Ouça agora este podcast! “001 Entendendo a “Harmonização Facial””

Este é o primeiro episódio de uma série de discussões sobre a atratividade da face humana.

Em toda a história, tornar-se belo nunca foi tão acessível e confortável quanto hoje. Os procedimentos estéticos minimamente invasivos trazem conforto por não demandarem, em sua maioria, de tempo de recuperação e afastamento das atividades rotineiras. Exatamente por isso, tornam-se cada vez mais populares e propagados.      

Essa propagação massiva, ao mesmo tempo que facilita o acesso aos mais diversos públicos, também pode gerar um entendimento superficial dos procedimentos estéticos, como exemplo do termo HARMONIZAÇÃO FACIAL, tão comentado e ao mesmo tempo tão mal compreendido por algumas pessoas que buscam as clínicas de estética.

Vamos entender o real significado dos fatores que geram harmonia facial e iniciar um entendimento profundo do universo estética.

 

O contexto atual da busca pela beleza

Em toda a história, desde os primeiros registros do uso de artifícios com fins de embelezamento, há cerca de 6000 anos, em que as mulheres egípcias criavam cosméticos a partir de ingredientes naturais para destacar seus lábios, o acesso à beleza nunca foi tão fácil e confortável quanto hoje. Os aperfeiçoamentos e as transformações estéticas não dependem mais de bisturis, anestesia geral, internação hospitalar e longos dias de cicatrização. Surgiram os procedimentos estéticos minimamente invasivos e estes vieram para ficar, trazendo a comodidade de não demandarem, em sua maioria, de tempo de recuperação e afastamento das atividades rotineiras. Hoje, por exemplo, é possível submeter-se a um procedimento que gera um grande impacto na beleza durante o intervalo do almoço.

Essa facilidade tem tornado os procedimentos estéticos cada vez mais populares e propagados.

 

A propagação facilitada dos procedimentos estéticos

Além do conforto dos procedimentos realizados por meio de seringas, cânulas e agulhas fininhas, as pessoas hoje têm muito mais acesso à informação. As redes sociais impulsionam vigorosamente as notícias sobre o mercado estético e assim o consumo de informações, ampolas e mls dos produtos e tecnologias da beleza é cada vez mais intenso.

 

A confusão gerada pelo termo HARMONIZAÇÃO FACIAL

Mas não há só vantagens nessa propagação veloz das notícias sobre os procedimentos estéticos. Algumas confusões acabam sendo geradas pela forma fugaz de se receber e transmitir certas informações. Tenho percebido isso em minha prática clínica quando as pessoas me abordam solicitando “HARMONIZAÇÃO FACIAL”.

Algumas chegam dispostas a pagar por um combo de procedimentos embelezadores que diz ter dado muito certo em sua blogueira preferida… E esse combo, na cabeça delas, é chamado harmonização facial. Esquecem, na verdade, da peculiaridade que o termo HARMONIZAÇÃO carrega: a necessidade de individualizar cada paciente, de tratar as características que lhes são únicas, de canalizar as ferramentas que os procedimentos estéticos oferecem na tentativa de valorizar o que cada um originalmente já tem.

 

O que significa harmonia em uma face

A harmonia não diz respeito a nenhuma característica analisada individualmente; pra se chegar à harmonia, há de se levar em consideração todas as partes que compõem o todo e encontrar o equilíbrio entre essas partes. Cada elemento deve conversar bem entre si e com o todo. Portanto, o formato do lábio que harmonizou em sua blogueira preferida não necessariamente harmoniza com o formato de sua face. É, então, impossível falar de harmonização facial como com conjunto fixo de procedimentos que encaixam em qualquer pessoa. É preciso entender que cada face irá se valer de indicações de procedimentos muito específicas.

Portanto, o grande diferencial para se chegar à harmonia de uma face não está na técnica de aplicação dos produtos, mas na sensibilidade do profissional que analisa a face do seu paciente e atende suas reais necessidades.

 

Os procedimentos estéticos que geram harmonia facial

Há um grande leque de procedimentos estéticos que permitem equilibrar o formato de uma face. Dos métodos pouco invasivos, ou seja, não cirúrgicos, o que mais se destaca é o preenchimento, que consiste em aplicação de substâncias compatíveis com nossa pele, cuja consistência se assemelha a um gel, com apresentações diversas – algumas mais consistentes, outras mais fluidas – capazes de moldar o formato da face. Existem variados produtos para este fim, sendo o mais conhecido deles o ácido hialurônico, substância que caiu na graça dos estudiosos e dos pacientes, devido ao alto grau de compatibilidade com o organismo, pois vale ressaltar que esse produto embalado na seringa é idêntico ao que o próprio organismo fabrica. O ácido hialurônico é tão natural para o corpo, que já nascemos com uma enzima capaz de degradá-lo, e é por isso que ao longo de meses, depois de injetado, ele vai sendo quebrado e transformado em água e gás carbônico, eliminado na respiração, quando haverá necessidade de nova aplicação.

Outra vantagem dessa compatibilidade é que também conseguimos produzir em laboratório a enzima que degrada o ácido hialurônico e assim, podemos desfazer o procedimento caso o resultado não fique como o esperado.

Pequenas quantidades deste preenchedor maravilhoso, injetado por meio de agulhas ou cânulas fininhas, que geram desconforto mínimo, servem para projetar as maçãs do rosto, o queixo, a mandíbula, corrigir a depressão da pele que causa olheiras, melhorar a proporção dos lábios, volumizá-los ou torna-los mais nítidos, apagar vincos na pele causados pelo envelhecimento… enfim, inúmeras possibilidades! Com um detalhe: tudo personalizado!

Aí mora o segredo dos resultados estéticos sofisticados: proporcionar apenas o que cada paciente merece! Não há um padrão a ser repetido em todo mundo. Uma mandíbula quadrada, por exemplo, não vai cair bem em todas as pessoas! Há de se respeitar as características originais e únicas de cada indivíduo e buscar corrigir o que está em desarmonia e realçar o que cada face já traz de belo.

Sim, existem parâmetros que guiam o trabalho do profissional. São medidas estudadas há décadas numa ciência denominada cefalometria. Ela serve como uma orientação para identificar os desvios da normalidade das medidas e proporções da cabeça, mas não é a única ferramenta que deve ser utilizada na análise facial. Características étnicas, sexuais, comportamentais e até emocionais devem ser levadas em conta para entregar um resultado verdadeiramente harmônico e condizente com cada pessoa. É nesse ponto que chamo atenção para o entendimento do termo HARMONIZAÇÃO FACIAL, um conceito que tem à frente a harmonia e o equilíbrio, que só podem ser encontrados respeitando as características individuais de cada paciente. Portanto, não existe uma espécie de molde para encaixar na face das pessoas que desejam aumentar sua atratividade; há de se encontrar meios de cada uma de suas partes se encaixarem perfeitamente e conversarem bem entre si.

Espero que tenha gostado do episódio de hoje!

 

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O link vai estar disponível na descrição do episódio!

Ficamos por aqui e até a próxima semana com mais uma dica da Diva da Beleza!

Até a próxima semana.

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