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“158 Macroeconomia para ter mais sucesso com os investimentos”

Você quer ter sucesso na sua vida pessoal, em seus relacionamentos, bem como ter uma boa saúde. E você quer ter sucesso na sua vida profissional, que pode possibilitar ter sucesso na sua vida financeira e patrimonial. Nesse sentido, para direcionar melhor os recursos que você poupa e investe, é importante entender de macroeconomia.

Mesmo que você opte por nunca investir na bolsa de valores, em ativos de renda variável como ações ou fundos imobiliários, é essencial você ficar ligado sobre como funciona o contexto macroeconômico para que possa decidir melhor sobre seus investimentos, inclusive de renda fixa.

Vamos aprofundar e entender como funciona a macroeconomia.

Esse é o podcast do Investidor Inteligente que todas as semanas traz para você informações valiosas sobre sua vida financeira, respostas sobre como usar melhor o seu dinheiro de maneira mais harmônica, procurando te ajudar na importante tarefa de se tornar mais sensível à sua vida financeira para cuidar bem do seu dinheiro.

Eu sou Phillip Souza, palestrante, consultor e educador financeiro especialista em inteligência financeira, o expert em Finanças e Investimentos do Dicas Curtas, e tenho o nobre e ousado objetivo de te ajudar a destravar a sua mentalidade e entender que a prosperidade também é para sua vida: ao usar bem o seu dinheiro você pode desfrutar de qualidade de vida, fazer com que ele sobre e investi-lo para realizar seus sonhos e objetivos! E, dessa forma, poderá se comportar de forma mais sábia e próspera em relação às suas finanças, transformando-se em um investidor ainda mais inteligente.

Esse e os outros podcasts do Dicas Curtas são gratuitos. Portanto, você pode seguir e assinar agora o Investidor Inteligente nas diferentes plataformas de podcast em seu smartphone para não perder nenhuma dica, ficar por dentro com todas as informações e acompanhar todas as semanas os novos episódios para poder usufruir e aprender com o seu presente e construir e cuidar do seu futuro!

A macroeconomia é um dos campos do estudo econômico que mais podem auxiliar o investidor a tomar boas decisões de investimento. Quem quer tomar boas decisões no mercado de capitais deve entender a macroeconomia, seja para decidir em relação aos seus investimentos em renda fixa, seja para a tomada de decisão em seus investimentos em renda variável, possibilitando o entendimento contextual de uma análise microeconômica das empresas. Mas o que é a macroeconomia?

O que é a macroeconomia?

Sempre que você pensar em macroeconomia deve sempre se lembrar da palavra “agregado”. Agregado tem a ver com junto, ligado, reunido, associado. E por que preciso ter isso em mente? Porque a macroeconomia funciona como um verdadeiro agregado econômico, que analisa o mercado a partir dos fatores em conjunto.

Por exemplo: um dos principais indicadores da macroeconomia é o PIB, que funciona exatamente como um agregado (um conjunto) de tudo o que foi produzido pelas pessoas, pelas empresas e negócios de um país.

O fato de analisar uma conjuntura agregada possibilita a macroeconomia trazer conclusões importantes sobre decisões econômicas de agentes, como o governo, por exemplo. Ao invés de focar em mercados e negócios individuais, como a microeconomia, a macroeconomia busca considerar agentes representativos para os seus estudos, que englobam o conjunto de empresas, consumidores, entre outros agentes econômicos.

Mas qual o objetivo da macroeconomia?

Objetivo da macroeconomia

A partir desse olhar agregado, desse olhar conjunto, a macroeconomia estuda as decisões econômicas e seus impactos nas economias. Portanto, pode ser considerado o objetivo da macroeconomia estudar questões globais, como:

  • Nível de desemprego;
  • Variação nos preços dos produtos e serviços;
  • Crescimento econômico de uma região ou país;
  • Distribuição de renda e de agentes econômicos.

Por exemplo, com o auxílio da macroeconomia, é possível estudar como uma redução na taxa Selic pode impactar no crescimento do PIB do Brasil. Ou que a partir de algum incentivo governamental, determinadas regiões do país podem se desenvolver mais rapidamente do que outras.

Além disso, o estudo é importante para avaliar os efeitos das principais políticas macroeconômicas, que são:

  • Política fiscal: utiliza os gastos dos governos e os impostos como instrumento macroeconômico;
  • Política monetária: utiliza os juros, crédito e quantidade de moeda em circulação para controlar a inflação e liquidez da economia;
  • Política cambial: como o nome já diz, utiliza a taxa de câmbio como instrumento macroeconômico.

Conhecimentos como esses são extremamente importantes para que o investidor possa tomar decisões ainda mais bem fundamentadas.

Quais são os principais indicadores macroeconômicos?

Você pode estar se perguntando: “qual o primeiro passo para começar a entender a macroeconomia e utilizar isso para os meus investimentos?”.

Na visão do investidor um dos pontos mais importantes é conhecer os principais indicadores macroeconômicos e como cada um deles impacta a economia e, por consequência, os investimentos. Vamos entender um pouco melhor sobre quatro indicadores fundamentais: PIB, inflação, taxa de juros e desemprego.

Produto Interno Bruto – PIB

O Produto Interno Bruto (PIB) é uma medida de fluxo de produção de um país ou região, agregando em valores monetários tudo que foi produzido em determinado período de tempo, normalmente em um ano. Portanto, comparando este indicador entre anos, é possível ver qual foi o aumento ou qual foi a diminuição na produção e renda do país.

