Ouça agora este podcast!“119 Resenha crítica: Os Segredos da Mente Milionária – parte 3”

 

No primeiro episódio dessa resenha crítica tratamos da parte 1 do livro Os Segredos da Mente Milionária, que dá o pano de fundo para todo a obra de T. Harv Eker.

No episódio anterior tratamos dos 10 primeiros arquivos de riqueza propostos na parte 2 do livro; e nesse episódio fechamos a nossa conversa, com os 7 últimos arquivos de riqueza, tendo um panorama geral com pitadas de reflexão além daquilo que o livro apresenta para enriquecer ainda mais a sua mentalidade financeira.

Eu sou Phillip Souza, o expert em Finanças e Investimentos do Dicas Curtas e todas as semanas apresento o Investidor Inteligente, o podcast que te traz informações relevantes, orientações e estratégias valiosas que podem te ajudar a usar bem o seu dinheiro, seja para solucionar problemas financeiros ou potencializar sua vida financeira, de modo que você possa construir seus resultados com foco em qualidade de vida, aproveitando bem o presente e sempre cuidando do futuro, transformando-se em um investidor ainda mais inteligente.

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Arquivo nº 11: “As pessoas ricas preferem ser remuneradas por seus resultados. As pessoas de mentalidade pobre preferem ser remuneradas pelo tempo que despendem”

Mais uma vez, o medo e a segurança são as chaves para manter-se pobre, pois ao aceitar ser remunerado de forma fixa e mensal, pelas horas trabalhadas, isso retira de você o foco de querer ganhar mais, de ser melhor, de gerar riqueza e tudo isso enraizado em quais sentimentos? Medo e insegurança.

Os ricos acreditam em si e assumem os riscos dos ganhos variáveis, sabendo que podem ganhar mais desse modo. Quem troca tempo por dinheiro está quebrando a regra número 1 da riqueza, que afirma que não devemos colocar um teto para nossos recebimentos, pois estes serão inevitavelmente impedidos de crescer, já que o tempo é limitado, limitando, assim, seus ganhos.

As alternativas apresentadas pelo autor são: 1) abrir um negócio próprio, 2) trabalhar por comissão 3) ou receber uma porcentagem da receita, dos lucros ou das ações da empresa.

O importante é assegurar-se de criar uma situação que lhe permita ganhar com base nos seus resultados. Outra opção é trocar o emprego por uma relação contratual. Se o seu empregador estiver disposto, ele pode contratar a sua empresa em vez da sua pessoa para realizar basicamente as mesmas atividades que você executa (apesar da perspectiva ser a legislação americana na época que o livro foi escrito, dependendo do que você faz hoje é bem possível propor isso no Brasil, devido a mudança das formas de trabalho que temos experimentado nos últimos 15 anos).

Quero te atentar para algumas coisas: não seja imprudente. Como assim? O autor tem razão sobre a afirmação: quem troca tempo por dinheiro limita os seus recebimentos. O ganho variável permite ganhos maiores que os habituais, mas também permite ter ganho zero – isso mesmo, não ganhar! Contudo, se hoje você trabalha em um emprego fixo que traz o sustento para sua casa, não seja impulsivo e ache que basta apenas se aventurar em uma oportunidade de empreender que vai dar certo. Prepara-se o suficiente antes de começar a explorar essa oportunidade paralela: se, com o tempo, essa atividade crescer ou ter o potencial real de crescer de modo que supere seu rendimento principal fixo, faça a migração – e até para esse movimento de mudança, procure se preparar financeiramente.

Pode passar a impressão quando se lê isso no livro que você tem que tomar uma atitude impensada, correr riscos loucos e que vai dar tudo certo; que o “universo” vai te ajudar porque você tem o desejo de ser milionário. Grande coisa… Preserve seu rendimento fixo enquanto constrói outras formas de rendimento variável e amadurece sua mente para somente depois realizar a transição. Existem exceções ao que estou dizendo? Claro! Tem gente que sai de um trabalho, recebe um acerto, abre um negócio e se dá super bem. Mas a maioria faz o mesmo e se afunda. Seja prudente, não tolo: prepare-se (estudando e formando reservas para a transição), construa e só depois mude. Tem muitas habilidades que precisam ser aprendidas antes de empreender; então vai com calma.

