agora o Investidor Inteligente nas diferentes plataformas de podcast seja através do seu dispositivo Apple ou Android, sendo que você também pode encontrar o Investidor Inteligente pelos apps Spotify ou Deezer. Siga agora para não perder nenhuma dica, ficar por dentro com todas as informações e acompanhar todas as semanas os novos episódios para poder aproveitar bem o seu presente e sempre cuidar do seu futuro!

Ouça “201 Diversificação em investimentos alternativos: peer-to-peer lending – entrevista com Cadu Guerra, CEO da Allugator” no Spreaker.

PHILLIP SOUZA: Investidores inteligentes, hoje venho apresentar uma oportunidade de investimento diferente no mercado de crédito e tecnologia. Para isso, trouxe como convidado o CEO da Allugator, Cadu Guerra. Seja muito bem vindo ao podcast dO Investidor Inteligente, Cadu!

CADU GUERRA: Fala Phillip! Muito obrigado! É um prazer estar aqui com vocês falando com os demais investidores inteligentes e trazendo um pouquinho do que a gente está fazendo no mercado de tecnologia e mudando o consumo no mundo enquanto a gente em paralelo leva uma boa oportunidade de investimento para o investidor-varejo aqui no Brasil. Então obrigado pelo convite e estou animado para o papo.

PHILLIP SOUZA: Cadu, vamos direto ao assunto que achei bem interessante: como que funciona o investimento da Allugator Invest? Como é o processo do investimento em celulares?

CADU GUERRA: Maravilha, Phillip! Show de bola. Ótima pergunta porque é a pergunta principal. Mas, cara, acho que é importante a gente fazer um catch up primeiro para quem caso não conheça a operação da Allugator; acho que é importante a pessoa saber o que a gente faz porque o Allugator Invest basicamente é que alimenta a operação da Allugator. Então dentro do guarda-chuva Allugator nós temos duas estruturas: a estrutura pela qual a gente é mais conhecido, que o nosso serviço de assinatura de celulares; e o Allugator Invest, que a nossa plataforma de investimento que alimenta a operação do nosso serviço de assinatura

Então a Allugator é uma empresa que nasceu para mudar o consumo no mundo. A gente acredita que o consumo de propriedade não faz sentido. O consumo de propriedade força a gente a fazer grandes compromissos financeiros com coisas que a gente não vai usar para sempre, que a gente não vai usar, muitas vezes, durante muito tempo. Pensa na lógica de smartphones, por exemplo: a gente acabou de acompanhar há poucos dias do lançamento do iPhone 13, pela Apple. É um celular em que o preço dele é bastante elevado, principalmente se você considerar padrões de consumo do Brasil, um celular que chega na casa de R$15.000 e é um ativo que no ano que vem já não está mais atualizado, ele já não vai ser mais a versão mais recente. Então daqui 2-3 anos quem comprou esse celular já vai estar pensando em trocar ou mesmo precisando de trocar celular.

Além disso, quando você compra um celular não é só do celular que você precisa. Quando você compra um iPhone, por exemplo: você precisa desde coisas mais básicas (como uma película, uma capinha para proteger o celular) até uma manutenção, você vai precisar de trocar, você vai ter uma cobertura ali, fazer um seguro para esse ativo, porque esse ativo é caro… e olhando para o longo prazo, para coisas que estão um pouquinho mais na frente, que plano que você vai consumir, que operadora que você vai contratar, se é um pré-pago, esse tipo de coisa. Então é um tipo de produto que precisa de vários serviços agregados.

E aqui na Allugator a gente nasceu para criar aquilo que a gente chama de futuro do varejo, é que a gente tem feito aqui. A gente acredita que dentro de 10 anos o varejo não vai mais vender propriedade, mas vai vender serviços nos quais você tem um acesso a determinado tipo de bem com toda a camada de serviço agregada para esse bem.

