Ouça agora este podcast! “038 Os passos mais importantes para se pensar antes de realizar seu casamento”

Olá, sou Phillip Souza, o Investidor Inteligente, do site DicasCurtas.com.br. Meu objetivo é ajudar a fazer com que você se transforme em um investidor inteligente que usa bem o dinheiro para alcançar seus objetivos de forma financeiramente saudável com foco em qualidade de vida. Todas as semanas estarei aqui com vocês compartilhando dicas para construirmos caminhos que levam à conquista de objetivos, à superação de desafios e também à independência financeira. Para ter acesso à essas dicas é bem simples: basta assinar ao podcast e acompanhar todas as semanas o Investidor Inteligente.

Você já imaginou como vai ser o momento em que será pedida em casamento? Se já passou por ele, você se lembra como e quando foi realizado? Detalhes do local, a situação, as pessoas que presenciaram costuma ser um momento marcante. O primeiro passo sério para chegar ao altar e dizer sim para seu parceiro é quando os namorados se tornam noivos, e geralmente isso acontece quando, tradicionalmente, o namorado pede à sua namorada em casamento.

O pedido é mágico, o momento é lindo e com ele vem muitos sonhos, muitos desejos e sentimentos. E, claro, também vem uma série de responsabilidades, afinal, casamento é decisão para adultos suficientemente maduros no amor, na fé, na fidelidade e no compromisso um com para o outro. E isso tudo nos leva a pensar em como viabilizar o dia mágico, quando os pombinhos dirão publicamente um para o outro o “sim, eu aceito”.

Vocês estão preparados?

Do momento em que aceitaram se casar até o dia do casamento muita coisa tem que ser preparada e ajustada. Talvez vocês estejam solteiros, vivendo cada um sua própria vida, mas é certo que isso vai mudar. Muitos casais que já atendi passam anos em dificuldade por não entenderem bem como seu parceiro funciona quando o assunto é dinheiro. Todo mundo tem que melhorar em algum aspecto da vida, inclusive da vida financeira e é bom conhecer melhor nossas próprias dificuldades e limites bem como os do parceiro – para que ambos possam se ajudar durante a caminhada. Talvez um saiba como usar bem o dinheiro, o outro saiba como gerenciar melhor, ou mesmo saiba como planejar objetivos financeiros ou então investir: existem várias habilidades que se complementam que, se somadas, fazem com que a vida financeira do casal seja bastante realizadora.

Contudo, antes de pensar na cerimônia, nos preparativos, na festa e na lua-e-mel quero propor algumas reflexões extremamente importantes, que envolvem a vida financeira. A pergunta central dessa reflexão é: vocês estão preparados para casar? Uma pergunta desse tipo nos deixa reflexivos, mas é muito importante ser feita, pois toda pessoa e, no caso, todo casal pode se preparar para uma vida financeira conjunta.

Enquanto namorados, a vida é diferente. Normalmente um namorado “se apaixona” pelo estilo de vida do outro: os lugares que frequenta (faculdade, academia, igreja, etc), as pessoas com quem convive (família, amigos, colegas), as atividades realizadas. Na medida em que o namoro vai progredindo e que os pombinhos vão observando o comportamento do outro e se conhecendo melhor as intenções verdadeiras vão aparecendo. O comportamento financeiro, por exemplo, é a forma como a pessoa usa o dinheiro dela. Entenda: não existe nem certo nem errado. Você precisa enxergar além do óbvio e verificar como a pessoa que você ama lida com dinheiro, seja para aprender as boas práticas com ela, seja para ajudá-la a se melhorar onde tiver dificuldade. Condenar o comportamento ruim ou as atitudes inadequadas do outro mais atrapalham do que ajudam, pois para as pessoas que são mais próximas costumamos receber essas críticas como um ataque pessoal.

Objetivos e metas do casal

Muito provavelmente durante o namoro vocês já devem ter conversado sobre vários sonhos e metas, individuais e como casal. Casa, viagens, filhos, e uma variedade de sonhos e objetivos. O primeiro ponto para pavimentar uma boa vida financeira em casal é tratar sobre objetivos e metas do casal. Aqui devem procurar tratar sobre absolutamente todos os tipos de metas, inclusive financeiras. Talvez esses sonhos já estejam mais ou menos desenhados e, inclusive, o sonho do casamento (o evento) pode ser um primeiro grande objetivo a ser construído.

Se o casal, ao se unir, ao invés de puxar a corda para o mesmo lado estiver puxando cada um para uma direção, além de gerar muitos conflitos (que entristece e desgasta a relação) vai gerar a situação de ficarem parados no tempo, não saírem do lugar – e isso é péssimo.

O que querem para vocês como casal e, também, como indivíduos? Esse é o momento de sonhar e ajustar, pois tem certos sonhos que terão de ser priorizados antes da realização ou construção de outros. E mais: é necessário entrar em consenso nas decisões. Uma boa conversa, procurando entender o ponto de vista de seu parceiro costuma ajudar bastante quando se trata de priorização. Tem coisa que vai ter que ser deixada para mais tarde, outras são mais urgentes. Não tem como apontar o que é mais ou menos importante: cada casal (assim como cada planejamento financeiro) tem uma dinâmica, necessidades, desejos que são únicos.