 

Arquivo nº 12: “As pessoas ricas pensam: ‘posso ter as duas coisas’.”

O autor adverte que em nenhuma outra área do pensamento de que podemos ter “as duas coisas” é mais importante do que no campo financeiro.

As pessoas de mentalidade pobre acreditam que devem optar entre a riqueza e os demais aspectos da vida. Por isso, racionalizam a posição de que o dinheiro não é tão importante; esse pensamento faz com que elas provoquem repulsão da riqueza ao invés de gerá-la.

O dinheiro é importante, pois funciona como um lubrificante, que lhe permite “deslizar” pela vida, em vez de “se arrastar” por ela. Proporciona liberdade para comprarmos o que desejarmos e fazer o que quisermos com o próprio tempo.

Tendo dinheiro em abundância, a pessoa tem condições de desfrutar o que há de melhor que o dinheiro possa comprar e também a oportunidade de ajudar outras pessoas a satisfazerem as suas necessidades básicas. Além disso, ser rico faz com que a pessoa não precise gastar a sua energia se preocupando com a falta de dinheiro.

De acordo com o autor, caso deseje viver de fato uma vida sem limites, devemos deixar de lado o modo de pensar excludente e manter a intenção de ter as duas coisas.

 

Arquivo nº 13: “As pessoas ricas focalizam o seu patrimônio líquido”

Neste princípio, aprendemos que a verdadeira medida da riqueza é o patrimônio líquido e não os rendimentos. O patrimônio líquido é calculado como sendo o valor de tudo o que uma pessoa possui menos aquilo que ela deve, ou seja: o somatório de dinheiro, ações, títulos, imóveis, o negócio atual, a própria casa subtraindo tudo o que deve, como dívidas, financiamentos, compromissos diversos.

O autor explica que o patrimônio líquido é constituído de quatro fatores determinantes:

  • Rendimentos: ou seja, aquilo que você recebe como renda. Provém basicamente de rendimento ativo e rendimento passivo. Os ativos são os valores que se ganha pelo trabalho, já os rendimentos passivos são aqueles recebidos sem que se precise trabalhar diretamente (trabalhei um pouco desses conceitos em um dos meus e-books de minha autoria; basta acessar meu site e baixa-lo gratuitamente “As 3 habilidades financeiras essenciais”;
  • Poupança: é quanto dos rendimentos são guardados para se transformarem em investimentos;
  • Investimentos: é a maneira pela qual se aplica o dinheiro com o propósito de aumentar o patrimônio;
  • Simplificação: simplificar o padrão de vida e de consumo para potencializar a geração de riqueza dos itens anteriores – é viver um padrão de vida mais modesto, mais frugal.

O autor aconselha um monitoramento contínuo do patrimônio líquido, uma vez que ao se concentrar nele esse patrimônio crescerá, já que aquilo em que a mente focaliza se expande. E alerta ainda que essa lei vale para todos os aspectos da vida: tudo aquilo que você cuida cresce. E eu acrescento: tudo aquilo que você deixa ao espontâneo tende a piorar.

Aqui no Brasil temos dificuldade em prestar atenção no patrimônio líquido, porque geralmente pensamos no rendimento mensal, não no anual, como acontece nos EUA – e isso nos condiciona a pensar em patrimônio líquido em termos mensais. Apesar disso, devemos focar nossa atenção no crescimento do patrimônio líquido, mas sem descuidar da manutenção ou aumento de renda. Sem rendimento não tem planejamento financeiro e muito menos patrimônio financeiro ou econômico, exceto se a pessoa for agraciada com herança ou prêmio. Então cuide também de aumentar e, se possível, diversificar suas fontes de receita para poder aumentar consistentemente seu patrimônio líquido. E, claro, invista bem o seu dinheiro. Ativos diversificados, com diferentes perfis de risco (de acordo com o seu perfil de investimento atual) e com diferentes perfis de liquidez e prazo: assim sua carteira fica distribuída de modo a diminuir o risco sistêmico.