Então o que a gente faz aqui: por um preço muito inferior ao valor de compra do aparelho você fica um ano com um iPhone 12, um iPhone 13, com o celular que você quiser, por exemplo, aqui no Allugator e com os serviços agregados que você precisa para ter uma boa experiência com esses produtos. Assim: você gasta menos e tem uma experiência mais completa, você troca de celular quando você quiser, você pode trocar de celular todo ano, você pode renovar a sua assinatura e continuar com o mesmo celular, se você quiser depois pegar um celular mais básico você pode ao invés de fazer um upgrade você pode pegar um celular um pouco mais básico e reduzir o valor do seu plano de assinatura –então hoje é o que nós fazemos.

Hoje nós temos uma operação em mais de 700 cidades no Brasil atendendo a milhares de assinantes no nosso país. Nós somos hoje o maior serviço de assinatura de celulares do Brasil e também o segundo maior serviço de assinatura de eletrônicos do mundo: a nossa operação fica atrás apenas da operação da Grover lá da Alemanha. Dentro nossa visão, dentro dos nossos planos a gente vai lançar ainda assinatura de vários outros tipos de aparelhos porque o que a gente quer é justamente mudar o consumo no mundo.

É uma operação que demanda muito capital naturalmente. E cara: é uma operação que também tem números muito bem fechados, então acompanha meu raciocínio: a gente percebeu que a gente tem muito bem controlado o valor desses aparelhos porque a gente os compra em atacado com desconto em grandes lotes; a gente assina esses aparelhos por um valor que naturalmente a gente controla: é o preço das assinaturas; e agente controla quanto tempo esses aparelhos ficam na rua dando este retorno. Esse retorno além de números bons ele gera uma margem boa; a gente tem margens bem confortáveis nessa operação. Então o que a gente percebeu: cara, dá para nascer um produto financeiro a partir disso aí. Da mesma forma que um dia alguém pensou em levantar um fundo imobiliário para poder fazer um investimento em vários empreendimentos, a gente nem chegou a mesma coisa aqui e criou o Allugator Invest.

No Allugator Invest, os nossos investidores investem diretamente em financiar essa operação. Como funciona? Basicamente a gente vende essas assinaturas. Uma vez que essas assinaturas foram vendidas, a gente vai ter uma demanda de compra. A gente faz uma análise de risco desses usuários, a gente tem aqui o nosso próprio sistema de análise de risco que vai precificar o risco de cada assinatura, dizer qual o consumidor pode assinar e qual não pode; e o usuário sendo aprovado na análise de risco ele vai para uma remessa de compra. Daí a gente vai fazer a compra dessa remessa para mandar o celular direto para casa do consumidor, novo, dentro da nossa caixinha, com aquela experiência super massa de unboxing.

Então como funciona, onde é que entra o investidor nisso daí? Uma vez que essas assinaturas foram montadas, a gente tem essa demanda de compra, os investidores entram financiando essa demanda de compra. E aí, em contrapartida, a gente dá um rendimento prefixado para esse investidor, é uma operação de crédito. Então o investidor consegue ter taxas que estão hoje muito acima do padrão de mercado (hoje a gente consegue chegar em taxas de 14% ao ano, às vezes 15% ao ano, depende muito do lote de produtos que a gente está comprando: claro, cada produto tem o seu perfil econômico, sua rentabilidade, o seu pricing, a sua duration) e a partir disso a gente emite um título de crédito no qual o investidor tem um retorno pré-fixado e onde o próprio ativo entra como garantia.

Então não é um investimento que é em um padrão de risco, por exemplo, como se estivesse investindo na participação societária de uma startup, de uma empresa como Allugator, que é um investimento que você vai pegar esse dinheiro, você vai contratar pessoas para investir em marketing, você vai investir vendas, você vai investir em tecnologia e pode ser que não dê certo: são investimentos um pouco mais difíceis de precificar o retorno – não é à toa que chama “capital de risco”. No nosso caso, o investimento é na aquisição de um ativo e esse ativo é rentabilizado por meio da assinatura da locação. Com essa rentabilidade dos ativos, com o pagamento dessas assinaturas, a gente paga os juros para o investidor e consegue multiplicar o capital dele de uma forma previsível e tendo a segurança de ter uma garantia real – que é um aparelho que tem extrema liquidez, que é o celular mais desejado do mundo, que é o iPhone.

Então este é um resumo geral de como funciona não só operação da Allugator, mas o interesse no nosso investidor, o Allugator Invest.

