Ouça agora este podcast! “018 Flexibilidade”

Hoje vamos falar sobre flexibilidade. Mas antes disso gostaria de te convidar a integrar o nosso grupo fechado no facebook, lá você terá acesso a várias informações e textos sobre atividade física, acesso a outros ouvintes e também poderá esclarecer suas duvidas direto comigo, então procure pelo cara da academia e solicite sua participação.

 

Você sabe o que é flexibilidade?

“É a capacidade de realizar movimentos articulares com amplitude satisfatória” (BARBANTI,1994, p.129).

 

Por que a flexibilidade é importante?

Para aumentar a qualidade e a quantidade dos movimentos.

Melhorar a sua postura corporal.

Diminuir os riscos de lesões.

Favorecer a maior mobilidade nas atividades diárias e esportivas.

 

Não podemos comparar a flexibilidade da população em geral com a de atletas. Os atletas tem um alto grau de mobilidade em determinados movimentos articulares favorecendo o aprendizado ou aperfeiçoamento de alguns movimentos esportivos por isso eles tem essa qualidade física mais desenvolvida.

 

O Estado de treinamento é influenciada de forma direta pela prática sobre a genética, fazendo com que você em fase inicial  de treinamento tenha aumentada sua flexibilidade em qualquer idade.

 

Nem sempre é apropriado acreditar que quanto maior a flexibilidade melhor à saúde músculo-articular.

 

Buscando saúde é mais seguro treinar moderadamente.

 

Exercícios leves –  levam ao aquecimento dos músculos e das estruturas articulares

 

Os exercícios de flexibilidade de baixa intensidade, devem ser utilizados ao início e ao final de uma sessão de treinamento, seja de preparação física, técnica ou tática. Devem ser feitos de forma lenta e gradativa até o ponto de desconforto leve, devendo então manter a posição por cerca de 10 a 20 segundos.

 

Combinar sempre que possível às formas ativa e passiva de exercícios de flexibilidade.

 

Aproveitar a etapa de exercícios de flexibilidade para relaxamento e não para sofrimento, todavia a atenção e concentração na execução para minimizar a chance de lesões são muito importantes.

 

Habituar-se a incluir exercícios de alongamento na sua rotina de atividades diárias, em casa, no trabalho, na escola etc.

 

Evitar desenvolver graus extremamente elevados de mobilidade articular sem ter a massa muscular adjacente concomitantemente desenvolvida.

 

Estar preparado para a ocorrência de dor muscular tardia (24 a 48 horas após), determinada parcialmente pelo desarranjo do esqueleto conectivo muscular, toda vez que reiniciar ou aumentar a intensidade dos exercícios de flexibilidade.

(GHORAYEB & BARROS, O Exercício 1999, pp. 32-33).

 

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