 

Arquivo nº 14: “As pessoas ricas administram bem o seu dinheiro”

O autor nos ensina que antes de gerir uma grande fortuna, é preciso adquirir o hábito e a capacidade de administrar pouco dinheiro. O ser humano é uma criatura de hábitos. É possível mudar, mas nosso cérebro sempre vai procurar o caminho já definido e que gasta menos energia, mesmo que ele não seja tão positivo para você. O ponto é que hábitos podem mudar – exige esforço consistente por algum tempo (alguns meses), mas é possível.

Portanto, o hábito de administrar o dinheiro é mais importante do que a quantidade de dinheiro que você tem. Não importa se você tem uma fortuna ou praticamente nada. Hábito é aprendizagem real, inconsciente, automática; então se você se esforça para aprender certo, logo fica inconsciente e você faz automático, com pouquíssimo gasto energético.

Harv ensina que para administrar o dinheiro corretamente é necessário aplicar a seguinte divisão em 6 contas:

  • 10% para conta da Liberdade Financeira – esse dinheiro não deverá ser gasto em hipótese nenhuma, ele será usado para investimento e os rendimentos desses investimentos serão os valores que poderão ser gastos, nunca o principal.
  • 10% para a Conta da Diversão – já essa conta deve ser “zerada” todo mês. Exatamente. Você deve “torrar” mensalmente todo o dinheiro que tiver depositado, de um modo que o faça sentir-se rico. É um dinheiro que tem um caráter fortemente emocional, reforçando seus novos hábitos e recompensando seus esforços.
  • 10% para a Conta de Poupança para Despesas de longo Prazo;
  • 10% para a Conta da Instrução Financeira;
  • 50% para a Conta das Necessidades Básicas;
  • 10% para a Conta das Doações.

Algumas pessoas conseguem aplicar essas proporções e se saem muito bem. Outras pessoas tentam e ficam muito frustradas por não conseguirem atingir as proporções estabelecidas pelo autor – e com isso tendem a achar que esse negócio de finanças e gestão financeira não é para elas. Enganam-se.

Deixa te falar uma coisa: essa proporção é uma sugestão. Não é necessariamente o jeito certo e com certeza não é o único jeito de dar certo. Tem pessoas ou famílias que precisam ter um gasto maior com necessidades básicas, maior do que 50% de seus rendimentos, principalmente se eles forem mais baixos; assim como tem famílias que tem proporções exageradas e podem corrigir o rumo e liberarem recursos para investimentos, sem prejudicar os gastos com qualidade de vida.

Em termos de finanças pessoais não existe apenas um único jeito de dar certo: tem o jeito que dá certo para você. Tem que testar. Porém, o essencial é que você salve dinheiro para investir para seu futuro (no mínimo 10%; idealmente uns 30%). O restante vai depender do seu momento de vida e das suas condições.

 

Arquivo nº 15: “As pessoas ricas põem o seu dinheiro para dar duro para elas”

O autor afirma, nesse tópico, que de fato é necessário trabalhar muito para ganhar dinheiro. Contudo, para as pessoas ricas essa é uma situação temporária. No caso de quem tem uma mentalidade pobre, é permanente.

Os ricos entendem que é necessário suar a camisa somente até que o seu dinheiro comece a trabalhar duro o bastante para ocupar o seu lugar. Eles acreditam no seguinte: quanto mais o seu dinheiro trabalha, menos eles terão que trabalhar.

Em outras palavras, a meta é tornar-se financeiramente livre tão rápido quanto possível. A definição de liberdade financeira é simples: é a capacidade de viver o estilo de vida que você deseja sem precisar trabalhar nem depender do dinheiro de alguém.