PHILLIP SOUZA: Inclusive, Cadu, a gente já começou a conversar sobre ativos reais, que é o aparelho, por exemplo, o iPhone. E por que os investidores devem inserir em suas carteiras um investimento nessa modalidade?

CADU GUERRA: Cara, o que eu gosto do ativo real é que eu enxergo (pelo menos eu vou até pedir uma licença técnica para falar da minha visão como investidor, e não tecnicamente): uma dor que eu sentia muito como investidor é que na minha carteira eu sempre tento equilibrar entendendo que eu estou botando na minha carteira e qual que é a função desse ativo.

Então por exemplo eu sempre falo isso: Se você pega o Messi. o Messi é ótimo para jogar no ataque, mas não é legal você colocar o Messi no gol, não é legal colocar na defesa. Então da mesma forma que eu não compro um CDB com liquidez diária esperando que ele me dê muita rentabilidade, eu também não compro ações esperando proteger capital. Então cada tipo na minha carteira, ele cumpre algum papel. E eu sentia falta de ativos dos quais eu pudesse proteger o meu capital, mas ter um bom retorno. Algo que não fosse um retorno estrondoso, que eu realmente vou obter correndo riscos maiores, mas que também não fosse aquela coisa de CDI. E é aí que eu acho que o ativo real: eu acho que a maior beleza do ativo real, que eu acho que é onde as fintechs aqui no Brasil mais estão atuando, é que a gente corta o intermediário.

Pensa na operação, por exemplo, de outras fintechs: uma fintech que empresta para o setor imobiliário, que empresta para outros negócios, esse tipo de coisa – você, investidor, consegue fazer o que o banco estaria fazendo: o banco vai pegar o seu dinheiro que você vai emprestar para o banco, que você vai colocar no CDB, por exemplo; ele (o banco) vai emprestar esse dinheiro e aí o banco vai ter um lucro altíssimo com isso (que ele vai praticar as taxas que ele pratica normalmente), só que o retorno que o banco vai entregar para você é muito baixo. No ativo real isso não existe, no ativo real você está trabalhando diretamente com Allugator, por exemplo.

Então como eu não tenho um intermediador, você consegue ter a mesma segurança, por exemplo, que o banco teria emprestado para gente (porque você está trabalhando com as mesmas garantias, com a mesma estrutura, com a mesma operação), você está financiando a mesmíssima operação que os investidores grandes investidores institucionais que investem na gente estão financiando, e você consegue ter uma rentabilidade maior já que não há um intermediador.

Então, por exemplo, você falar de 14% ao ano, de 15% ao ano prefixado, isso é um tipo de retorno em operação de crédito que só investidores profissionais têm acesso no Brasil hoje. Fora dos ativos reais você só vai ter isso em cota de FIDC, em algumas debentures um pouco mais arriscadas – mas assim: é o tipo de investimento que vai estar nas mãos de investidores extremamente qualificados com patrimônio muito alto, ou de investidores profissionais, gestores de FIDC, fundos de crédito, e investidores nessa categoria. Então eu acredito que essa é a principal vantagem para o investidor: você está tendo acesso a títulos que te ajudam a diversificar sua carteira tendo um retorno que, ele frente ao mercado, é um retorno superior com boas garantias que te permitem ter previsibilidade e segurança. Você não fica naquela coisa de “cara eu vou Balancear minha carteira somente com ações, fundos imobiliários e CDI”, que hoje é o investidor-varejo tem acesso no Brasil a grosso modo, por assim dizer, porque são pouquíssimas pessoas que investem em debêntures, CRI, CRA, esse tipo de operação. O crédito é um mercado muito pouco explorado pelo investidor-arejo no Brasil.

PHILLIP SOUZA: Cadu, esse é um tipo de investimento que tem o modelo Peer to Peer Lending: o que é isso e como ele é aplicado na prática na Allugator Invest?

CADU GUERRA: Beleza! Cara o peer-to-peer lending basicamente é um peer emprestando para o outro; lending do inglês significa empréstimo. Então o peer-to-peer é um peer emprestando para outro.

Então o peer-to-peer é esse modelo aonde na prática você corta um intermediador. É o investidor emprestar direto para empresa; e não emprestar para o banco que vai emprestar para a empresa E aí nesse meio ali você tendo um intermediador: a margem dessa operação morre no intermediador.