O PIB pode ser analisado sobre 2 perspectivas:

  • PIB nominal: calcula o PIB com base nos preços correntes da economia do país;
  • PIB real: calcula o PIB em relação aos preços de um ano base determinado. Demostra o valor em termos reais, corrigido pela inflação.

Existem várias formas de calcular o PIB, mas a mais comum é sobre a ótica de a despesa, dos gastos que ocorreram.

Então o PIB seria algo como: os Gastos do Governo mais o Consumo mais o Investimento mais a Exportação Líquida

Inflação

A inflação é o aumento dos preços como um todo em uma economia. Detalhei sobre esse assunto no episódio #29, Entendendo de Inflação. Medir este indicador é essencial para uma análise macroeconômica, já que a variação nos preços afeta diretamente nas decisões dos agentes, como o Governo.

Uma das principais responsabilidades das autoridades monetárias é controlar a inflação do país. Com inflação elevada o crescimentos do PIB pode ser corroído pelo aumento dos preços.

Existem vários índices de inflação. Entre os principais, estão: IPCA; IGP-M; INCC; IPA.

Taxa de juros

Quando falamos de taxa de juros no Brasil, você deve pensar instantaneamente na Taxa Selic, que é a taxa básica de juros da nossa economia. A Taxa Selic é o principal instrumento de política macroeconômica do Banco Central, sendo responsável pelo controle de inflação.

Além disso, ela influencia todas as taxas de juros do país. Por exemplo: quando há uma redução na Taxa Selic, os bancos tendem a reduzir os juros para os consumidores.

O Banco Central opera no mercado de títulos do governo para controlar a Selic e aproximá-la da meta definida pela reunião do Comitê de Política Monetária (COPOM).

Desemprego

O desemprego é um indicador fundamental para avaliar a situação econômica de um país. Um raciocínio que podemos adotar é o seguinte: um país com alta taxa de desemprego possui também mercado consumidor reduzido. Se o mercado consumidor é reduzido, o PIB pode não ter um crescimento atrativo. Além disso, um aumento no desemprego do país pode ser significativo para a redução da produção, o que também afeta o PIB do país.

As implicações econômicas da avaliação do desemprego são inúmeras. Mas é importante também pensar no desemprego sobre uma perspectiva social, afinal, tratam-se de pessoas que, por condições sociais e econômicas de desequilíbrio, podem não ter oportunidade de conseguir um emprego e gerar renda.

Com tanto aprendizado, com tanta informação, você deve se perguntar: “como que te encontro, Phillip?” É muito simples: você pode me encontrar através das redes sociais (como o Instagram ou o Facebook) através do @PhillipSouzaBR; se preferir, também pode acessar meu site www.PhillipSouza.com.br e me enviar um e-mail com sua demanda ou mesmo uma mensagem no WhatsApp. Os links estão na descrição do episódio e na transcrição do podcast no blog do Dicas Curtas.

Vai ser um prazer te escutar, entender quais são seus desafios e necessidades, pensar em como posso te ajudar e desenhar uma proposta única e personalizada para que você possa destravar e curar sua mentalidade e te ajudar a se apossar da prosperidade que já está disponível para você e para sua família, seja através de um trabalho de orientação financeira ou planejamento de investimentos para sua vida financeira pessoal ou através de palestras, cursos, workshops ou treinamentos na área de inteligência financeira em seu negócio ou empresa.

Como a análise da macroeconomia pode ajudar os seus investimentos?

Quando estamos fazendo uma análise para investimento em ações, muitos investidores se preocupam em analisar bem a empresa, a sua saúde financeira e projetos para o futuro.

Essa estratégia microeconômica, de analisar a empresa, é essencial para escolher bons ativos financeiros. Entretanto, é impossível tomar boas decisões de investimentos se você não avaliar as condições macroeconômicas.

Muitas vezes, uma empresa pode estar microeconomicamente bem, mas acaba não tendo o crescimento desejado por condições da economia do país em que está inserida. Daí, investir nesse negócio sem ter uma perspectiva macro pode fazer com que você deixe de aproveitar outras boas oportunidades que tenham potencial de crescimento mais veloz.

Por isso, analisar os indicadores macroeconômicos que tratamos nesse episódio é essencial para formar uma carteira econômica eficiente e condizente com a economia do país.

Para que você entenda melhor, vou exemplificar como seriam algumas tomadas de decisões baseadas nos indicadores econômicos:

  • Um aumento na taxa de juros atraí os investidores de aplicações de renda fixa; por outro lado, uma diminuição na taxa de juros afasta os investidores de aplicações de renda fixa;
  • Um aumento no PIB torna o mercado acionário mais interessante, sobretudo as ações das empresas que dependem fortemente do consumo (as empresas cíclicas);
  • Em situações de incertezas quanto a inflação, é interessante possuir parte da carteira de investimentos atrelada à inflação, para garantir rentabilidade real.

Percebe que cada situação revela possíveis cenários de comportamento da economia como um todo? E nem é tão complicado assim fazer inferências acertadas. É lógico que com mais experiência na leitura macroeconômica é possível fazer inferências mais sofisticas, tomando decisões ainda mais inteligentes. Mas isso vem com o tempo e com a prática.

Portanto, quem investe não pode deixar de lado o conhecimento da macroeconomia para fazer bons investimentos e claro, também deve sempre buscar analisar microeconomicamente os ativos, principalmente os ativos de renda variável, como ações e fundos imobiliários.

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Aproveite para escutar ou reescutar outros episódios que sejam importantes para você nesse momento. Lembre-se de cuidar bem de você, de sua família e de suas finanças! Que Deus te abençoe!

Aqui é Phillip Souza, o Investidor Inteligente!

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