O rendimento sem trabalho é chamado de rendimento passivo. Para vencer no jogo do dinheiro, o objetivo é ter um rendimento passivo que dê para pagar pelo estilo de vida desejado. Em suma, você se torna financeiramente livre quando o seu rendimento passivo excede as suas despesas.

Os rendimentos passivos podem ser investimentos, quando o dinheiro trabalha para você, ou podem ser os negócios que trabalham para você. Estes últimos, são os rendimentos contínuos de negócios cuja operação não depende do seu envolvimento pessoal, tais como: 1) aluguel de imóveis; 2) royalties de livros, músicas e programas de computador; 3) licenciamento de ideias; 4) franqueamento de marcas; 5) propriedade de depósitos; 6) e marketing de rede, ou multinível, para citar alguns. Isso também inclui 7) montar qualquer negócio que esteja sistematizado para operar sem a sua presença.

O segredo para alcançar os rendimentos passivos é instruir-se. Aprenda sobre o mundo dos investimentos. É isso que você faz também no podcast no Investidor Inteligente e outros materiais que você consome, como livros de referência (como eu indiquei no grupo do Investidor Inteligente no Facebook).

Familiarize-se com os vários tipos de investimento e instrumentos financeiros, como Tesouro, produtos bancários, imóveis, ações, os mais diferentes fundos, letras de câmbio, moeda estrangeira, tudo o que esteja ao seu alcance. Escolha uma área para se especializar. Comece a investir nesse campo, faça isso por algum tempo e depois diversifique.

Em resumo: as pessoas que pensam pequeno dão duro, gastam todo o seu dinheiro e precisam trabalhar muito para sempre; quem é rico trabalha duro, poupa e investe o dinheiro para nunca mais ter que trabalhar, se quiser.

 

Arquivo nº 16: “As pessoas ricas agem apesar do medo”

O medo, a dúvida e a preocupação são alguns dos maiores obstáculos não apenas ao sucesso como também à felicidade.

Por esse motivo, uma das maiores diferenças entre as pessoas ricas e as de mentalidade pobre é que as pessoas de mentalidade rica estão sempre dispostos a agir apesar do medo, enquanto as pessoas de mentalidade pobre deixam-se paralisar por ele, pois buscam o conforto.

A ação é peça chave para o sucesso, uma vez que ela faz a ponte entre o mundo interior (pensamento e intenção) com o mundo exterior (resultados). Sendo assim, é imperativo superar o medo. O conforto tem o poder de matar muitas ideias, oportunidades, ações e crescimento do que qualquer outra coisa neste mundo.

O medo é uma emoção que geralmente pede preparação. Se a pessoa está preparada ela pode até sentir alguma ansiedade, algum desconforto, mas será bem menor se ela estiver completamente despreparada. A dúvida geralmente significa falta de clareza ou falta de foco: basta conhecer mais sobre o assunto, conversar com algumas boas pessoas, avaliar o que colheu e definir se sim ou se não. E preocupação é se ocupar com aquilo que ainda não aconteceu e pode nem vir a acontecer. Uma pequena dose de cada uma sempre vai te acompanhar. O ponto é que para agir como uma pessoa de mentalidade rica nada disso deve te congelar, te paralisar. Se isso acontecer, seu sonho morre.

 

Arquivo nº 17: “As pessoas ricas aprendem e se aprimoram o tempo todo”

Por fim, o último arquivo de riqueza.

Harv ensina que ou se é rico ou se sabe tudo: as pessoas de mentalidade pobre estão sempre tentando provar que estão certas. As três palavrinhas mais perigosas para qualquer pessoa independente da classe social ou grau de estudo são “Eu já sei”. Isso bloqueia sua mente de aprender um pouco mais, seja vendo a mesma coisa sob um ponto de vista diferente ou mesmo revendo a mesma coisa para reforçar o aprendizado.