Então como que isso acontece no Allugator Invest: basicamente no Allugator Invest você tá emprestando diretamente para a Allugator financiar a compra desses celulares. Então você está financiando diretamente a compra desses celulares. Na prática é como se esse investidor estivesse comprando os celulares que são assinados pela Allugator e tendo parte da receita da Allugator como remuneração por estar financiando esses celulares.

Então a Allugator vai assinar esses celulares para os consumidores, essas assinaturas vão gerar receita, essa receita é dividida com os investidores e como o investidor emprestou diretamente para a estrutura da Allugator ele consegue ter acesso a uma taxa maior porque justamente aqui não há um intermediador. Então esse é o conceito de peer-to-peer lending.

PHILLIP SOUZA: Inclusive, esse termo peer-to-peer vem do mercado de tecnologia que significa ‘par-a-par’, no nosso caso, uma ponta emprestando para a outra, um investidor (pessoa física, por exemplo), emprestando para uma empresa diretamente. Inclusive, quais os riscos e garantias que o investidor tem ao optar por uma aplicação em investimentos alternativos, como na Allugator Invest?

CADU GUERRA: Maravilha! Isso é muito legal! Cara como a gente está falando de investimentos alternativos eles naturalmente são tidos como um grau de risco maior. É recomendado para investidores que dentro do seu teste de perfil se entendam como investidores de perfil arrojado ou moderado; dificilmente um investidor conservador vai estar confortável com os investimentos alternativos.

Qual é o principal ponto aqui: o investidor conservador vai olhar para títulos de crédito que tenham bastante segurança e prêmios de risco menores. É aquele investidor que tem aversão a perda, ele quer conservar o capital. Quando a gente está falando de um investidor arrojado, em um investimento alternativo, é o investidor que tolera um risco um pouco maior para a obter um prêmio de risco, uma rentabilidade maior também.

Então é fundamental que em qualquer investimento que você vá fazer exista um bom equilíbrio entre o que é prêmio de risco e que risco que você está correndo. Nos investimentos alternativos geralmente você está investindo em empresas que têm estruturas um pouco menores. Quando você pega uma debênture da Localiza, por exemplo, ou coloca seu dinheiro em um CDB do Itaú, a gente tá falando de um banco muito grande, com muita receita, com muito caixa, uma operação muito segura; a Localiza a mesma coisa: os títulos de crédito da Localiza têm títulos de crédito Triple A (AAA) pela pelas maiores agências de rating do planeta. Então são títulos muito seguros.

No caso da Allugator Invest, a Allugator é uma startup, uma empresa emergente. Outras empresas que captam nessa modalidade também são empresas emergentes. Você vai financiar uma safra de assinaturas que ela vai para rua, vai ser assinada. Então é um investimento em que o perfil de risco dele é um pouco maior.

Quais são esses riscos? Então primeiramente o risco de vacância – o risco de o celular não ser alugado: se ele não for alugado, ele não vai gerar receita. Como que a gente combate esse risco aqui: a gente só capta para assinaturas que já foram compradas, que foram pagas. o usuário já contratou o serviço de assinatura. Então a gente elimina esse risco porque primeiro o usuário se compromete com a assinatura e só depois a gente abre a vaga de financiar essa assinatura para o investidor. Então não tem risco do investidor financiar um celular que vai ser comprado e vai ficar parado.

O segundo risco é o risco de acontecer algo com o celular. Então aqui a gente tem, por exemplo, o risco de o celular quebrar, o celular da pessoa ser roubado, esse tipo de coisa. E aqui nós temos um pool de sinistralidade: parte da receita das nossas assinaturas vai para um pool que cobre todo tipo de dano e aí hoje a nossa cobertura mesmo no cenário de maior estresse cobre três vezes o valor superior ao que a gente teria que desembolsar para cobrir todos esses danos