Orçamento do casal

Muitas metas surgem em nossas vidas, é natural. Vamos priorizando algumas e com o tempo até abrindo mão de outras, que vamos entendendo que não eram tão importantes assim. E isso é completamente natural. Nem todas precisam, necessariamente, de dinheiro – outras sim. E para ter uma vida financeiramente saudável como casal, construindo e realizando seus sonhos, chegamos ao segundo ponto: é necessário passar pela construção do orçamento familiar. Observe: não se trata mais de orçamento pessoal e sim orçamento familiar (ou, se preferir, orçamento do casal). Existe uma fórmula certa para se fazer isso? Não. Nenhum planejamento financeiro tem uma fórmula pronta, todos são personalizados. E, antes mesmo de casar, é necessário abrir o jogo com o parceiro, pois a sua vida financeira vai afetar a vida financeira dele e vice-versa. A palavra de ordem aqui chama-se TRANSPARÊNCIA.

Provavelmente vocês não estão unindo suas escovas de dentes por dinheiro, mas é importante sim saber como é a vida financeira do outro, para saber sobre limites e possibilidades, inclusive para ponderar sobre o ‘grande momento’. Qual é o seu nível de renda e do seu parceiro? Como são os gastos de vocês? Vocês têm dívidas? Se sim, quais são e como isso compromete as finanças? Têm poupança, investimentos? Enfim, a primeira tarefa é conversar abertamente (e com muita delicadeza, já que ainda no Brasil o assunto dinheiro é tabu) sobre a vida financeira um do outro. A partir disso, traçar estratégias para começar a esboçar como seria um orçamento para vocês dois, juntos, como casal. E nesse momento provavelmente ficará claro que as coisas mudam.

Enquanto somos solteiros ou estamos namorando existem gastos que não existem. Se, por exemplo, uma pessoa mora com seus pais talvez ela não tenha custos com habitação (aluguel, condomínio, água ou luz); talvez não tenha que se preocupar com alimentação (supermercado, açougue, sacolão/feira); resumindo: talvez não tenha que se preocupar com a maioria das contas de sobrevivência. Se alguém mora sozinho ou já mora junto com seu parceiro essa etapa já está mais ou menos encaminhada. De qualquer forma, ainda nesses casos, é interessante reavaliar as questões envolvidas com o orçamento financeiro para o casal.

Economizando e poupando em casal

A partir desse planejamento financeiro em casal vamos para o terceiro ponto que depende dos outros dois primeiros: é necessário aprender a economizar e a poupar em casal. Primeiro quero fazer uma distinção entre economizar e poupar: digamos que uma pessoa vá comprar alguma coisa que custe R$ 100. Negociando, ela consegue um desconto de 10%, pagando, então, R$ 90. Se ela não pega esses R$ 10 de diferença e poupa ela só economizou. Já é uma situação boa, mas geralmente esses R$ 10 economizados vão para outro tipo de despesa. Poupar significa literalmente guardar dinheiro, ou, como os estadunidenses gostam de falar: salvar dinheiro (save money). É a economia JUNTO com a poupança que vai possibilitar com que as metas sejam alcançadas mais rapidamente. Falando, agora, exclusivamente sobre poupança, a forma de guardar, salvar, fazer dinheiro sobrar é… ao receber sua remuneração, já faça a reserva, a poupança. Guarde dinheiro PRIMEIRO. Pagar as contas só para depois tentar poupar alguma coisa vai fazer com que você não poupe nunca. Mesmo.

 

Existem muitos outros detalhes que envolvem um casamento. Cada casal tem a sua dinâmica financeira (que é a ideia de quem paga o quê). Tem toda a preparação para usar o dinheiro para fazer o casamento (vai ter festa? Recepção? Viagem? Quem vai pagar por isso tudo? Os noivos? Os pais dos noivos? Cada um uma parte?), O que não pode faltar no seu casamento? Diante disso, tem que orçar para avaliar quanto que vai custar cada coisa. Em tudo o que conversamos e só em que acabei de citar existe um emaranhado de informações a serem definidas e coletadas para desenhar uma estratégia para o casamento.

Eu já ajudei alguns casais a realizarem esse sonho: estratégia para a cerimônia, para a vida a dois, com direito a ter reserva de emergência e até comprar a casa própria – tudo no planejamento para o casamento, para a tão sonhada vida de casal. Se você quiser, também posso te ajudar, basta entra em contato comigo através do meu site www.PhillipSouza.com.br enviando ou e-mail ou uma mensagem no WhatsApp. Será um prazer te ajudar a realizar esse grande e tão significativo sonho!

 

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Ficamos por aqui e até a próxima semana com mais uma dica do Investidor Inteligente


Investidor Inteligente do Dicas Curtas

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