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“139 Os 6 erros comuns do investidor iniciante na bolsa de valores”

Todo investidor foi ou é iniciante na bolsa de valores. E é muito natural cometermos alguns erros que são básicos, mas podem nos prejudicar e prejudicar nossos investimentos. No podcast de hoje vamos abordar de forma bem objetiva os 6 principais erros do investidor iniciante.

Fique atento a esses erros e procure vigiar seu comportamento para não comprometer de forma negativa seu tempo, sua saúde e suas finanças, ok!?

Eu sou Phillip Souza, o expert em Finanças e Investimentos do Dicas Curtas e todas as semanas apresento o Investidor Inteligente, o podcast que te traz informações relevantes, orientações e estratégias valiosas que podem te ajudar a usar bem o seu dinheiro, seja para solucionar problemas financeiros ou potencializar sua vida financeira, de modo que você possa construir seus resultados com foco em qualidade de vida, aproveitando bem o presente e sempre cuidando do futuro, transformando-se em um investidor ainda mais inteligente.

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1) Olhar somente cotações

Quando começamos a investir assistimos a vídeos que nos ensinam sobre como operar na bolsa e, quando estamos diante do homebroker oferecido pela corretora essa aproximação com o mercado financeiro fica bem real, pois vemos os preços pularem para cima e para baixo, freneticamente quando o pregão está aberto.

Contudo, as cotações (ou seja, os preços) não dizem nada sobre a qualidade do que está comprando ou vendendo. Diz apenas sobre o valor de face que está sendo negociado no mercado naquele dado momento. Portanto, o mais importante e o mais trabalhoso ao se investir na bolsa de valores tem a ver com a estratégia e com o entendimento do ativo a ser negociado: avaliar e definir com suas premissas a qualidade daquilo que você vai comprar ou vender – isso tudo antes de olhar o preço.

Se vai ser sócio de uma empresa ou de um fundo de investimento imobiliário precisa entender o negócio e saber se tem qualidade. Deixe a cotação, o preço que vai pagar pelo ativo por último.

 

2) Olhar somente os dividendos

Um dos itens que atraem muitos investidores é a possibilidade de produzir renda passiva com os dividendos. Somos inclinados a olhar ativos que têm altos dividendos para que isso possa nos trazer o benefício de ter o dinheiro que investimos, literalmente, trazendo mais dinheiro para nós.

Contudo, os dividendos passados não dizem nada sobre a capacidade de gerar renda no futuro – e a capacidade do negócio gerar renda futura é o que mais nos interessa. Se o negócio não gerar renda, não tem o potencial de lucrar e, consequentemente, não conseguirá entregar dividendos consistentes ao longo dos anos que vierem – e tão ruim quanto: a incapacidade de geração de renda pode resultar em desvalorização da cotação.

Mais uma vez, entenda a qualidade do negócio e se faz sentido se associar a ele. Muitas vezes a grande distribuição que você viu vem de algum evento não-recorrente (ou seja, é um evento, uma situação atípica) e que não é replicável no futuro.

 

3) Ser movido pela emoção

Comprar porque está subindo (ou seja, você se sente ganancioso) ou vender porque está caindo (ou seja, você sente medo) é um dos piores erros que um investidor pode cometer. O único caminho que costuma trazer resultados consistentes é o caminho da racionalidade.

Mesmo se você já estiver razoavelmente maduro, comprando na baixa para, se for o caso, vender na alta, ainda assim temos que ter cuidado, pois você pode gastar todos os seus cartuchos de uma só vez quando poderia aproveitar oportunidades ainda melhores diante dos movimentos naturais do mercado.

Gerir as emoções quando estamos com medo ou quando estamos ávidos, gananciosos, é um grande desafio; porém, essa gestão adequada que vem com o conhecimento dessas possibilidades, com o autoconhecimento (também por isso que sempre acreditei que finanças pessoais tem tudo a ver com desenvolvimento pessoal), e com a prática, a execução daquilo que é certo ser feito – daí a importância desenvolver bem a estratégia enquanto está fora do calor do momento.

Entenda que a as cotações variam e não é por aí que você avalia a qualidade do que você pretende comprar. Devemos manter o foco nos fundamentos, na qualidade da empresa ou do negócio.

 

4) Ir para a bolsa sem ter o orçamento equilibrado e sem ter reservas

Imprevistos acontecem o tempo todo. Você pode perder seu emprego. Você ou alguém da sua família pode ter uma necessidade urgente e relevante em termos de saúde. Você pode ser impedido de produzir renda por força maior. Ir para a renda variável sem ter a devida proteção financeira é um tiro no pé.

O ideal é que, em caso de desaplicação, os recursos sejam resgatados dos ativos mais conservadores (leia: reserva de emergência) para os ativos mais voláteis. Senão, se você não tem reservas e acontece um imprevisto vai ter que vender ativos na bolsa e, muitas vezes, sairá com um grande prejuízo.

 

5) Investir baseado em dicas

Isso daqui não precisava nem estar na lista, mas o óbvio muitas vezes precisa ser dito. Sempre eu ensino em meus atendimentos, nas palestras que ministro, nos treinamentos e cursos, que a pessoa é quem toma as próprias decisões. Portanto, ela é quem vai dar a ordem de compra ou venda de acordo com aquilo que é interessante para ela.

Eu não tenho como sonhar para você; eu não tenho como avaliar aquilo que é ou não melhor para você; portanto, o ideal é que eu não chegue as conclusões por você. Posso te ajudar a pensar sobre coisas e pontos que não está acostumado, mas que decide sobre sua vida, inclusive sua vida financeira é você.

Não existe essa de “dicas de investimento”, ou “o melhor investimento” de acordo com a opinião de Fulano, Cicrano ou Beltrano. Você pode até pegar essas informações como pistas ou referências e estudar, investigar por conta própria se faz sentido para você e para sua família; mas engolir o que é oferecido sem um filtro crítico é perigoso.

Ninguém constrói nada solido baseado em dicas. Tenha objetivos claros e defina a melhor estratégia para alcançar esses objetivos.

 

6) Não tem moleza, infelizmente

Construir patrimônio é um processo que exige estudo e disciplina. Como tudo que é grandioso leva tempo. Não espere resolver seus problemas financeiros na bolsa, isso não vai acontecer. Resolva seus problemas financeiros com ideias, com negócios, com geração de renda, com economia, com compras mais inteligentes e úteis. Use a bolsa para direcionar a sua capacidade de poupança e construir patrimônio – com o “plus” que, no longo prazo, ela pode potencializar a rentabilidade diante do seu grande potencial de retorno.

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Ficamos por aqui e até a próxima semana com mais uma dica para a sua vida financeira!

Aqui é Phillip Souza, o Investidor Inteligente!

Investidor Inteligente do Dicas Curtas

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