O risco de fraude é o terceiro risco que a gente tem nessa operação. E basicamente a gente tem uma análise de risco muito forte. A gente tem hoje um dos sistemas de análise de risco para o modelo de assinatura de eletrônicos mais desenvolvido do planeta. Porque assim: a gente cruza diversos fatores relacionados desde o risco identificado na operação, o risco identificado pelo gateway de pagamento, fatores de comportamento de compra, riscos atrelados à região onde aquela pessoa mora, IDH, taxa de criminalidade da região, todos esses riscos – combina tudo isso e a gente chega numa avaliação de risco final que tem uma assertividade muito grande. Para você ter ideia, hoje a gente tem uma taxa de perda de somente 1% da nossa carteira. Se você comparar com qualquer outra operação onde você está dando uma espécie de crédito para o consumidor é uma taxa muito baixa; e a gente consegue uma taxa de recuperação dos aparelhos atrasados muito boa também: hoje 8% das transações que atrasam e só 1% que a gente perde. A gente recupera a grande maioria. Então basicamente assim esse é um panorama geral dos riscos que a gente corre nessa operação e os riscos estão ligados ao investidor.

Sendo o último o risco de inadimplência: hoje como a nossa estrutura de cobrança é anual é um risco que é mais controlado porque o nosso usuário paga um ano de contrato antecipadamente então não há risco de ele ficar inadimplente ao longo do contrato, e nas assinaturas com pagamento mensal que estamos lançando agora e vamos esticar bastante na nossa carteira vamos ter muitas assinaturas porque é o que deixa o modelo mais acessível, a gente tem também um mecanismo muito forte (tão forte como o mecanismo de análise de risco de sinistro) para análise de risco de crédito e aí a gente consegue ter uma performance confortável nossa carteira para comportar este risco.

PHILLIP SOUZA: Muito bacana o modelo da Allugator invest, revolucionando o mercado de como as pessoas podem consumir os bens, mas de uma maneira completamente diferente do que a gente encontra por aí.

Cadu, muito obrigado pela sua participação no podcast dO Investidor inteligente, trazendo essa novidade e mostrando uma nova oportunidade para o investidor estar diversificando na sua carteira.

CADU GUERRA: Bom pessoal, então para quem se interessou, para quem quer fazer parte dessa jornada e mudar o consumo no mundo junto com a gente e, de quebra, ainda ter retornos muito acima da média do mercado com previsibilidade e com garantias reais, eu convido vocês a acessar o nosso site www.AllugatorInvest.com (Allugator é com 2 “L”, A-L-L-U-G-A-T-O-R; e invest é com ‘T’ mudo, invest) então www.AllugatorInvest.com e o nosso Instagram é @alluinvest para você acompanhar o conteúdo, nosso time de marketing faz um trabalho muito massa de realmente criar conteúdo que são úteis para o seu dia a dia, que você vai realmente aprender alguma coisa nova todos os dias. Então é um trabalho muito massa. Nosso Instagram é @allugatoroficial e você também que quer consumir melhor, assinar um celular, ter um celular por assinatura, não tem mais se preocupar com “e se meu celular quebrar”, “nossa como que vou trocar de celular”, “nossa celular está tão caro”, acesse o www.Allugator.com e venha fazer parte dessa jornada que está mudando o consumo no mundo. É isso aí gente: eu vejo vocês aqui do outro lado.

Você sabia que o podcast dO Investidor Inteligente também pode ser um pouco seu? Acesse a transcrição no blog do Dicas Curtas caso queira deixar algum comentário para esse episódio! E você também pode participar mais fazendo a mesma coisa encontrando a postagem no perfil do Dicas Curtas tanto no Instagram (siga @dicascurtas) quanto na fanpage dO Investidor Inteligente no Facebook. Aproveita para seguir o perfil, curtir a página e as postagens, marcar seus amigos e compartilhar com eles o que você está aprendendo aqui!

Participe comigo através das minhas redes sociais (basta buscar o perfil @phillipsouzabr) e também no YouTube no meu canal Phillip Souza. Será uma honra ter contato mais próximo com você!

Todos os links estão na transcrição no blog e na descrição dos episódios.

Cuide bem da sua saúde, da sua família, de seus relacionamentos e de suas finanças!

Que Deus possa te abençoar imensamente! Aqui é Phillip Souza, e esse é o podcast dOInvestidor Inteligente!

Investidor Inteligente do Dicas Curtas

 

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