As pessoas que têm mentalidade pobre usam a máscara de quem já sabe tudo e justificam seu fracasso financeiro como sendo um golpe de má sorte ou um probleminha passageiro. Não admitem seus erros e não aprendem com eles. Assim, desperdiçam a dádiva de aprender continuamente e evoluir, ao invés de serem deixados para trás.

A ideia, no final das contas, é você se aprimorar para se transformar em alguém bem-sucedido. O seu mundo exterior é apenas um reflexo do seu mundo interior. Dentro de você existem raízes que crescem, saem de você e geram os frutos que são seus resultados. Apesar do livro tecer a ideia de sucesso financeiro, por falar de dinheiro, sucesso nada tem a ver com quanto você tem: sucesso tem mais a ver com quem você é ou se torna – os resultados financeiros podem vir a partir da expressão de quem você é, se você quiser e se estiver alinhado a isso.

Além do mais, o autor sugere que o leitor dedique muita atenção e energia a aprender continuamente e, ao mesmo tempo, a escolher com muito cuidado a pessoa (ou fontes ou pessoas) que lhe fornecerá conhecimentos e conselhos.

 

O que fazer com toda essa informação?

Primeiro eu te recomendo a ler o livro. Quem já leu deve ter percebido que eu não falei sobre as declarações propostas pelo autor ao longo de cada arquivo de riqueza e nem detalhei as atividades sugeridas para construir as experiências relacionadas às ideias propostas em cada capítulo.

Sinceramente, se você não experimenta aquilo que você está declarando, nem que seja na sua mente, se você não cria uma representação interna poderosa (ou seja, uma combinação ideal de imagem, som e sensação) em relação aquilo que você está falando, você só estará repetindo palavras como um papagaio, memorizando os ensinamentos, mas não enviando a ordem direto para onde interessa: seu inconsciente.

O objetivo do livro é a reprogramação do seu modelo de riqueza, começando por identificar e substituir os pensamentos negativos de forma consciente por outros que o fortaleçam.

O livro é uma boa obra que tem um título excepcional, um conteúdo básico para despertar para as questões relacionadas à mentalidade financeira, mas não pare apenas nele: tem muito trabalho particular que você precisa fazer para desaprender crenças ruins de sua vida, para identificar exemplos negativos e distorcidos (e entender que isso é aprendizado sobre como não fazer) e lidar com questões emocionais muito profundas e delicadas que impactam seu modo de viver, também em relação à vida financeira. Além é claro, de recondicionar isso tudo, de forma consciente até se tornar inconsciente. Faça por partes; o seu cérebro não suporta mudar muitos hábitos ao mesmo tempo.

Mas vai por mim, quem já leu o livro quase 50 vezes e entende profundamente da parte de reprogramação da mente humana: tem muito trabalho a ser feito após a leitura e após a execução das práticas propostas no livro. Você tem que ir além.

Para chegar onde o autor chegou ou no lugar que qualquer pessoa que você admire pelo seu sucesso financeiro ou profissional chegou, com certeza eles ralaram bastante. Não dá para expressar isso em duas centenas de páginas. E com certeza se você quiser construir algo similar você também vai ter que trabalhar bastante.

Esse é o mundo real: você tem que trabalhar muito (com a cabeça e/ou com o corpo), gerar propostas, produtos, serviços ou ideias de valor (de preferência para muita gente) e vender. Só com dedicação, muito esforço e, como dizia uma diretora de uma empresa que eu trabalhei, só com sangue, suor e lágrimas para chegar onde você quer chegar. Tem que pagar o preço e ele é alto.

 

Espero que essa resenha crítica sobre Os Segredos da Mente Milionária possa ter ajudado a abrir um pouco mais a sua mente! Recomendo que escute os episódios #117 e #118 para ter o apanhado geral sobre o que discutimos no presente episódio dO Investidor Inteligente! E, claro, também espero que tenha gostado do episódio de hoje.

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Ficamos por aqui e até a próxima semana com mais uma dica para a sua vida financeira!

Aqui é Phillip Souza, o Investidor Inteligente!

Investidor Inteligente do Dicas Curtas

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