Melasma. Manchas acastanhadas, geralmente simétricas, que atingem principalmente face de mulheres na idade fértil, relacionada a fatores que vão desde raios ultravioletas à fatores emocionais e que se estabelece cronicamente, com a característica de fácil exacerbação, aos menores deslizes dos cuidados com a pele. Quem tem ou conhece alguém que tenha melasma sabe o desafio que é tratar a mancha.

As opções de tratamento dessa condição direcionam-se a controlar a atividade de produção de melanina, o pigmento que forma a mancha, e eliminar seu acúmulo depositado nas camadas de pele.

Dentre essas opções, temos os cremes clareadores, as medicações via oral, os peelings, e algumas tecnologias, como os lasers. Mas que tipo de laser pode ser usado no melasma? E mais: qual laser realmente funciona no clareamento?

Neste episódio, trarei informações científicas aliadas à minha experiência prática do tratamento do melasma a laser.

  • Desafio do tratamento leva a abordarmos a opção de ponta
  • Variabilidade das respostas
  • Melasma recalcitrante
  • Contraindicação de alguns lasers
  • Mecanismo de ação do q-s
  • Porque qs funciona
  • Não há cura

Eu sou Samara Véras, a Diva da beleza do Dicas Curtas, e semanalmente trago aqui neste podcast informações relevantes sobre os elementos que compõem a atratividade humana e a ciência que há por trás dos procedimentos estéticos, interpretada com sensibilidade e clareza para que você, interessado no universo da beleza, entenda mais sobre as possibilidades que a medicina estética tem a oferecer.

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Falar de laser no tratamento do melasma é quase que mandatório nas abordagens que estamos tendo nesse Podcast! Primeiramente, porque melasma é tema muito recorrente dentre as pessoas que buscam por assuntos relacionados à qualidade da pele; segundo, porque dentre as pessoas que já pesquisaram ou trataram melasma, e encontraram dificuldade no clareamento, o laser é a maior esperança de alcance dos resultados.

Você que está me ouvindo agora, e que por acaso seja alguém que tem a experiência de lidar com o melasma, seja como paciente ou como profissional que acompanha os casos de tratamento dessa desordem da pele, sabe bem o desafio de conseguir alcançar e, principalmente, manter uma boa resposta da pele. Existe uma gama extensa de opções terapêuticas, como: o uso regular dos cremes clareadores, do filtro solar, dos antioxidantes, das medicações via oral, ou os procedimentos como peelings e microinfusão de medicamentos na pele (MMP). Todas trazem respostas muito variáveis. Alguns respondem muito bem às terapias mais básicas (como o uso de produtos tópicos); outros, parecem ser resistentes à quase tudo: são os ditos melasmas recalcitrantes.

O tratamento a laser é uma alternativa aos melasmas refratários às outras formas de tratamento ou para aqueles pacientes que têm mais pressa e desejam tentar um clareamento mais rápido.

Quando falo “tratamento a laser” é importante esclarecer que tipo de laser é adequado para tratar melasma, pois algumas modalidades não são indicadas pelo alto risco de causar efeito rebote, ou seja, de piorar o escurecimento da mancha, dias após a sessão. A opção de tratamento a laser para melasma que vou discutir hoje é uma tecnologia segura e aprovada para esse fim, com taxa de eficácia elevada e baixo potencial de efeitos colaterais.

Vamos falar sobre o laser NDYAG 1064 Q-switched, uma opção ao tratamento do melasma que traz vantagens por ser uma tecnologia com seletividade ao pigmento causador da mancha e por trabalhar com velocidade de pulsos tão rápida que não aquece as estruturas de pele circunjacentes ao pigmento. A energia entregue fica concentrada apenas no alvo (a melanina), sem aquecer as estruturas vizinhas – e essa é uma característica fundamental para não causar efeito rebote nas manchas. Sabemos que calor não combina com melasma.

A velocidade de disparos do laser Q-swiched é em nanossegundos. Estamos falando de um tempo tão curto de disparo, que a rapidez com que a onda atinge o pigmento, associada a uma alta concentração de energia, causa um impacto que gera uma explosão, quebrando o pigmento dentro da pele em partículas menores que serão drenadas pelos mecanismos naturais do organismo.

O resultado disso é um clareamento gradativo da mancha, ao longo das sessões. Conseguimos ver um clareamento significante do melasma com uma média de oito a dez sessões, realizadas com intervalos de uma semana. Lembrando que todo esse resultado alcançado deve ser mantido com os demais cuidados diários que o paciente deve praticar, como as medicações tópicas e a proteção ao sol. Por mais que o laser consiga remover o acúmulo de pigmentos formador da mancha, a formação de novas manchas continuará sendo um desafio para quem tem predisposição a elas. É por isso que se diz que nenhum método até hoje estudado é capaz de curar definitivamente o mecanismo de formação do melasma. Não temos a cura, mas temos o controle, seguro e impactante!

Espero que tenha gostado do episódio de hoje!

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Ficamos por aqui e até a próxima semana com mais uma dica do <Diva da beleza>!

Até a próxima semana.

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